Somos feitas do tecido dos nossos sonhos, por isso temos a utopia da saúde simples, possível, integrada e sem preconceitos. Acreditamos no conjunto de idéias, de esforços e de esperança. Esperança num mundo melhor, mais igualitário e coerente. Homeopatas dos Pés Descalços - um projeto da Associação Internacional Maylê Sara Kalí/AMSK Brasil. www.amsk.org.br "As matérias, indicações, sugestões e esclarecimentos aqui postados, não substituem tratamentos médicos, medicações e outros".
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INTRODUÇÃO A DOENÇAS CRÔNICAS E DOENÇAS AGUDAS - ENTENDIMENTOS MAIS QUE UTÉIS.
PEQUENA INTRODUÇÃO A DOENÇA AGUDA E DOENÇA CRÔNICA
HPD - Homeopatas dos Pés Descalços
DOENÇAS CRÔNICAS- A doença crônica é aquela em que o processo patológico corresponde
ou é caracterizado pela evolução lenta e duração prolongada ou ainda por
recorrência frequente ou por tempo
indeterminado.
Mas no campo da homeopatia, ditada
pelo seu pai, Hahnemann não considerava essa classificação de tempo, de
evolução lenta. Ele estudava todo o caminho pelo qual a deficiência percorria. As
tendências e predisposições mórbidas eram sempre analisadas.
Para tal concepção, Hahnemann
estabeleceu três grandes análises e as fundamentou como MIASMAS em sua época. São:
- A PSORA;
- A SÍFILIS;
- A SICOSE
Mais tarde chegaram o Tuberculinismo
e o cancerinismo e mais recentemente o aiditismo.
DOENÇAS AGUDAS - Tendência espontânea à cura. Muitas vezes por simples
repouso ou descanso, entretanto, ela pode levar a óbito. Acredita-se que seu
curso é de 3 dias. Podemos dizer também
que A doença aguda corresponde a um processo patológico que tem início súbito, rápido
e desenvolvimento rápido também, portanto sua duração é curta.
Para um homeopata observador e
cuidadoso, generalizar nos casos de doenças agudas ou crônicas é um grande erro
ou equívoco. Nem sempre ela vem como um pré anuncio da agravação da psora. Entende-se
aqui, psora como doença crônica.
Acontece que acredito que a
seriedade com que os trabalhos para a identificação e o bom acolhimento da
homeopatia, passou pela seriedade de
análises claras e precisas. O simples, sempre o simples.
Aqui o tratamento das doenças
crônicas em psora, sífilis e sicose sai absolutamente de que aconselhou em
edições anteriores. Ele agora
aconselha a iniciar o tratamento com doses elevadas de seus remédios
específicos cedo e, se necessário, várias vezes ao dia e, gradualmente ascender
a graus mais elevados de dinamização. No
tratamento de figwarts a aplicação local é considerado necessário, com o uso
interno do remédio. O livro agora
apresentado como a última palavra é de Hahnemann sobre os princípios avançados
por ele nas primeiras edições e posterior, iluminado e ampliado por sua vasta
experiência na última parte de sua carreira médica no tratamento de doenças
agudas e crônicas. Historicamente,
o livro em sua sexta edição é do maior interesse e importância, completando
como faz a matriz maravilhosa visão filosófica de Hahnemann para a prática da medicina. Hahnemann "Organon" é a
marca de água de alta da filosofia médica, a interpretação prática que produz
uma verdadeira montanha de luz e vai orientar o médico por meio da Lei de cura
para um novo mundo em terapias. . Esta edição é favorecido com uma
introdução do Dr. James Krauss, de Boston, o aluno aprendeu e acadêmica de
Hahnemann, a quem lhe aqui o desejo de expressar o meu grato apreço, tanto para
a introdução e valiosa ajuda dos outros.
William Boericke
San Francisco, em dezembro de 1921.
Aqui, colocamos alguns trechos do Organon que
acreditamos de fato, estarem diretamente ligadas a precisão no resultado positivo
do tratamento. Comentários e descrição sobre o § 5, § 72 , § 73 , § 80 e o § 93 do "Organon"
&5
É de
grande utilidade e ganho para o médico, tudo o que se relaciona com as causas
mais prováveis que desencadeiam as doenças agudas.
