AMSK PARTICIPA DA 48ª PAUTA FEMININA PROMOVIDA PELA PROCURADORIA ESPECIAL DA MULHER DO SENADO FEDERAL


A convite da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal a presidente da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil), Elisa Costa, participou da mesa de debates, promovida na 48ª Pauta Feminina, sobre os resultados e desafios da 2ª Conferência Nacional da Saúde das Mulheres.
Avaliação do atendimento as mulheres nos serviços públicos de saúde e do grau de transversalidade das políticas públicas setoriais e de direitos para a aplicação de uma Política Nacional de Saúde com equidade, sem preconceito e discriminação, foram destaque nos debates.
A AMSK/Brasil salientou a necessidade de promoção à participação das mulheres romani (ciganas) nos espaços de discussão das políticas públicas de saúde, e o fortalecimento das capacidades institucionais do Sistema Único de Saúde sobre as especificidades dessa parcela da população brasileira pertencente ao Povo Rom (os assim chamados ciganos).
Saiba mais sobre o encontro realizado pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, Secretaria da Mulher e Bancada Feminina da Câmara dos Deputados.
Assista o debate na íntegra: http://bit.ly/2ywlL3N
Veja fotos: https://flic.kr/s/aHskqozw37

OPAS/OMS aprova “A Política sobre Etnicidade e Saúde” que defende o direito a saúde dos povos indígenas, afrodescendentes, povo rom e outros grupos étnicos da região das Américas



Convidada pela Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) e com a indicação do Ministério da Saúde do Brasil, a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil) participou nos dias 25 e 26 de setembro de 2017, na 29ª Conferência Sanitária Pan-Americana, realizada em Washington, DC, Estados Unidos. A Conferência é a autoridade suprema da OPAS/OMS e se reúne de cinco em cinco anos para determinar políticas gerais.

A AMSK/Brasil foi representada por Ariadyne Acunha, participou das atividades de apresentação do documento construído de maneira participativa e democrática com os países e representantes dos principais grupos étnico-raciais da região, sendo aprovado por unanimidade, a “Política sobre Etnicidade e Saúde” na região das Américas. Os povos indígenas, afrodescendentes, a roma - povo rom e membros de outros grupos étnicos são contemplados com o compromisso dos países das Américas em promover no sistema de saúde uma abordagem intercultural e com equidade.

Esta política baseia-se no reconhecimento das diferenças que existem entre diferentes grupos étnicos, tanto dentro como entre países, bem como o reconhecimento das diferenças em seus desafios, necessidades e respectivos contextos históricos, e a necessidade de uma abordagem intercultural da saúde de um nível de igualdade e respeito mútuo que contribua para melhorar os resultados da saúde e avançar para a saúde universal. Para tanto, é necessário reconhecer o valor da cultura e fornecer diretrizes que ajudarão os países a criar soluções conjuntas e a comprometerem-se a desenvolver políticas a partir da perspectiva de diferentes grupos étnicos, considerando a perspectiva de gênero, a perspectiva da vida, promoção e respeito pelos direitos individuais e, para os povos indígenas, direitos coletivos.

A OPAS/OMS enfoca cinco linhas estratégicas para melhorar a saúde de grupos étnicos:
  • ·         Produção de evidências, com foco na separação de dados por etnia;
  • ·         Ação política para identificar e acabar com lacunas na política;
  • ·   Participação social para construir e fortalecer parcerias com populações étnicas e reconhecimento dos conhecimentos ancestrais e da medicina tradicional;
  • ·         Fortalecimento dos modelos de saúde intercultural; e
  • · Desenvolvimento de capacidades entre profissionais de saúde e trabalhadores de saúde comunitários.


Saiba mais...

Leia a íntegra do documento aprovado.

