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I SEMINÁRIO HOMEOPATIA E EDUCAÇÃO

É isso pessoal, dia 15 de fevereiro em BRASÍLIA.

Venha discutir e participar, vale muito a pena.


Nós, HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS já estamos com a nossa inscrição em mãos.

Vamos construir caminhos possíveis.

A EQUIPE

INTRODUÇÃO A DOENÇAS CRÔNICAS E DOENÇAS AGUDAS - ENTENDIMENTOS MAIS QUE UTÉIS.



PEQUENA INTRODUÇÃO A DOENÇA AGUDA E DOENÇA CRÔNICA

HPD - Homeopatas dos Pés Descalços

 

DOENÇAS CRÔNICAS- A doença crônica é aquela em que o processo patológico corresponde ou é caracterizado pela evolução lenta e duração prolongada ou ainda por recorrência frequente ou  por tempo indeterminado.
Mas no campo da homeopatia, ditada pelo seu pai, Hahnemann não considerava essa classificação de tempo, de evolução lenta. Ele estudava todo o caminho pelo qual a deficiência percorria. As tendências e predisposições mórbidas eram sempre analisadas.
Para tal concepção, Hahnemann estabeleceu três grandes análises e as fundamentou como MIASMAS em sua época. São:

- A PSORA;
- A SÍFILIS;
- A SICOSE

Mais tarde chegaram o Tuberculinismo e o cancerinismo e mais recentemente o aiditismo.

DOENÇAS AGUDAS - Tendência espontânea à cura. Muitas vezes por simples repouso ou descanso, entretanto, ela pode levar a óbito. Acredita-se que seu curso é de 3 dias.  Podemos dizer também que A doença aguda corresponde a um processo patológico que tem início súbito, rápido e desenvolvimento rápido também, portanto sua  duração é curta.
Para um homeopata observador e cuidadoso, generalizar nos casos de doenças agudas ou crônicas é um grande erro ou equívoco. Nem sempre ela vem como um pré anuncio da agravação da psora. Entende-se aqui, psora como doença crônica.

Acontece que acredito que a seriedade com que os trabalhos para a identificação e o bom acolhimento da homeopatia, passou  pela seriedade de análises claras e precisas. O simples, sempre o simples.




Aqui o tratamento das doenças crônicas em psora, sífilis e sicose sai absolutamente de que aconselhou em edições anteriores. Ele agora aconselha a iniciar o tratamento com doses elevadas de seus remédios específicos cedo e, se necessário, várias vezes ao dia e, gradualmente ascender a graus mais elevados de dinamização. No tratamento de figwarts a aplicação local é considerado necessário, com o uso interno do remédio. O livro agora apresentado como a última palavra é de Hahnemann sobre os princípios avançados por ele nas primeiras edições e posterior, iluminado e ampliado por sua vasta experiência na última parte de sua carreira médica no tratamento de doenças agudas e crônicas. Historicamente, o livro em sua sexta edição é do maior interesse e importância, completando como faz a matriz maravilhosa visão filosófica de Hahnemann para a prática da medicina. Hahnemann "Organon" é a marca de água de alta da filosofia médica, a interpretação prática que produz uma verdadeira montanha de luz e vai orientar o médico por meio da Lei de cura para um novo mundo em terapias. . Esta edição é favorecido com uma introdução do Dr. James Krauss, de Boston, o aluno aprendeu e acadêmica de Hahnemann, a quem lhe aqui o desejo de expressar o meu grato apreço, tanto para a introdução e valiosa ajuda dos outros.

William Boericke
San Francisco, em dezembro de 1921. 

Aqui, colocamos alguns trechos do Organon que acreditamos de fato, estarem diretamente ligadas a precisão no resultado positivo do tratamento. Comentários e descrição sobre o § 5, § 72 , § 73 , § 80 e o  § 93 do "Organon"

&5
É de grande utilidade e ganho para o médico, tudo o que se relaciona com as causas mais prováveis que desencadeiam as doenças agudas. 