Nas
doenças crônicas, é também de grande utilidade o conhecimento dos seus pontos
mais significativos, o que o habilita a descobrir a sua causa fundamental, que
em regra é devida a um miasma. Nestas investigações realizadas com o objetivo
primordial de atingir a cura, deverá tomar-se nomeadamente em conta:
-A
constituição física do paciente – muito em especial quando a enfermidade é crônica;
-O seu caráter
e personalidade;
-A sua
ocupação;
-Modo de
vida;
-Hábitos;
-Idade;
-Atividade
sexual
§
72
Podemos
classificar as doenças em agudas e crônicas. As doenças agudas são em regra processos
patológicos de curta duração. As doenças crônicas têm em geral um início
imperceptível, e a resistência que lhes é oposta pela força vital é inadequada
e em consequência incapaz de exterminá-las.
****
No que concerne ao primeiro ponto, as
seguintes considerações servirão, antes de tudo, de uma visão geral. As doenças
dos Homens, são, de um lado, processos mórbidos; tais processos tendem a
completar seu curso de um modo mais ou menos moderado, num curto período de
tempo - são as chamadas doenças agudas; por outro lado, são doenças que,
insignificantes e muitas vezes imperceptíveis a princípio, afetam dinamicamente
o organismo vivo, cada uma à sua própria maneira, afastando-o gradativamente do
estado normal de saúde de tal modo que o princípio vital, destinado a preservar
a saúde, somente lhes opõe, no início e ao longo do seu curso, uma imperfeita
resistência, inadequada e inútil, sendo, porém, incapaz, através de sua própria
força, de destruir a doença por si mesma, tendo que sofrer, impotente, a sua
expansão e a sua própria transformação cada vez mais anormal, até a destruição
final do organismo; são as chamadas doenças crônicas. Provêm do contágio
dinâmico através de um miasma crônico.
§ 73
Em relação às doenças,
diremos que elas são, por um lado, doenças que atacam os Homens
individualmente, através de influências prejudiciais às quais,
precisamente este indivíduo já se expusera especificamente. Excessos na
alimentação ou sua deficiência, impressões físicas intensas, resfriamentos ou
aquecimentos, fadigas, esforços, etc., ou excitações psíquicas, emoções,
etc., são causas de tais febres agudas; no fundo, porém, são, na maioria das
vezes, somente a explosão passageira da psora latente que retorna
espontaneamente ao seu estado de adormecimento se as doenças agudas não foram
muito violentas e se foram prontamente afastadas. Por outro lado, são de tal
espécie que atacam diversas pessoas ao mesmo tempo, aqui e ali (esporadicamente),
por ocasião de influências meteóricas ou telúricas e agentes nocivos, sendo
que, somente alguns são suscetíveis de ser por elas afetados ao mesmo tempo;
próximas a estas, estão aquelas que atacam epidemicamente muitas pessoas
por semelhantes causas e com padecimentos muito semelhantes, habitualmente se
tornando contagiosas quando envolvem massas humanas compactas. Assim surgem
febres* de natureza peculiar em cada caso e, devido à identidade da sua origem,
colocam sempre os doentes em um processo mórbido idêntico que, abandonado a si
mesmo, num espaço de tempo relativamente curto, opta pela morte ou pelo
restabelecimento. As calamidades da guerra, as inundações e a fome, não raro as
provocam e são sua origem. Por outro lado, os miasmas agudos peculiares
que retornam sempre da mesma forma (daí serem conhecidos por algum nome
tradicional) são aqueles que, ou atacam os Homens apenas uma vez na vida, como
a varíola, o sarampo, a coqueluche, a antiga febre escarlate lisa de Sydemham*,
a caxumba etc., ou podem voltar frequentemente de maneira bastante semelhante,
como a peste do Levante, a febre amarela do litoral, a cólera asiática etc.
&80
Muito
mais importante do que a sífilis e a sicose, é o miasma da psora.
