BELLIS PERENNIS "UMA MARGARIDA COM AMOR"



BELLIS PERENNIS

(a personalidade da MARGARIDA)


Eis a amiga dos que sofrem com furúnculos e com equimoses. Ela é amiga dos que passam por dificuldades físicas, com traumas físicos, machucaduras e etc...faz sentido. A margarida parece frágil e no entanto é bastante forte, chegando a ser comparada a arnica e sendo apontada como complementar de Vanadium. 






A fadiga e o sangue grosso (bem como suas consequências), são de fato as duas impressões das quais devemos nos ater. Mostram o quão forte ela é. Na resistência e na força que possui, está ligada a pessoas que se esgotaram, de dentro pra fora.

Cuida das congestões venosas, então pense nela sempre que quiser olhar as erisipelas. Sua resistência ao frio, traz a sua força e o adoecimento na gravidez, as dores de quadris, o peso do abdômen com dolorimento.


Foi testada também nos traumatismos dos quadris e se revelou uma grande amiga.

A margarida sofre calada, suporta a vida como uma raiz, mas no fundo ela é a bela cheia de vida – vivaz. Quando o corpo e os quadris não aquentam a gravidez, pensamos em Bellis Perennis.


Sempre colocada em segundo plano, ela representa a união de estados e condições. Uni nossos aspectos físicos com os emocionais e faz com que essa linha tênue do equilíbrio aconteça.

Da mesma forma que abre suas pétalas para o céu, ela se reinventa e permanece ali, de frente para a luta, delicadamente preparada, suavemente pronta e seguramente forte. As grávidas agradecem.

Fisicamente, Burnett a considerava para o câncer precedido de traumatismo, neste caso, especialmente falando o câncer de mama.

Sua administração é feita em TM ou DH3.

Segue abaixo um texto bastante útil e totalmente aplicável, ele trata do uso da Bellis Perennis nos florais.

A Virtude da Margarida

(Por: Rosangela Vecchi Bittar)

É originária da Europa, Ásia e Brasil floresce em jardins e  nos campos o ano todo,suporta frios intensos. Pertence a família botânica das Compostas,dentre suas várias espécies
temos as de nome botânico: Chrysanthemum Maximum e Bellis
perenis (bellis de bela e perenis de vivaz), suas folhas são largas e pecioladas dispostas em roseta na base do pedúnculo floral piloso. Suas flores são amarelas ao centro e pétalas brancas e inodoras que se abrem durante o dia seguindo o sol. Foi cantada por muitos poetas e representada em tapeçarias da Idade Média e Renascença.

A Margarida como planta medicinal possui propriedade antiinflamatória,diurética, depurativa, sudorífera, expectorantes tônica e vulnerarias.Misturada ao dente de leão revitaliza o fígado, suas folhas esmagadas e usadas em compressa aliviam contusões e entorses. Como essência floral, temos no Sistema Floral Francês chamada de Pâquerette e a Califórnia Shasta Daisy atua no mental atua na sinterização de informações oriundas de diversas origens. Sua qualidade principal é síntese, união e integração. Indicada para aqueles que coletam informações diversificadas e encontram dificuldade de integrá-las de forma coerente ao todo, isto significa que ela vai auxiliar a estudantes, professores, escritores, pesquisadores, pessoas que trabalham com projetos e projeções que necessitam de grande esforço intelectual, visão global e organização mental. Para aqueles com grande capacidade de análise, mas pouco poder de síntese concede um fio condutor e favorece a concentração.


Equilibra o hemisfério esquerdo e direito do cérebro, favorecendo a intuição. Também reintegra o aspecto emocional. É uma essência interessante para reintegração da memória ou a organização de conhecimentos aprendidos. No Sistema de Minas daqui do Brasil temos a essência floral Marguerites feita com espécie Chrysanthemum Leucanthemum L. com indicação similar ao já mencionado.


A flor representa uma mandala com muitas pétalas que representam os diversos conhecimentos que convergem para o centro onde se processa as informações que gerará um resultado que é a sintetização das informações processadas.
Rosangela Vecchi Bittar
Terapeuta Especialista pela Universidade Federal de Pernambuco
Pesquisadora com Terapia Floral - Mestre em Reiki
Aromaterapeuta - Cromoterapeuta
Coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares da
Associação Brasileira de Alzheimer ABRAz– Regional Pernambuco
Terapeuta Floral Voluntária da Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE
Cursos e Palestras - Atendimento presencial e via e-mail ou skype.
E-mail rosangela.bittar@globo.com Contato: (81)8843-0584 e 8130-5882
Contato E-mail: rosangela.bittar@globo.com telefone(81) 8843-0584


Homeopatas dos Pés Descalços
 

PRÁTICAS TRADICIONAIS



Cicatrizantes amigos.

Não é segredo pra ninguem que a anos atrás as pessoas buscavam medicações na natureza. Algumas dessas indicações fizeram muito sucesso e acabaram por permanecer na prática de muitas famílias.
Essas são algumas indicações que resistiram ao tempo.


Aqui falamos de dois cicatrizantes usados pela medicina das comunidades tradicionais. O lírio branco e o beijo branco.


Beijo branco – lave e coloque em frasco limpo e macere, com álcool de cereal. Deixe em local escuro por 3 dias e pronto. Aplique em machucaduras – somente uso externo.