Nas doenças crônicas, é também de grande utilidade o conhecimento dos seus pontos mais significativos, o que o habilita a descobrir a sua causa fundamental, que em regra é devida a um miasma. Nestas investigações realizadas com o objetivo primordial de atingir a cura, deverá tomar-se nomeadamente em conta: 

-A constituição física do paciente – muito em especial quando a enfermidade é crônica;
-O seu caráter e personalidade;
-A sua ocupação;
-Modo de vida;
-Hábitos;
-Idade;
-Atividade sexual

§ 72
Podemos classificar as doenças em agudas e crônicas. As doenças agudas são em regra processos patológicos de curta duração. As doenças crônicas têm em geral um início imperceptível, e a resistência que lhes é oposta pela força vital é inadequada e em consequência incapaz de exterminá-las.
****
 No que concerne ao primeiro ponto, as seguintes considerações servirão, antes de tudo, de uma visão geral. As doenças dos Homens, são, de um lado, processos mórbidos; tais processos tendem a completar seu curso de um modo mais ou menos moderado, num curto período de tempo - são as chamadas doenças agudas; por outro lado, são doenças que, insignificantes e muitas vezes imperceptíveis a princípio, afetam dinamicamente o organismo vivo, cada uma à sua própria maneira, afastando-o gradativamente do estado normal de saúde de tal modo que o princípio vital, destinado a preservar a saúde, somente lhes opõe, no início e ao longo do seu curso, uma imperfeita resistência, inadequada e inútil, sendo, porém, incapaz, através de sua própria força, de destruir a doença por si mesma, tendo que sofrer, impotente, a sua expansão e a sua própria transformação cada vez mais anormal, até a destruição final do organismo; são as chamadas doenças crônicas. Provêm do contágio dinâmico através de um miasma crônico.

§ 73
   Em relação às doenças, diremos que elas são, por um lado, doenças que atacam os Homens individualmente, através de influências prejudiciais às quais, precisamente este indivíduo já se expusera especificamente. Excessos na alimentação ou sua deficiência, impressões físicas intensas, resfriamentos ou aquecimentos, fadigas, esforços, etc., ou excitações psíquicas, emoções, etc., são causas de tais febres agudas; no fundo, porém, são, na maioria das vezes, somente a explosão passageira da psora latente que retorna espontaneamente ao seu estado de adormecimento se as doenças agudas não foram muito violentas e se foram prontamente afastadas. Por outro lado, são de tal espécie que atacam diversas pessoas ao mesmo tempo, aqui e ali (esporadicamente), por ocasião de influências meteóricas ou telúricas e agentes nocivos, sendo que, somente alguns são suscetíveis de ser por elas afetados ao mesmo tempo; próximas a estas, estão aquelas que atacam epidemicamente muitas pessoas por semelhantes causas e com padecimentos muito semelhantes, habitualmente se tornando contagiosas quando envolvem massas humanas compactas. Assim surgem febres* de natureza peculiar em cada caso e, devido à identidade da sua origem, colocam sempre os doentes em um processo mórbido idêntico que, abandonado a si mesmo, num espaço de tempo relativamente curto, opta pela morte ou pelo restabelecimento. As calamidades da guerra, as inundações e a fome, não raro as provocam e são sua origem. Por outro lado, os miasmas agudos peculiares que retornam sempre da mesma forma (daí serem conhecidos por algum nome tradicional) são aqueles que, ou atacam os Homens apenas uma vez na vida, como a varíola, o sarampo, a coqueluche, a antiga febre escarlate lisa de Sydemham*, a caxumba etc., ou podem voltar frequentemente de maneira bastante semelhante, como a peste do Levante, a febre amarela do litoral, a cólera asiática etc.

&80
Muito mais importante do que a sífilis e a sicose, é o miasma da psora.
Tal como na sífilis, na sicose surge uma erupção cutânea bem característica, logo após a su a instalação no organismo. A psora é a única causa real que produz todas as outras formas de doença. 