29th Pan American Sanitary Conference
69th Session of the Regional Committee

Link de Notícias

Países de las Américas se comprometen a mejorar la salud de los pueblos indígenas, afrodescendientes y romaníes

Países das Américas se comprometem a melhorar saúde de populações indígenas, negra e povos ciganos

29.a Conferência Sanitária Pan-Americana (documentos da conferência) 69.a Sessão do Comitê Regional da OMS para as Americas http://new.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=article&id=13497&Itemid=2105&lang=pt

Conferencia Sanitaria Panamericana de OPS cierra con el acuerdo de una nueva agenda de salud para las Américas hasta 2030 http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=article&id=13757&Itemid=135&lang=es

Vídeos das palestras



PLS 174/2017 VOTE SIM PELA DIGNIDADE DOS TERAPEUTAS NATURISTAS O BRASIL



Prezado Senador Telmário Mota - PTB/RR

Ajude a escrever essa parte da história 
das medicinas tradicionais do osso País. 
O atendimento e o entendimento sobre esse
 olhar, faz com que respeitemos nossas 
tradições, nossas formas de atender e de
 ajudar nessa construção, de um Brasil que
 valoriza todas as formas de cuidar que a 
saúde pode estabelecer. Aprovar esse 
projeto de lei traz a possibilidade de mais 
formação, mais informação e mais 
dignidade a profissão.

a todos e todas,

nos ajudem a construir um Brasil mais justo
 e igualitário o cuidado de nossas práticas 
terapêuticas tradicionais. 

VOTE SIM

Nós da AMSK/Brasil, apoiamos essa 
forma de cuidar, que respeita as inovações, 
as tradições e a 
ancestralidade.

PLS 174/2017

PROJETO DE LEI DO SENADO nº 174 de 2017

Autoria


Ementa
Regulamenta o exercício da profissão de terapeuta naturista.

HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE/Gel



Imagem: Profª Ivani Ferreira.


HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE

Duração do Procedimento: 40 a 60 segundos.

1.     Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se a pia;
2.     Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
3.     Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si.
4.     Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.
5.     Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais.
6.     Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa.
7.     Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa.
8.     Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa.
9.     Esfregar o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando movimento circular e vice-versa.
10. Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabonete, no sentido dos dedos para os punhos. Evitar contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.
11. Secar as mãos com papel toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos. Desprezar o papel toalha na lixeira para resíduos comuns.

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS COM PREPARAÇÃO ALCOÓLICA PARA AS MÃOS (álcool gel)

Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos.

1.     Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do produto para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
2.     Friccionar as palmas das mãos entre si.
3.     Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.
4.     Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados.
5.     5. Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa.
6.     Friccionar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa.
7.     Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fazendo um movimento circular e vice-versa.
8.     Friccionar os punhos com movimentos circulares.
9.     Deixar as mãos secarem naturalmente, sem utilização de papel toalha.


Referencia: Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/Agência Nacional de Vigilância Sanitária.– Brasília: Anvisa, 2010.

MULHERES ROMANÍ LUTANDO PELA EQUIDADE EM SAÚDE

e bem na estampa da conferencia, lá estava ela - Elisabethe Martinho/AMSK - RJ.
(na primeira fileira - la em cima, nas regionais no Rio de Janeiro)



Convocada a 2ª Conferência Nacional da Saúde das Mulheres

        Em maio desse ano o Conselho Nacional de Saúde, por meio da portaria nº 1.016 de 2016, convocou a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, prevista para acontecer no segundo semestre de 2017. Com o tema central “Saúde das mulheres: Desafios para a integralidade com equidade”, a conferência terá como objetivo propor diretrizes para a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres.

        O eixo principal da Conferência será a Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres, contemplando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres e as políticas de equidade: da população Negra (racismo, desigualdades étnico-raciais e racismo institucional), da População LGBT (discriminação por orientação sexual e identidade de gênero/preconceito e estigma social), da População em situação de Rua (reconhecimento dessas pessoas como cidadãos de direitos), da População do Campo, da Floresta e das Águas (redução de riscos decorrentes dos processos de trabalho e das tecnologias agrícolas).

        As etapas da 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres estão previstas para acontecer em março de 2017, sendo a etapa nacional prevista para os dias 17 a 20 de agosto. A primeira Conferência Nacional de Saúde e Direitos da Mulher aconteceu em 1986, e após 30 anos retoma as discussões e reúne as mulheres para pensar a política nacional de saúde. A expectativa do CNS é que esta Conferência seja a efetivação do Controle Social no SUS para a saúde das mulheres.

A AMSK/Brasil esteve representada com duas integrantes - delegadas nacionais, mas lutamos por todas as mulheres de etnia rromani.

Todas as proposições feitas nos eixos, em que a saúde da mulher cigana apareceu, ela foi aceita, votada e aprovada. Destaque para Sônia - de etnia Lovara/DF que teve sua proposta colocada e aceita desde as estaduais.