Tal como
na sífilis, na sicose surge uma erupção cutânea bem característica, logo após a
su a instalação no organismo. A psora é a única causa real que produz todas as
outras formas de doença.
&93
A causa
das doenças, sejam crônicas sejam agudas, devem ser investigadas em sede de
interrogatório.
- qualquer
causa que possa embaraçar ou envergonhar o paciente e que quer este quer os
seus familiares omitam, deve merecer por parte do médico um cuidado especial.
Assim, por intermédio de perguntas subtis e hábeis, ganhando simultaneamente a
confiança do enfermo, poderá aquele eventualmente vir a obter informações preciosas.
Homeopatas dos Pés Descalços
Aparelho Reprodutor - Anotações comparativas a partir dos estudos de Kent.
Aparelho Reprodutor
Anotações comparativas a partir dos
estudos de Kent.
Nessas três matérias, observamos situações bem
próprias, de cunho comparativo e diferencial. Mas perceba que mesmo que Nux
Vômica não tenha erupções descritas na sua relação é base diferencial para
Silícia e é complementar para Sépia.
|
APARELHO REPRODUTOR
Sépia
|
|
- Condiloma.
- Impotência. - Prostatite. - Aversão ao sexo, Piora com as mudanças hormonais. Inabilidade para ter orgasmo. Frigidez. - Coito doloroso. Dor sobe da vagina. - Leucorréia severa, mesmo em pequenas garotas. - Vaginite que piora com a gestação, com muito prurido. - Prolapso do útero, - Sensação de bola descendo pela vagina, Melhora ao sentar com as pernas cruzadas (Lil-t, Murx). - Síndrome pré-menstrual. - Regras escassas. Dismenorréia. Amenorréia. - Infertilidade. Abortos de repetição do terceiro ao quinto mês. - Muito sensível ao movimento do feto e ao toque do útero. - Colo fechado durante o trabalho de parto. |
|
|
|
APARELHO REPRODUTOR:
Silícia |
|
- Elefantíase
do escroto. Hidrocele, Prostatite.
- Queimação e inflamação: estendendo-se para a superfície interna das coxas. - Menorragia e contrações uterinas Dolorosas enquanto amamenta. - Fístulas, abscessos, cistos de Bartholin. - Leucorréia ofensiva. Erupções. |
|
|
|
APARELHO REPRODUTOR:
Nux Vômica |
|
- Desejo
aumentado. Promíscuo.
- Emissões seminais durante o sono, com sonhos. Impotência. - Dismenorréia > calor moderado; com urgência para evacuar; irradia para todo o corpo. - Espasmos uterinos durante o orgasmo. Prolapso. - Contrações do parto ineficazes, irradiam para o reto, com urgência para defecar. |
Diferenças que podem ajudar na
definição de um similimum.
Diferenças que fazem parte da maioria
das reclamações femininas e que podem entrar num contexto mais amplo de
averiguação, especialmente quando existe um afunilamento necessário para a
obtenção do remédio mais acertado.
Homeopatas dos Pés Descalços.
A HOMEOPATIA TEM DONO?
No dia 12 de maio de 2011, uma página nos chama a
atenção. É escrita pelo Carlos Lyrio - Médico, “e” Homeopata
e Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa e é sobre o texto que me
desdobro agora.
Vale a reflexão. Num momento bastante oportuno,
lanço mão deste artigo que guardo pessoalmente com muito carinho. Vale pensar
que em um mundo tão vasto, aceita-se que muitos pensem de forma oposta. Podemos
chamar isso de cidadania e de tantas outras coisas.
Em defesa das possibilidades de uma saúde
integral, de forma tímida muitas vezes, lutamos para que se compreenda, que num
país como o Brasil, cuja mensidão é continental, devemos dar a maior quantidade
com qualidade de atuações na saúde. Isso vale para aqueles que fizeram de tudo
para barrar a Acupuntura nos anos 90, por exemplo. Os cursos perderam a qualidade da técnica e a
magia da possibilidade.
