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sábado, 9 de novembro de 2013

DIABETES E HOMEOPATIA



DIABETES E HOMEOPATIA

Uma opinião sobre o assunto.


Sabemos, o título é polêmico, mas precisa deixar de ser um tabu. Vamos falar da DIABETES, nada que muita gente não saiba, mas que pode ajudar de alguma forma a abrir os horizontes e diminuir os preconceitos em relação a essa doença que esta no topo da lista dos inimigos da vida. Diabetes mata, complica a vida das pessoas e produz conseqüências gravíssimas para o indivíduo. Mas como tudo na vida, ela pode ser evitada e ou tratada, no caso da Diabetes hereditária, suas conseqüências podem ser contornadas e o indivíduo pode e deve ter uma vida plena.

Entretanto, quando se fala dela, se esquece que outras coisas devem entrar no quesito de discussão, é nessa hora que aproveitamos para incluir aqui as comunidades tradicionais, que sobrevivem com suas tradições e suas medicinas tradicionais e com suas ajudas mútuas. Aqui essa doença ou esse desequilíbrio ganha contornos dramáticos, de falta de informação, total desinformação sobre alimentação e o achatamento da máquina industrial e da mídia. Nessas comunidades, doenças ligadas a falta de alimentação e ao descuido do estado para com elas, faz com que, por exemplo, a do TIPO II seja uma vilã descontrolada – aquela que vem muito mais por erro de alimentação e descontroles alimentares múltiplos. Hoje já podemos dizer sem medo de errar que nada nessa vida se faz só. Radicalismo pode ser colocado no hall das doenças sabia? Então vamos aos fatos; se juntarmos como sintomas comuns as pessoas que estão com seus índices de glicose alta como a vista turva, aquela fadiga que não passa, infecções urinárias recorrentes, câimbras, cicatrização difícil, fragilidade imunológica, inflamações que não vão embora, aumento da fome, impotência e ou falta de desejo sexual e etc... o açúcar no sangue esteja alto? – isso é hiperglicemia e daí para evoluir para o quadro da DIABETES tipo II é um pulo. Daquela que muita gente podia viver sem, mas infelizmente não vive.

O estado tem responsabilidade sobre esse tipo de DIABETES que é impulsionada pelas propagandas abusivas de comida e doces, excesso de sal na alimentação, doces que são verdadeiras bombas e que aumentam e muito o prejuízo e não só nesse caso de doença, mas vão arrasando tudo o que vêem: dentes coração, rins e etc... A temida bebida alcoólica, aceita socialmente no Brasil é um bom vilão para exemplificar, principalmente nos homens, fãs da cervejinha. Remédios para tudo, absolutamente tudo e que podem causar a famosa e tão pouco comentada; DIABETES MEDICAMENTOSA e por aí se segue. 

Algumas mulheres podem desenvolver a DIABETES na gravidez , mesmo que jamais tenham tido ao longo de suas vidas qualquer problema ligado a taxas de glicose elevadas.  É chamado de “O diabetes gestacional” colocando  em risco à saúde da mãe e do bebê, avisam os especialistas. 


Muitas mulheres sofrem com o pré-diabetes. Isso acontece quando a doença começa a se desenvolver e muitas vezes silenciosamente. É nessa hora que exames regulares ajudam e muito. Na roda de conversas sabemos que a alimentação errada e a falta de cuidado/muitas vezes a falta de instrução pode levar riscos sérios a saúde. Esse é o ponto chave. Comunidades isoladas dos serviços de saúde apresentam mais riscos. Portanto uma boa parte sob o controle dessa doença passa pela condição de vida das pessoas e isso quase ninguém leva a sério. É como se a gente fosse tratar de desidratação sem água. 

Na Diabetes tipo I, use todas as terapias que puderem ser usadas; assim como a ajuda fundamental da nutrição. A fitoterapia é sempre um excelente aliado, a homeopatia é capaz de ajudar em pontos de extrema importância, mas existe aí um dano que não pode ser refeito, portanto o uso de Insulina e ou outro tipo de controle alopático é a solução. Nesse caso, o indivíduo tem uma herança genética podemos melhorar sua qualidade de vida sim, pode viver normalmente, sem fantasmas, mas jamais deve abandonar ou substituir as indicações médicas e seus tratamentos.
O radicalismo nunca é a solução, o equilíbrio sempre é a saída. É digo isso porque nunca descobri estudos que indiquem DIABETES em comunidades isoladas.

