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Lenda do Zodíaco Chinês - realidade em 2015




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Lenda do Zodíaco Chinês

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Existe uma velha lenda Chinesa, segundo a qual Buda convidou todos os animais do seu reino para uma reunião em que seriam designados os 12 primeiros animais a chegar, como signos de um ano, respectivamente.

Na noite que antecedia o encontro, o Gato falou com o seu companheiro Rato e combinaram que o que acordasse primeiro na manhã seguinte devia acordar o outro para que fossem juntos à reunião. Contudo, o Rato quebrou o seu compromisso com o Gato e chegou ao encontro sozinho, sendo o primeiro a chegar. Depois, seguiu-se o Boi, o Tigre, o Coelho, o Dragão, a Serpente, o Cavalo, a Cabra, o Macaco, o Galo, o Cão e, finalmente, o Porco. Quando o Gato acordou e chegou ao local da reunião, esta já havia terminado. Diz-se que é esta a razão pela qual o Gato mata o Rato.

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O horóscopo chinês tem mais de cinco mil anos de existência, ele é dotado de infinita sabedoria e sempre possui respostas precisas e certeiras sobre como as energias influenciam a nossa personalidade e o nosso presente e futuro.

É sabido que grandes guerras e conflitos armados geralmente terminem no ano do carneiro, pois são tempos em que inimigos conseguem coexistir onde a discordância e a irredutibilidade dão lugar a compreensão e moderação.

Os milênios de sabedoria dizem que em anos regidos pelo carneiro, as pessoas podem acreditar e construir, podem ver as desordem e os desacertos irem para o fundo do poço. Não há muito espaço para as coisas escondidas. É tempo das revoluções sábias. Das oportunidades reais, para aqueles que caminharam e trabalharam muito. O carneiro reconhece o caminho. É tempo das causas humanitárias. É tempo das decisões coletivas.

Todo mundo apanhou bastante em 2014, é a hora de quem apanhou, fazer a lição de casa e saber o quanto o peso de uma surra pode ser destruidor, por isso, é tempo da construção consciente, diálogo franco, caminho justo.

Algumas das imagens do carneiro pelo mundo da net.









 Homeopatas dos Pés Descalços

Medicina Tradicional Chinesa-Acupuntura/Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – 1º Edição.


Medicina Tradicional Chinesa-Acupuntura

                                                                              Política Nacional de Práticas Integrativas e
                                                                                                        Complementares – 1º Edição.

                                                                      foto da net.


A Medicina Tradicional Chinesa caracteriza-se por um sistema médico integral, originado há milhares de anos na China. Utiliza linguagem que retrata simbolicamente as leis da natureza e que valoriza a inter-relação harmônica entre as partes visando a integridade. Como fundamento, aponta a teoria do Yin-Yang, divisão do mundo em duas forças ou princípios fundamentais, interpretando todos os fenômenos em opostos complementares.

O objetivo desse conhecimento é obter meios de equilibrar essa dualidade. Também inclui a teoria dos cinco movimentos que atribui a todas as coisas e fenômenos, na natureza, assim como no corpo, uma das cinco energias (madeira, fogo, terra, metal, água). Utiliza como elementos a anamnese, palpação do pulso, observação da face e língua em suas várias modalidades de tratamento (Acupuntura, plantas medicinais, dietoterapia, práticas corporais e mentais).

A Acupuntura é uma tecnologia de intervenção em saúde que aborda de modo integral e dinâmico o processo saúde-doença no ser humano, podendo ser usada isolada ou de forma integrada com outros recursos terapêuticos. Originária da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a Acupuntura compreende um conjunto de procedimentos permitem o estímulo preciso de locais anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas para promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como para prevenção de agravos e doenças. Achados arqueológicos permitem supor que essa fonte de conhecimento remonta há pelo menos 3.000 anos. A denominação chinesa zhen jiu, que significa agulha (zhen) e calor (jiu) foi adaptados nos relatos trazidos pelos jesuítas no século XVII como Acupuntura (derivada das palavras latinas acus, agulha e punctio, punção). O efeito terapêutico da estimulação de zonas neurorreativas ou "pontos de acupuntura" foi, a princípio, descrito e explicado numa linguagem de época, simbólica e analógica, consoante com a filosofia clássica chinesa.

No ocidente, a partir da segunda metade do século XX, a Acupuntura foi assimilada pela medicina contemporânea, e graças às pesquisas científicas empreendidas em diversos países tanto do oriente como do ocidente, seus efeitos terapêuticos foram reconhecidos e têm sido paulatinamente explicados em trabalhos científicos publicados em respeitadas revistas científicas. Admite-se atualmente, que a estimulação de pontos de Acupuntura provoque a liberação, no sistema nervoso central, de neurotransmissores e outras substâncias responsáveis pelas respostas de promoção de analgesia, restauração de funções orgânicas e modulação imunitária.

A OMS recomenda a Acupuntura aos seus Estados-membros, tendo produzido várias publicações sobre sua eficácia e segurança, capacitação de profissionais, bem como métodos de pesquisa e avaliação dos resultados terapêuticos das medicinas complementares e tradicionais. O consenso do National Institutes of Health dos Estados Unidos referendou a indicação da acupuntura, de forma isolada ou como coadjuvante, em várias doenças e agravos à saúde, tais como odontalgias pós-operatórias, náuseas e vômitos pós-quimioterapia ou cirurgia em adultos, dependências químicas, reabilitação após acidentes vasculares cerebrais, dismenorréia, cefaléia, epicondilite, fibromialgia, dor miofascial, osteoartrite, lombalgias e asma, entre outras. (destaque nosso).

A MTC inclui ainda práticas corporais (lian gong, chi gong, tuina, tai-chi-chuan); práticas mentais (meditação); orientação alimentar; e o uso de plantas medicinais (Fitoterapia Tradicional Chinesa), relacionadas à prevenção agravos e de doenças, promoção e recuperação da saúde. No Brasil, a Acupuntura foi introduzida há cerca de 40 anos. Em 1988, por meio da Resolução Nº 5/88, da Comissão Interministerial de Planejamento e Coordenação (Ciplan), teve as suas normas fixadas para o atendimento nos serviços públicos de saúde. Vários conselhos de profissões da saúde regulamentadas reconhecem a Acupuntura como especialidade em nosso país, e os cursos de formação encontram-se disponíveis em diversas Unidades Federais. Em 1999, o Ministério da Saúde inseriu na tabela Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA/SUS) a consulta médica em Acupuntura (código 0701234), o que permitiu acompanhar a evolução das consultas por região e em todo País. Dados desse sistema demonstram um crescimento de consultas médicas em acupuntura em todas as regiões. Em 2003, foram 181.983 consultas, com uma maior concentração de médicos acupunturistas na região Sudeste (213 dos 376 cadastrados no sistema).

De acordo com o diagnóstico da inserção da MNPC nos serviços prestados pelo SUS e dados do SIA/SUS, verifica-se que a Acupuntura está presente em 19 estados, distribuída em 107 municípios, sendo 17 capitais. Diante do exposto, é necessário repensar, à luz do modelo de atenção proposto pelo Ministério, a inserção dessa prática no SUS, considerando a necessidade de aumento de sua capilaridade para garantir o princípio da universalidade.


Pgs 13 à 16
A coleção institucional do Ministério da Saúde
pode ser acessada na íntegra na Biblioteca
Virtual do Ministério da Saúde:

 
Elaboração, distribuição e informações:
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Atenção à Saúde
Departamento de Atenção Básica