Mulheres da AMSK/Brasil
Saúde e respeito para todas as mulheres pertencentes de povos e comunidades tradicionais.

MULHERES ROMANI (CIGANAS): ROSTOS E IDENTIDADES

AMSK LANÇA A PUBLICAÇÃO
MULHERES ROMANI (CIGANAS): ROSTOS E IDENTIDADES


Cigana. Romi. Calin, Sinti e tantas outras - Mulheres brasileiras de etnia romani (cigana). Quem são elas? Quais são suas especificidades, suas necessidades, seus anseios? Que direitos são respeitados? Que direitos são violados? Que imagem foi construída sobre essas mulheres e o quanto ela reforça estereótipos, alimenta preconceitos, enseja atos de discriminação?

Foi a partir destas inquietações que nasceu a publicação Mulheres Romani (Ciganas): Rostos e Identidades. Nela, um grupo de mulheres, ciganas e não ciganas, se debruçam sobre estes temas, lançando um olhar que pretende desvelar esse mundo ainda tão marcado pela invisibilidade, pelo não reconhecimento, pela violação de direitos.

As mulheres romani (ciganas) estão presentes no Brasil desde o século XVI. A primeira referência feita a sua presença no país data de 1549, em uma carta enviada à Companhia de Jesus, pelo Padre Manuel da Nóbrega. Nela, ele faz menção a mulheres que andavam vestidas em trajes de Ciganas, com panos de algodão. É de 1562 o primeiro registro oficial da chegada de ciganos no Brasil. O documento faz referência ao Sr. João Gicliano, homem romani, natural do “Reino da Grécia”, que desembarcou no Brasil com sua esposa e 14 filhos.

Hoje, mais de 450 anos depois, o rosto das mulheres romani (ciganas) do Brasil segue sendo muito pouco conhecido. Pertencentes a diferentes grupos étnicos e presentes em todas as regiões do país, essas mulheres trazem consigo as marcas da invisibilidade e da perseguição sofrida pelos povos romani (ciganos), da luta pela preservação de sua cultura e de suas tradições e pelo reconhecimento de suas identidades e especificidades.

Unidas pela crença de que o conhecimento e a informação qualificada são fundamentais para desconstruir preconceitos e superar o racismo e a discriminação racial e étnica, Elisa Costa, Jamilly Rodrigues Cunha, Marcia Vasconcelos e Olga Mariano se debruçam sobre os temas das identidades, das imagens e representações presentes no imaginário ocidental sobre as mulheres romani (ciganas) e seus impactos sobre a mídia, dos processos de construção da cidadania e de acesso às políticas públicas. Com essas reflexões pretendemos oferecer uma contribuição para que essas mulheres, cidadãs brasileiras de etnia romani (cigana), sejam de fato reconhecidas como sujeitos de direitos, em sua diversidade e especificidade, e em sua contribuição à história e à cultura brasileira.

Publicação disponível em:

Por Marcia Vasconcelos
AMSK/Brasil


A PERSONALIDADE HOMEOPÁTICA DA PENICILINA - O MOFO

A PERSONALIDADE HOMEOPÁTICA DA PENICILINA - O MOFO

Ou

Quando decidimos construir nossa vida, na periferia de nós mesmos.



Isso mesmo, vamos falar do Mofo.
Vilão e herói, eis aqui um sujeito estranho, admirado por muitos e um vilão desde sempre.
Sorrateiro e imprevisível, ele faz parte da vida de todos aqueles que não estão em redoma de vidro .... Ou seja, não adianta fugir dele. Mais dia, menos dia, ele vai bater a sua porta, cruzar as paredes, subir pelos muros ou mesmo, chegar com a chuva.

O curioso de tudo isso, é que o mofo traz uma estranha semelhança com o mundo já vivido em outras eras e em outros séculos, pertence a toda indicação feita a lugares languidos e por fim, não há nada, mas nada mesmo que o tire dos dias atuais.



Física e emocionalmente falando.

Ele está de volta, ou melhor, ele jamais foi embora.