A diabetes mellitus é hoje um dos maiores problemas mundiais de Saúde Pública. Estima-se que em 2025 existirão mais de 300 milhões de diabéticos em todo o mundo, número este que poderá ascender a 366 milhões até 2030. A diabetes é definida como uma desordem metabólica de etiologia múltipla, caracterizada por uma hiperglicemia crónica com distúrbios no metabolismo dos hidratos de carbono, lípidos e proteínas, resultantes de deficiências na secreção ou acção da insulina, ou de ambas. Desde as suas origens até aos dias de hoje muitos dados e factos surgiram. Com a evolução científica, etiológica e tecnológica ocorrida principalmente no século passado, a descoberta da diabetes tornou-se mais abrangente, embora as verdadeiras causas que lhe dão origem ainda são um constante desafio da ciência. A mesma evolução tornou imperiosa uma modificação da classificação com base nos conhecimentos adquiridos. Por outro lado, a necessidade de evitar as complicações tardias associadas à diabetes, nomeadamente doença cardiovascular, implica uma reavaliação dos níveis de glicemia em jejum e a qualquer hora para o seu diagnóstico, bem como, uma correspondência adequada entre os referidos valores e os encontrados após realização de uma prova de tolerância à glicose oral (P.T.G.O.). A classificação que actualmente existe em vigor estabelece a existência de quatro tipos etiológicos de diabetes: Diabetes Tipo 1; Diabetes Tipo 2; Diabetes Mellitus Gestacional; e Outros Tipos Específicos. Para além dos tipos etiológicos existem também os chamados Estádios Clínicos. Os critérios de diagnóstico sofreram também alterações ao longo do tempo. Os requisitos para confirmar o diagnóstico numa pessoa com sintomatologia grave e com hiperglicemia diferem dos necessários numa pessoa assintomática com valores de glicemia apenas ligeiramente acima do valor limite para o diagnóstico. Possivelmente a maior evolução ocorreu ao nível da terapêutica. Um plano de tratamento da diabetes pode incluir várias estratégias: consciencialização e educação do doente para a adesão à terapêutica, implementação de plano alimentar e recomendações nutricionais, prática de exercício físico, administração de agentes antidiabéticos, insulina, e gestão das complicações associadas. Ao nível da terapêutica da diabetes tipo 2, surgiu recentemente uma classe de agentes antidiabéticos, os inibidores da DPP-IV. A inibição desta enzima aumenta os níveis e prolonga a actividade das hormonas incretinas, nomeadamente, GLP-1 e GIP. As hormonas incretinas são hormonas são hormonas produzidas no intestino e libertadas em resposta à ingestão de nutrientes orais. A sua função é a de potenciar a secreção de insulina pelas células β pancreáticas como resposta à subida dos níveis de glicemia após a ingestão de uma refeição. Esta capacidade das hormonas incretinas potenciarem a secreção de insulina induzida pela glicose tornou-as alvo atractivos da terapêutica antidiabética. A sitagliptina e avildagliptina, exemplos de inibidores da DPP-IV, apresentam resultados ao nível do controlo glicémico bastante satisfatórios. Para além de conseguirem reduzir os níveis de glicose plasmática em jejum, diminuem também os valores de HbA1C. A análise deste último parâmetro pode revelar o grau de controlo glicémico dos últimos dois a três meses. Actualmente, em Portugal já existem produtos comercializados que englobam na sua formulação dois princípios activos. Estas associações terapêuticas apresentam mecanismos de acção complementares, permitindo um melhor controlo glicémico e uma maior adesão do doente à terapêutica.       
             Uma nova abordagem na terapêutica da diabetes tipo2. 
                                                               Sancho Miguel.

Na Homeopatia:

*ela pode ajudar a regular o índice de açúcar no sangue;
*ajuda a resolver transtornos metabólicos;

A homeopatia ajuda a estimular o organismo de auto cura, poderes para prevenir problemas de saúde relacionados à doença, tais como glaucoma, o endurecimento do fígado, hipertensão, depressão, arteriosclerose, insuficiência renal, processos reumáticos, doenças cardíacas, etc (LYNN HARDY, 2012).

*ajuda a equilibrar o organismo através da terapêutica, melhorando a resistência do indivíduo, ajudando a lidar com processos inflamatórios e afins.
*sua glicemia é afetada por acontecimentos externos como mudança de clima,
*pode ser afetada pelo stress,
*é afetada por problemas sentimentais com família, amigos e trabalho.

De forma geral, o uso do phosphorous , Codenium e Aconitum são homeopatias que ficam bem marcadas na ajuda do tratamento homeopático e acabam servindo para todos.


A pata de vaca, dentro da fitoterapia pode ser usada, porque ajuda nesse controle da glicemia. Acreditamos que seja hoje a fitoterapia mais usada. Entretanto podemos pensar em algumas ajudas de muita valia, são ervas que ajudam a controlar o endurecimento do fígado e outras que ajudam na digestão dos alimentos, evitando que a gordura se acumule.

Quando existe a obesidade está diretamente ligada, podemos pensar em Fucus vesiculosus, Thyroidinum, Calcarea carbônica.

Para os processos inflamatórios: Arnica montana , Rhus toxicodendron , Belladonna , Aconitum napellus, Symphytum officinale, Hypericum perforatum.

Você deve saber que:

Para detectar a doença, é importante realizar o
exame básico - chamado glicemia de jejum -
que deve estar entre 70 mg a 110 mg por 100 ml de sangue.
Um valor entre 140 mg e 199 mg acusa um quadro de pré-diabetes.
Porém, acima de 220 mg, o diagnóstico é de diabetes.

Referencias:

LYNN HARDY, N. D.. Homeopathy effective in diabetes treatment. Disponível em: .

DR. CARLOS LIMA MELO, médico homeopata

Sancho Miguel - http://hdl.handle.net/10284/1149


Homeopatas dos Pés Descalços
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