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sábado, 20 de julho de 2013

ACÁCIA NEGRA OU BARBATIMÃO PARA OS ÍNTIMOS



BARBATIMÃO
Nome científico: Stryphnodendron barbatimam Mart.
Sinonímia popular: uabatimô, casca da virgindade, paricarana
Sinonímia científica: ACÁCIA ADSTRINGENS MART
Parte usada: Cascas


FITOTERAPIA NA DISMENORRÉIA

TINTURA DE ACÁCIA (200 ml), utilizando-se 50 gotas da tintura em meia xícara de água, três vezes ao dia, junto com a seguinte composição, na forma de pó encapsulado:Cipó de Junco; J. oficinalis; Periandra sp; Barbarosa; Baldwuinia sp e A Nigrans, tomando uma cápsula três vezes ao dia, junto com a tintura acima indicada.
Anderson Vilas Boas



Pesquisadores de Alagoas desenvolvem remédio que cura verrugas do HPV

Um remédio fitofarmacêutico desenvolvido por pesquisadores brasileiros a partir da casca de uma árvore é capaz de eliminar totalmente, sem dores nem efeitos colaterais, as verrugas genitais causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV), a doença sexualmente transmissível mais comum no mundo.
"A partir de um produto natural que é utilizado como medicamento pelos índios há séculos obtivemos uma pomada que alcançou uma eficácia de 100% nos casos de verrugas genitais e perianais que tratamos", disse à Agência Efe o médico Luiz Caetano, pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e um dos coordenadores de medicina.
O fitofarmacêutico foi obtido a partir de um extrato da casca do barbatimão-verdadeiro (Stryphnodendron adstringens), uma árvore muito comum no litoral brasileiro e que a medicina popular usa como cicatrizante, bactericida, anti-inflamatório e antisséptico.
O extrato também é conhecido por sua capacidade de contrair o tecido do canal vaginal, por isso em algumas regiões é conhecido como a "casca da virgindade", o que fez com que os pesquisadores da UFAL se interessassem por experimentar sua capacidade para contrair os tecidos das verrugas.
Um estudo de 12 anos permitiu à equipe de Caetano verificar a eficácia da planta para tratar as verrugas genitais, que são o principal sintoma do vírus e cujo atual tratamento inclui até cauterização.
"Alguns dos tratamentos existentes para as verrugas são invasivos; podem afetar áreas divisórias e causam a deformação do tecido, entre outros problemas. Além disso, seu índice de cura é de no máximo 75%, mas com relatos de ressurgimento das lesões", explicou o especialista.
De acordo com Caetano, a pomada desenvolvida pela UFAL conseguiu eliminar sem dores nem problemas colaterais as verrugas de todos os 46 pacientes que foram tratados nos testes clínicos.
A fórmula secou as verrugas em apenas dois meses até reduzi-las a finas lâminas que podem ser retiradas com facilidade e sob as quais o tecido se cicatriza sem dificuldades.
"Entre os pacientes tratados havia homens, crianças, mulheres grávidas, idosos e até portadores do vírus da aids, ou seja, pessoas com imunodeficiência, e todos tinham o diagnóstico da doença", relatou Caetano.
"Os pacientes foram submetidos a revisões médicas durante três anos e no final do processo foi verificada a eliminação completa das verrugas sem ressurgimento de lesões. No local tratado não ficaram manchas nem qualquer indício de lesão", acrescentou.
Os médicos também estão fazendo testes para tratar alguns tipos de câncer provocados pelo HPV, vírus considerado uma das principais causas do câncer do colo do útero, de pênis e do ânus.
Atualmente existe no comércio uma vacina que imuniza com relativo sucesso as mulheres contra o HPV, mas até agora não há nenhum produto que trate o câncer causado pelo vírus.
"Nosso trabalho para tratar o câncer do colo do útero com a fórmula é incipiente, mas mostra grandes possibilidades de sucesso. No entanto ainda são necessários muitos testes e estudos antes de anunciar qualquer coisa", afirmou.
Segundo Caetano, um dos experimentos conseguiu reduzir o nível de gravidade de câncer no colo do útero de uma paciente do grau 2 até o grau 1.
Apesar dos testes também mostrarem que a substância é capaz de reduzir a carga viral do HPV e diminuir o volume de vírus no organismo, os pesquisadores até agora não pensaram em experimentá-la para tratar diretamente o vírus.
Caetano acrescentou que os resultados dos estudos foram publicados em cerca de 150 países e que a UFAL já solicitou a patente sobre a fórmula no Brasil, um processo que pode demorar cerca de quatro anos, assim como nos Estados Unidos.
"Quanto à comercialização, já estamos em negociações com três laboratórios brasileiros para a possível colocação do produto no mercado interno, o que ainda depende da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)", declarou.
Fonte: Agência EFE/Portal Terra, 03/05/2013