Há uns 30 anos atrás, mais ou menos, ouvi de um professor, as portas de sua aposentadoria, já com 76 anos, a seguinte advertência: “Cuidem das doenças ditas: já erradicadas. Cuidem de que a miséria e a pobreza sempre trarão consigo novas formas dessas doenças. Cuidem do excesso do medo e dos remédios milagrosos. Cuidem de viverem de olhos abertos, direto no nascedouro do problema, o resto ou é estética, ou cinema. ”

É claro que a coisa ficou feia, teve até bate boca. Mas ele estava certo. Não foi previsão do futuro, foi observação e cuidado com a vida alheia. Hoje andamos novamente de volta com a sífilis, com os carrapatos, com a leptospirose, com o mofo e com a lepra (hanseníase) e a tuberculose.
Não sei se hoje aos 52 anos, posso dizer algo diferente dele. Creio que não.

Somos semente e como semente contemos tudo do que precisamos dentro de nós. Somos a semente, o tronco, as folhas e o fruto. Pena que essa capacidade de percepção ficou fragilizada, dentro de um cotidiano vazio e devastador. O mofo não está nas coisas, está em nós.

Onde ele está?

Em tudo.

Simples assim. Esse fungo também chamado de bolor, pode estar tanto nas paredes da sua casa, no chão da rua, no pão que está no seu armário de mantimentos, no seu cabelo, nas suas unhas e até nas frutas da geladeira.
Gosto de mofo. Todo mundo sabe como é.
A toxicidade por mofo é considerada difícil de detectar e entra no hall das alergias. Daqueles testes que fazemos e que dá a tudo.
Umidade e calor, esses são dois aspectos físicos e internos aos quais precisamos observar. O mofo cresce exatamente aí. Como eles não andam sozinhos, precisamos nos ater as bactérias, um prato cheio para as infecções que jamais vão embora.

Sintomas mentais de PENICILLINUM

1 Depressão psíquica que piora pela manhã; tudo é triste.

2 Atividade cerebral incrementada, seguida rapidamente de considerável astenia e obscurantismo intelectual.

Exemplos: Usados e fabricados fora do Brasil, 
Penicillium Candidum 4CH 5CH 7CH 9CH 15CH 30CH
Penicillium Roquefortii – nosódio/D4 até D200 – C3 até 1MK

Penicillium notatum – D9 até D200/C5 até 10MK

Penicillinum Isoterapico -  benzilpenicilina sodica.

Alguma biografia:

Penicillium glaucum. Whiting, A. Br Homeopath J; 34(4): 180, dec. 1944. Artigo em Inglês | HomeoIndex (homeopatia) | ID: hom-2954 




Problemas de memória, confusão mental, falta de foco. Esses são os sintomas emocionais dessa personalidade homeopática. São espelho. Corpo e mente estão frente a frente, sem meio termo. É claro que pode ocorrer contaminação externa e os sintomas estão lá, mas, na gravidez, essa estrutura pode se estabelecer. Na velhice também, quando vemos as pessoas retornarem para os ambientes onde nasceram, sem se dar conta das estruturas as quais lhe parecem familiar.

Fadiga, fraqueza, mal-estar – antes de qualquer outro sintoma, entretanto é aí que podemos nos ater as infecções. Sabe aquela frase: Parece que vou gripar.

Cãibras, dor nas articulações, dores pelo corpo   - o mofo faz isso, estagna, paralisa e contamina. Retira a vida dos processos.

Dormência e formigamento – Consequências comuns, difíceis de ligar uma coisa com a outra. Assim como a dor de cabeça, se manifesta mais pela manhã ao acordar.

Dor de cabeça – um sintoma comum, mas sempre seguido do cheiro do mofo. Ela é chata e persistente.

A sensibilidade à luz, com olhos vermelhos e a visão turva ou embaçada, podem vir juntos – bem comum para quem trabalha nesses locais e se acostuma com o mofo.
Olhos embasados com a sensação de frio interno – dentro deles – isso é próprio das alergias, mas segue um alerta para a contaminação por mofo.

Rinite, sinusite, tosse, asma – para quem já sofre desses desequilíbrios, fica complicado diferenciar os sintomas, mas, eles podem ser a própria deficiência em questão. Muitas vezes se ignora o mofo e apenas se identifica essas questões, fazendo referencias como: todo ano nesse período me ataca a rinite.

Tremores, Vertigem, Sede excessiva, Aumento do volume da urina são secundários, acompanham esse desequilíbrio, raramente se dão a partir deles. Quando eles se fazem notar, você já está com o processo estabelecido.