&93
A causa das doenças, sejam crônicas sejam agudas, devem ser investigadas em sede de interrogatório.
- qualquer causa que possa embaraçar ou envergonhar o paciente e que quer este quer os seus familiares omitam, deve merecer por parte do médico um cuidado especial. Assim, por intermédio de perguntas subtis e hábeis, ganhando simultaneamente a confiança do enfermo, poderá aquele eventualmente vir a obter informações preciosas. 

Homeopatas dos Pés Descalços

Aparelho Reprodutor - Anotações comparativas a partir dos estudos de Kent.



Aparelho Reprodutor
Anotações comparativas a partir dos estudos de Kent.


Nessas três matérias, observamos situações bem próprias, de cunho comparativo e diferencial. Mas perceba que mesmo que Nux Vômica não tenha erupções descritas na sua relação é base diferencial para Silícia e é complementar para Sépia.

APARELHO REPRODUTOR  
Sépia
- Condiloma.
- Impotência.
- Prostatite.
- Aversão ao sexo,
  Piora com as mudanças hormonais.
  Inabilidade para ter orgasmo. Frigidez.
- Coito doloroso. Dor sobe da vagina.
- Leucorréia severa, mesmo em pequenas garotas.
- Vaginite que piora com a gestação, com muito prurido.
- Prolapso do útero,
- Sensação de bola descendo pela vagina,
  Melhora ao sentar com as pernas cruzadas (Lil-t, Murx).
- Síndrome pré-menstrual.
  - Regras escassas. Dismenorréia. Amenorréia.
- Infertilidade. Abortos de repetição do terceiro ao quinto mês.
- Muito sensível ao movimento do feto e ao toque do útero.
- Colo fechado durante o trabalho de parto.

APARELHO REPRODUTOR:
Silícia
- Elefantíase do escroto. Hidrocele, Prostatite.
- Queimação e inflamação:
  estendendo-se para a superfície interna das coxas.
- Menorragia e contrações uterinas
  Dolorosas enquanto amamenta.
- Fístulas, abscessos, cistos de Bartholin.
  - Leucorréia ofensiva. Erupções.

APARELHO REPRODUTOR:
Nux Vômica
- Desejo aumentado. Promíscuo.
- Emissões seminais durante o sono, com sonhos. Impotência.
- Dismenorréia > calor moderado; com urgência para evacuar;
  irradia para todo o corpo.
- Espasmos uterinos durante o orgasmo. Prolapso.
- Contrações do parto ineficazes, irradiam para o reto,
  com urgência para defecar.

Diferenças que podem ajudar na definição de um similimum.
Diferenças que fazem parte da maioria das reclamações femininas e que podem entrar num contexto mais amplo de averiguação, especialmente quando existe um afunilamento necessário para a obtenção do remédio mais acertado.

Homeopatas dos Pés Descalços.

A HOMEOPATIA TEM DONO?






No dia 12 de maio de 2011, uma página nos chama a atenção. É escrita pelo Carlos Lyrio - Médico, “e” Homeopata e Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa e é sobre o texto que me desdobro agora.


Vale a reflexão. Num momento bastante oportuno, lanço mão deste artigo que guardo pessoalmente com muito carinho. Vale pensar que em um mundo tão vasto, aceita-se que muitos pensem de forma oposta. Podemos chamar isso de cidadania e de tantas outras coisas. 


Em defesa das possibilidades de uma saúde integral, de forma tímida muitas vezes, lutamos para que se compreenda, que num país como o Brasil, cuja mensidão é continental, devemos dar a maior quantidade com qualidade de atuações na saúde. Isso vale para aqueles que fizeram de tudo para barrar a Acupuntura nos anos 90, por exemplo.  Os cursos perderam a qualidade da técnica e a magia da possibilidade. 