A Acácia na Lenda de Hiram Abif
 
“..., conduziram-no, ao cair da noite, para o Monte Moriah, onde o enterraram, assinalando a sepultura com um ramo de acácia.” (Ritual de Mest\).
 
“Quando, extenuados, os exploradores chegaram ao local de encontro, seus semblantes desencorajados só expressaram a inutilidade de seus esforços. ....Caindo literalmente de fadiga, (um) .... Mestre tentava agarrar-se a um ramo de acácia. Ora, para sua grande surpresa, o ramo soltou-se em sua mão, pois havia sido enterrado numa terra há pouco removida.” (Oswald Wirth).
 
“Os Mestres que foram na procura do Mestre Hiram Abif, encontraram um monte de terra que parecia cobrir um cadáver, e terra recentemente removida; plantaram ali um ramo de acácia para reconhecer o local. Conforme outra versão, a acácia teria brotado do corpo do Respeitável Mestre morto, anunciando a ressurreição de Hiram”. (Manual de Instrução para o Grau de M\ M\ da Gr\L\ de Chile).
 
Mesmo que a morte de Hiram Abif seja um dos fatos mais importantes dentro da ritualística do 3º Grau, não resulta estranho que existam diferentes versões derivadas de diferenças nas  traduções tanto da Bíblia como de antigos Rituais maçônicos. Mas todos eles coincidem com que na sua sepultura surge um ramo de acácia.
 
 
A Acácia na Botânica.
 
A acácia é uma árvore leguminosa de madeira dura; muitas espécies produzem goma-arábica e outras fornecem caucho, guaxe (fruto comestível), tanino e madeiras de grande valor. Todas as espécies produzem flores perfumadas brancas ou amarelas, sendo muito usadas como adorno. A acácia, com suas quase 400 variedades, existe praticamente no mundo todo: América do Norte, Ásia, Índia, Egito, Norte da África, China, Austrália, etc. A acácia é universal. No Brasil a espécie acácia negra constitui uma das riquezas de Rio Grande do Sul.
 
A acácia de Egito tem a particularidade de ser uma árvore espinhosa e autores maçônicos especulam que a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus era de este tipo de acácia. No hebraico antigo o termo shittah é usado para acácia sendo seu plural shittin. No texto original grego do Novo Testamento o termo usado é akanqwn (akanthon) que foi traduzido ao português tanto como acácia e como acanto, e que também pode significar espinho, espinhoso, etc. Esta palavra grega aparece em várias passagens da Bíblia mencionando a coroa de espinhos e também a árvore shittah. O Irmão Olintho de Almeida declara que “a coroa de acácia espinhosa na cabeça de Jesus, é símbolo de sabedoria”. Mas como devemos interpretar o gesto dos soldados romanos quando coroam a Jesus com espinhos? Podemos entender como mais um ato de crueldade com um sentido unicamente burlesco ou será que, aparentemente, houve alguém que conhecendo a simbologia encetada no ramo de acácia induziu à soldadesca a usar este tipo de coroa?
 