Dor, náuseas, diarreia, alterações do apetite (especialmente pelo gosto do alimento) e incômodos abdominais, podendo chegar a cólicas.

Tem as variações do clima. Você sente muito calor e lá fora o tempo fecha e cai aquela chuva. Calor e umidade podem ser sintomas físicos, assim como ocorre no período com maior expansão do mofo – relacionado ao tempo.

Gosto metálico – frequentemente notado, após contato respiratório.

Você imagina que está ganhando peso – é inchaço. O mofo estagna a circulação, assim como contamina o ar.

Suores noturnos ou outros problemas com a regulação da temperatura especialmente quando achamos que nosso corpo está sempre quente – isso é um super sintoma para investigação.

Uma ajuda possível:


Melaleuca – informações gerais

Problemas respiratórios: resfriados, gripes, infecções de garganta, dos brônquios, sinusite, dor de ouvido, asma, bronquite, catarro, tosse, tuberculose.
Cuidados íntimos: candidíase, herpes (labialis, genitalis e zoster), infecções vaginais, urinárias, leucorréia. Por suas propriedades fungicidas, ajuda a tratar inflamações vaginais causadas por fungos, além de ser útil no tratamento de infecções genitais em geral. Também é um anti-séptico do aparelho urinário, que alivia problemas como a cistite.
A Melaleuca alternifolia é usada para aliviar os sintomas próprios do pé-de-atleta e para eliminar verrugas, úlceras, acne, eritemas solares, piolhos e candidíase vaginal. A Melaleuca leucadrendron é recomendável em casos de sinusite, bronquite, infeções estomacais, lombrigas, reumatismo, nevralgias, contrações musculares, gota e diversas infeções cutâneas. O óleo da Melaleuca cajuputi usado como analgésico e anti-séptico, como da M. leucadrendron.


Alimentação – uma ajuda mais que possível



Líquido – além de seguir a regra dos 2l de água por dia, segue-se também a ideia geral da limpeza de uma casa contaminada por mofo.
Limão, laranja e tangerina caem super bem. O chá da casaca da laranja pode ajudar, assim como o chá do alecrim seco e da maçã seca. Pode ser gelado.

Cortar o leite e derivados, segue aquela atenção a agilidade do corpo. Coma menos e mais vezes ao dia. Alimentos com conservantes, podem e devem ser eliminados da sua vida: radicalmente mesmo, não servem para nada, só pioram.

Lavar bem, todo e qualquer alimento, além de comprar pouco, mas alimentos frescos, resolve muito. Troque bolachas recheadas por biscoitos de polvilho, petas, cuscuz e tapioca.
Se você não gosta de comidas amargas e costuma dizer que de amargo basta a vida, saia disso rápido. Ative e estimule os sabores. Faça uma farofa de jiló, misturada com azeitona e ovo. Fica ótima, sem gosto amargo e ajuda no estímulo.

Verifique se está evacuando normalmente e se não estiver, trate de cuidar disso. Suco de mamão com ameixa ajuda bastante, assim como aveia e banana.
Limpe o que está a sua volta, senão pode colocar mofo na boca sem se dar conta disso. Lave a tampa do chuveiro por exemplo, aquela sujeirinha .... é mofo.
Vá tirando o plástico dos potes e substituindo por vidro, é mais higiênico.
1 colher de sopa de vinagre de maçã, num copo de água toda manhã faz muito bem, assim como temperar as saladas com limão ou azeite.

Prefira torradas, pães na chapa, esquentados e assados com alho.
Alimentos como cenoura cozida ou refogada, abobrinhas e morangas, são uma boa dica.
Nas saladas cruas – super bem lavadas e deixadas de molho no vinagre ou na gotinha da água sanitária, tempere com limão.


O sol faz toda a diferença, portanto, capsulas de vitamina D são essenciais para essa personalidade homeopática. Para além disso, cuide se morar perto da praia: madeiras, carpetes e tapetes são simplesmente seu maior inimigo. Deixe o ar entrar na sua casa. Nenhum mofo resiste ao sol, ao sal, ao vento e ao espaço limpo.

Homeopatas Dos Pés Descalços

EDUCAÇÃO E SAÚDE = DIREITO E RESPEITO

23 de jan de 2019 03:38         CIGANOS/AS CURSARÃO  DIREITO, MEDICINA, FIS...