Um meio termo seria preciso, coisa difícil em se
tratando de reservas de mercado, consultas absurdamente caras, atendimentos
recheados de desconhecimento. É complicado definir espaços e demarcar
fronteiras sem pisar em estruturas culturais e sem rasgar a Constituição
Brasileira. Mas é preciso aprender a respeitar todas as formas de identificação
corporal, todas as individualidades e isso vale para os radicais de um lado e
do outro. Até porque para nós, o radicalismo é doença. O mundo não é só a
homeopatia, mas passa por ela, assim como transita pela ciência e pelas
especialidades médicas, entretanto a saúde integral só pode ser vista através da
humanização nos atendimentos e a visão clara de que semi deuses pertencem a
mitologia, nossa doenças são reais. Precisamos de qualidade, de esgotos, comida
saudável, sentimentos equilibrados e mais uma penca de outras vertentes que
fazem a cura aparecer.
O Instituto Roberto Costa transforma homeopatia
em realidade dentro do país e o faz com excelência de conhecimento científico e
humano. O texto é real e pontual, portanto, ele se insere perfeitamente bem na
nossa realidade. Sem ficção, sem fantasia.
Vale a pena lembrar que na ponta da discussão,
existem pessoas e ainda bem que a Organização Mundial de Saúde tenha percebido
isso.
Homeopatas dos Pés Descalços.
DE QUEM É
A HOMEOPATIA?
Carlos Lyrio
Médico, “e” Homeopata
Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa
Uma importante reflexão tem que ser levantada a
partir de um trabalho de mais de 15 anos do grupo Racionalidades Médicas do
IMS-UERJ. O grupo prova o que os médicos alopatas e os professores de
medicina sempre me disseram : que a Homeopatia não pode ser uma especialidade
médica. Segundo o grupo Racionalidades Médicas a Homeopatia é uma
Doutrina, ou seja, uma crença que se baseia na alquimia, enquanto a
medicina é uma Ciência que se baseia no método científico. O objeto
de trabalho da Homeopatia é uma força invisível e não o corpo, propondo
a Cura e não o Tratamento das doenças . Se utiliza de medicamentos tão
diluídos que se tornam água enquanto a medicina se utiliza de substâncias
químicas. O grupo mostra que a homeopatia é uma Racionalidade Médica e não uma
Especialidade Médica uma vez que uma necessariamente exclui a outra.
Desde o primeiro ano da Faculdade me interessei por
Homeopatia. Isso foi em 1983. Me sinto a vontade de falar sobre este assunto ,
pois dirijo uma Instituição que é referência nacional na disseminação e
na luta em defesa das práticas populares de saúde. Me defino como um
Homeopata que Crê na Homeopatia e que busca a comprovação científica dela, mas
que sabe separar o que é crença popular do que é ciência e que defende a
prática da crença pelo povo e a prática da ciência pelo cientista.
A Organização Mundial de Saúde desde a Conferência
de Alma-Ata incentiva as práticas populares de saúde entendendo que essas
práticas sempre existiram nas sociedade e que são importantes para os sistemas
de saúde, principalmente o de regiões menos acessíveis. No mundo inteiro
seguindo a orientação da OMS as práticas consideradas tradicionais (homeopatia,
acupuntura,ayurveda, fitoterapia,floral), ou seja, não-científicas, são
praticadas em sua maioria por pessoas da comunidade que obviamente não são
médicos. Isso não quer dizer que os médicos não possam praticá-las. No Brasil
entretanto isso tomou um rumo ao meu ver desvirtuado e confuso.
No Brasil a Homeopatia , como em todo mundo, sempre
foi considerada uma crença popular. Entretanto depois de 1980 ela deixou de ser
popular e foi elevada a categoria de ciência, por uma assinatura, se tornando
uma Especialidade. Até então ela havia sido livremente exercida popularmente
por não – médicos e também por médicos. É importante também dizer que ela
chegou ao Brasil por um naturalista Frances chamado Benoit Mure que
fundou uma Escola para ensinar a doutrina e que era freqüentada por não
–médicos. Os Jornais da época noticiaram que um anarquista Frances introduziu o
charlatanismo no país.Foi assim que começou . Depois alguns médicos começaram a
se interessar pelo assunto e também iniciaram a prática da Doutrina que foi
amplamente difundida pelo país, mais como uma prática popular baseada numa
Doutrina, e não como uma ciência que não podia ser. Popularmente ela sempre
existiu nos centros espíritas, através de receitas psicografadas por médiuns,
foi praticada por sacerdotes e principalmente por donas-de-casa que ,através
dos manuais de homeopatia, cuidavam da saúde de sua família e da comunidade.