Um meio termo seria preciso, coisa difícil em se tratando de reservas de mercado, consultas absurdamente caras, atendimentos recheados de desconhecimento. É complicado definir espaços e demarcar fronteiras sem pisar em estruturas culturais e sem rasgar a Constituição Brasileira. Mas é preciso aprender a respeitar todas as formas de identificação corporal, todas as individualidades e isso vale para os radicais de um lado e do outro. Até porque para nós, o radicalismo é doença. O mundo não é só a homeopatia, mas passa por ela, assim como transita pela ciência e pelas especialidades médicas, entretanto a saúde integral só pode ser vista através da humanização nos atendimentos e a visão clara de que semi deuses pertencem a mitologia, nossa doenças são reais. Precisamos de qualidade, de esgotos, comida saudável, sentimentos equilibrados e mais uma penca de outras vertentes que fazem a cura aparecer.


O Instituto Roberto Costa transforma homeopatia em realidade dentro do país e o faz com excelência de conhecimento científico e humano. O texto é real e pontual, portanto, ele se insere perfeitamente bem na nossa realidade. Sem ficção, sem fantasia.

Vale a pena lembrar que na ponta da discussão, existem pessoas e ainda bem que a Organização Mundial de Saúde tenha percebido isso.

Homeopatas dos Pés Descalços.



DE QUEM É A HOMEOPATIA?

Carlos Lyrio

Médico, “e” Homeopata

Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa


Uma importante reflexão tem que ser levantada a partir de um trabalho de mais de 15 anos do grupo Racionalidades Médicas do IMS-UERJ.  O grupo prova o que os médicos alopatas e os professores de medicina sempre me disseram : que a Homeopatia não pode ser uma especialidade médica. Segundo o grupo  Racionalidades Médicas a Homeopatia é uma Doutrina, ou seja, uma crença  que se  baseia na alquimia, enquanto a medicina é uma Ciência que se baseia no método científico.  O  objeto de trabalho da Homeopatia é uma força invisível e não o corpo,  propondo  a Cura e não o Tratamento das doenças . Se utiliza de medicamentos tão diluídos que se tornam água enquanto a medicina se utiliza de substâncias químicas. O grupo mostra que a homeopatia é uma Racionalidade Médica e não uma Especialidade Médica uma vez que uma necessariamente exclui a outra.

Desde o primeiro ano da Faculdade me interessei por Homeopatia. Isso foi em 1983. Me sinto a vontade de falar sobre este assunto , pois dirijo uma Instituição que  é referência nacional na disseminação e na  luta em defesa das práticas populares de saúde. Me defino como um Homeopata que Crê na Homeopatia e que busca a comprovação científica dela, mas que sabe separar o que é crença popular do que é ciência e que defende a prática da crença pelo povo e a prática da ciência pelo cientista.

A Organização Mundial de Saúde desde a Conferência de Alma-Ata incentiva as práticas populares de saúde entendendo que essas práticas sempre existiram nas sociedade e que são importantes para os sistemas de saúde, principalmente o de regiões menos acessíveis.  No mundo inteiro seguindo a orientação da OMS as práticas consideradas tradicionais (homeopatia, acupuntura,ayurveda, fitoterapia,floral), ou seja, não-científicas, são praticadas em sua maioria por pessoas da comunidade que obviamente não são médicos. Isso não quer dizer que os médicos não possam praticá-las. No Brasil entretanto isso tomou um rumo ao meu ver desvirtuado e confuso.