 
A Acácia na Antigüidade
 
Os povos antigos tiveram um respeito extremado pela acácia chegando a ser considerado um emblema solar porque suas folhas se abrem com a luz do sol do amanhecer e se fecham ao desaparecer o sol no fim do dia; sua flor imita o disco solar. Para os egípcios era uma árvore sagrada como, igualmente para antigas tribos árabes. O sentimento dos israelitas pela acácia começa com Moisés, quando na construção dos elementos mais sagrados é utilizada á acácia (Arca, Mesa, Altar) pélas suas características de resistência á putrefação.
 
 
A Acácia na Bíblia
 
“Plantarei no deserto o cedro, a árvore da sita, e a murta e a oliveira...” (Isaias 41:19). Como já temos visto no hebraico, shitat é o singular de acácia, mas na versão da Bíblia de João Ferreira de Almeida é traduzido como sita. Aliás, sita não aparece no Dicionário Brasileiro da Mirador.
 
“Também farão uma arca de madeira de cetim...” (Êxodo 25:10)
“Também farás uma mesa (dos pães da proposição) de madeira de cetim...” (Êxodo 25:23)
“Farás estes varais (para transportar a mesa) de madeira de cetim...” (Êxodo 25:28)
“Farás também as tábuas para o Tabernáculo de madeira de cetim...” (Êxodo 26:15)
“Farás também cinco barras de madeira de cetim ...” (Êxodo 26:26)
“E o porás sobre quatro colunas de madeira de cetim ...” Êxodo 26:31)
“E farás para esta coberta (do Tabernáculo) cinco colunas de madeira de cetim ...” (Êxodo 26:37)
“Farás também o altar de madeira de cetim ...” (Êxodo 27:1)
“Farás também varais para o altar, varais de madeira de cetim ...”(Êxodo 27:6)
Aqui João Ferreira de Almeida usa a expressão madeira de cetim e, conforme o Dicionário Brasileiro da Mirador cetim deriva do árabe zaituni e serve para designar um tecido de seda ou algodão macio e lustroso. Considerando que os estudiosos concordam que a Arca, a Mesa e o  Tabernáculo foram construídos com acácia que existia no deserto (Isaias) por ser imputrescível, incorruptível e inatacável pelos predadores naturais, acreditamos que madeira de cetim é, no significado correto, madeira de acácia. Não poder-iam elementos de sustentação ou de transporte serem construídos com seda.
 
“E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim ...” (Números 33:49)
Abel-Sitim no hebraico significa Vale das Acácias lugar que ficava 40 kms ao sul de Bete-Sita, mas não aparece nos Atlas modernos.
 
“... e o exército fugiu para Zererá, até Bete-Sita ...” (juizes 7:22)
Bete-Sita no hebraico significa Lugar da Acácia que no Atlas moderno aparece localizado no paralelo 32 e 30’ ao lado do rio Jordão.
 
A Bíblia é rica em alusões da madeira de acácia dando para ela usos sagrados o que, por sua vez, a converte em uma árvore sagrada.
 
 Ethiel Omar Cartes González
 
BIBLIOGRAFIA
 
Siete e más ....                         Juan Agustín González M.(1955)
Manual do Gr\ de M\     G L de Chile (1970)
Ritual do Terc\ Gr\           Mac\ Simb\ do Brasil (1975)
Árvores e seus simbolismos       Descartes de Souza Teixeira (Revista A Verdade, GLESP, Jan/Feb 1995)
A Simbólica Maçônica  Jules Boucher (1996)




O FLORAL DA ACÁCIA

Normalmente usado para restabelecer a força e a coragem. A certeza de estar no caminho certo. Confiança em si mesmo e perseverança nas suas vontades próprias.

Uma espécie única, mantenedora da história, do tempo e de todo o nosso respeito. o mundo começa a descobrir o quanto pode se beneficiar de coisas simples, porque simples deveria ser as nossas vidas. 

Homeopatas dos Pés Descalços
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