Quem não conhece o livro de Homeopatia Nilo Cairo? Quem não conhece as receitas
mediúnicas do Dr. Bezerra de Menezes. Até 1980 foi assim que a homeopatia foi
praticada nesse país. Acontece que os médicos que não eram homeopatas achavam
que homeopatia era charlatanismo e denunciavam os colegas médicos que
praticavam homeopatia acusando-os de charlatães. Médico que receitava
homeopatia ia parar na Polícia. Para acabar com isso em 1980 , durante o
regime da ditadura, um médico homeopata que era general e não queria ser
considerado charlatão resolveu acabar com isso . Vivíamos o momento das
decisões por “murro na mesa”. O que era então considerado charlatismo,
passou a ser considerado ciência, da noite para o dia, na época do
presidente do“eu prendo e arrebento”.
Passaram-se 40 anos e ninguém questionou isso. Com
o a publicação da Política de Práticas Integrativas e Complementares pelo
Ministério da Saúde-PNPIC essa discussão vem a tona.O pior de tudo é que hoje
parece que a coisa se inverteu. Quem pratica homeopatia e não é médico é
considerado charlatão ou é incriminado por exercício ilegal da medicina .
Estranho entretanto é que o Ministério do Trabalho no Código Brasileiro de
Ocupações reconhece a ocupação Homeopata Não-Médico através do CBO
3225-25. O CBO é “o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e
descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro”. O
Ministério do Trabalho então reconhece uma ocupação criminosa?
Chegamos ao ridículo de alguns centros espíritas
temerosos estarem exigindo que médiuns sejam médicos para
psicografar receita de Espírito Homeopata. Querem fazer do fenômeno mediúnico
Ato Médico ou não deixar que o médium seja preso por exercício ilegal das
medicina? Mas aí fica uma pergunta : de quem é o exercício ilegal da medicina
do médium ou do espírito?E se o Espírito for de um médico? E se o Médico médium
psicografar a receita de um Espírito de um Homeopata Não-Médico? De quem é o
crime? Como saber se o Espírito é médico de fato?
E porque a homeopatia não é considerada
científica? Os saberes especializados , só são especializados por que
antes de serem especialidades, são disciplinas regulares e
obrigatórias dos cursos de graduação em medicina. Nesse ambiente de
graduação esses conhecimentos naturalmente vão sendo ampliados a ponto de
demandarem um outro nível de ensino e pesquisa que é o nível da Pós-Graduação.
Esses cursos são reconhecidos pelo CAPES do CNPQ. Não consta no Portal Capes
nenhum curso de Especialização em Homeopatia Reconhecido. Então porque a
Homeopatia é uma Especialidade?
Existe ciência baseada em Doutrina?Como a
homeopatia pode ser praticada por médicos se não é ciência? Como a homeopatia
pode ser praticada por médicos se ela não faz parte da formação do médico? Como
pode ser uma Especialidade da ciência se o CNPQ não reconhece? É uma
especialidade de direito e de fato , ou só é de direito e não é de fato. Se é
de direito e de fato onde estão as provas acadêmicas do fato. A ciência
brasileira tem as respostas para os axiomas básicos da homeopatia? Toda a Doutrina
Homeopática se baseia na premissa de que existe uma força imaterial que
anima a vida propondo a CURA dos desequilíbrios dessa força através de
substâncias que são tão diluídas que se tornam água. Resumindo a homeopatia
cura o invisível com água. A ciência médica brasileira explica isso? Se
explica, é a única no mundo. Eu, como praticante de homeopatia cada vez
mais creio que água CURA o invisível. Tenho milhares de provas disso.
Como pesquisador venho tentando dar respostas acadêmicas a esse fenômeno.
Como médico lamento tudo isso.
DAQUI: http://www.robertocosta.org.br/?p=223.
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