No Brasil a Homeopatia , como em todo mundo, sempre foi considerada uma crença popular. Entretanto depois de 1980 ela deixou de ser popular e foi elevada a categoria de ciência, por uma assinatura, se tornando uma Especialidade. Até então ela havia sido livremente exercida popularmente por não – médicos e também por médicos. É importante também dizer que ela chegou ao Brasil  por um naturalista Frances chamado Benoit Mure que fundou uma Escola para ensinar a doutrina e que era freqüentada por não –médicos. Os Jornais da época noticiaram que um anarquista Frances introduziu o charlatanismo no país.Foi assim que começou . Depois alguns médicos começaram a se interessar pelo assunto e também iniciaram a prática da Doutrina que foi amplamente difundida pelo país, mais como uma prática popular baseada numa Doutrina, e não como uma ciência que não podia ser. Popularmente ela sempre existiu nos centros espíritas, através de receitas psicografadas por médiuns, foi praticada por sacerdotes e principalmente por donas-de-casa que ,através dos manuais de homeopatia, cuidavam da saúde de sua família e da comunidade. Quem não conhece o livro de Homeopatia Nilo Cairo? Quem não conhece as receitas mediúnicas do Dr. Bezerra de Menezes. Até 1980 foi assim que a homeopatia foi praticada nesse país. Acontece que os médicos que não eram homeopatas achavam que homeopatia era charlatanismo e denunciavam os colegas médicos que praticavam homeopatia acusando-os de charlatães.  Médico que receitava homeopatia ia parar na Polícia. Para acabar com isso em 1980  , durante o regime da ditadura,  um médico homeopata que era general e não queria ser considerado charlatão  resolveu acabar com isso . Vivíamos o momento das decisões por  “murro na mesa”. O que era então considerado charlatismo, passou a ser considerado ciência, da noite  para o dia, na época do presidente do“eu prendo e arrebento”.

Passaram-se 40 anos e ninguém questionou isso. Com o a publicação da Política de Práticas Integrativas e Complementares pelo Ministério da Saúde-PNPIC essa discussão vem a tona.O pior de tudo é que hoje parece que a coisa se inverteu. Quem pratica homeopatia e não é médico é considerado charlatão ou é incriminado por  exercício ilegal da medicina . Estranho entretanto é que o Ministério do Trabalho no Código Brasileiro de Ocupações reconhece a ocupação Homeopata Não-Médico através  do CBO 3225-25. O CBO é “o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro”. O Ministério do Trabalho então reconhece uma ocupação criminosa?

Chegamos ao ridículo de alguns centros espíritas temerosos estarem exigindo que médiuns   sejam médicos para psicografar receita de Espírito Homeopata. Querem fazer do fenômeno mediúnico Ato Médico  ou não deixar que o médium seja preso por exercício ilegal das medicina? Mas aí fica uma pergunta : de quem é o exercício ilegal da medicina do médium ou do espírito?E se o Espírito for de um médico? E se o Médico médium psicografar a receita de um Espírito de um Homeopata Não-Médico? De quem é o crime? Como saber se o Espírito é médico de fato?

E porque a homeopatia não é considerada científica?  Os saberes especializados , só são especializados por que antes de serem  especialidades, são disciplinas regulares e obrigatórias  dos cursos de graduação em medicina. Nesse ambiente de graduação esses conhecimentos naturalmente vão sendo ampliados a ponto de demandarem um outro nível de ensino e pesquisa que é o nível da Pós-Graduação. Esses cursos são reconhecidos pelo CAPES do CNPQ. Não consta no Portal Capes nenhum curso de Especialização em Homeopatia Reconhecido. Então porque a Homeopatia é uma Especialidade?

Existe ciência baseada em Doutrina?Como a homeopatia pode ser praticada por médicos se não é ciência? Como a homeopatia pode ser praticada por médicos se ela não faz parte da formação do médico? Como pode ser uma Especialidade da ciência se o CNPQ não reconhece?  É uma especialidade de direito e de fato , ou só é de direito e não é de fato. Se é de direito e de fato onde estão as provas acadêmicas do fato. A ciência brasileira tem as respostas para os axiomas básicos da homeopatia? Toda a Doutrina Homeopática se baseia na premissa de que existe uma  força imaterial que anima a vida propondo a CURA dos desequilíbrios dessa força através de substâncias que são tão diluídas que se tornam água. Resumindo a homeopatia cura o invisível com água. A ciência médica brasileira explica isso? Se explica, é a única no mundo. Eu, como praticante  de homeopatia cada vez mais creio que água CURA  o invisível. Tenho milhares de provas disso. Como  pesquisador venho tentando dar respostas acadêmicas a esse fenômeno. Como médico lamento tudo isso.
 DAQUI: http://www.robertocosta.org.br/?p=223.