Lírio Branco, muito usado nas machucaduras infantis. São eficientes e cicatrizam rápido; o que demora é que para preparar esse ungüento, demora 3 meses, em frasco fechado e em álcool de cereal.
No caso de uso em queimaduras leves e pele assada, pode-se prepará-lo em óleo e não em álcool. 

Homeopatas dos Pés Descalços.

PROJETO DE LEI 7447

No dia 06/09, sexta-feira, 09 horas, na Assembleia Legislativa de São Paulo, haverá uma Audiência Pública da Campanha Nacional pela Aprovação do Projeto de Lei 7447, proposto pelo Deputado Federal Luiz Alberto: Diga Sim aos Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais. Abaixo o blog com mais detalhes: 




É de extrema importância para os Povos Ciganos a aprovação desse PL que tornará lei a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.

Data: 06 de setembro, sexta-feira
Local: Auditório Paulo Kobayashi, Assembléia Legislativa. Av. Pedro Álvares Cabral, n° 201, Ibirapuera, São Paulo.
Hora: 09 horas

Saúde e dignidade, políticas públicas e reconhecimento das tradições devem caminhar juntas. Apoiem, assinem o abaixo assinado, vamos lutar e fazer valer o reconhecimento que traz dignidade e respeito as comunidades tradicionais nesse país. 

Homeopatas dos Pés Descalços.

DECRETO Nº 6.040, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2007 - projeto de lei 7447

No dia 06/09, sexta-feira, 09 horas, na Assembleia Legislativa de São Paulo, haverá uma Audiência Pública da Campanha Nacional pela Aprovação do Projeto de Lei 7447, proposto pelo Deputado Federal Luiz Alberto: Diga Sim aos Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais. Abaixo o blog com mais detalhes: 




É de extrema importância para os Povos Ciganos a aprovação desse PL que tornará lei a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.

Data: 06 de setembro, sexta-feira
Local: Auditório Paulo Kobayashi, Assembléia Legislativa. Av. Pedro Álvares Cabral, n° 201, Ibirapuera, São Paulo.
Hora: 09 horas

Saúde e dignidade, políticas públicas e reconhecimento das tradições devem caminhar juntas. Apoiem, assinem o abaixo assinado, vamos lutar e fazer valer o reconhecimento que traz dignidade e respeito as comunidades tradicionais nesse país. 

Homeopatas dos Pés Descalços.

 

DECRETO Nº 6.040, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2007


Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.




O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,  DECRETA:  Art. 1o  Fica instituída a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais - PNPCT, na forma do Anexo a este Decreto. Art. 2o  Compete à Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais - CNPCT, criada pelo Decreto de 13 de julho de 2006, coordenar a implementação da Política Nacional para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Art. 3o  Para os fins deste Decreto e do seu Anexo compreende-se por: I - Povos e Comunidades Tradicionais: grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição; II - Territórios Tradicionais: os espaços necessários a reprodução cultural, social e econômica dos povos e comunidades tradicionais, sejam eles utilizados de forma permanente ou temporária, observado, no que diz respeito aos povos indígenas e quilombolas, respectivamente, o que dispõem os arts. 231 da Constituição e 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e demais regulamentações; e III - Desenvolvimento Sustentável: o uso equilibrado dos recursos naturais, voltado para a melhoria da qualidade de vida da presente geração, garantindo as mesmas possibilidades para as gerações futuras.  Art. 4o  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 7 de fevereiro de 2007; 186o da Independência e 119o da República. 

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.



Na Plenária Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana preparatória para III Conferencia Nacional Para a Igualdade Racial, organizada pela SEPPIR por meio da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais – SECONT, contou com a presença de 200 autoridades, lideranças e gestores de todos os estados brasileiros e deliberou propostas, ações e moções.

Nesta Plenária se referendou a moção que apóia à mobilização para a aprovação imediata do PL 7447/2010 e propõe um debate sobre o mesmo que foi apresentado pelo Deputado Luiz Alberto (BA) que estabelece diretrizes e objetivos para as políticas publicas dos povos e comunidades tradicionais. Esse projeto que foi aprovado com unanimidade na Comissão de Educação e Cultura está tramitando com dificuldade de aprovação na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Muito já se avançou na perspectiva de um mundo que respeita as diferenças, entre estas vitórias destaca-se a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, ratificada em 2003, e regulamentada pelo decreto 5.051, de 2004, aplica-se a todos os povos e comunidades tradicionais, pois preenchem todas as condições que a lei exige dos povos “tribais”, isto é, têm estilos de vida tradicionais e culturas diferentes dos outros setores da sociedade nacional. O real avanço veio em 2007, quando o presidente da república decretou a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, com diretrizes e princípios que atendem aos dispositivos constitucionais (ART 5) e à convenção 169.

Para os Povos e Comunidades Tradicionais a morte não se da apenas com homicídio, mas todas as vezes que temos que negar nossa origem, abandonar nossos territórios e quando nos é negado o direito de protagonizar a luta de nossos ancestrais.

Assim, ganha importância central o desenvolvimento de ações que visibilizem o complexo sistema de exclusões, discriminações, violações de direitos humanos envolvido nos processos vivenciados pelos Povos e Comunidades Tradicionais. Bem como o fortalecimento das perspectivas de solidariedade social, de equidade e de democracia no país. Levando em consideração o contexto político de que vivemos de fortalecimento na sociedade das lutas sociais e aparente posição do legislativo apoiando o fundamentalismo e do ruralismo em detrimento dos direitos humanos em especial dos Povos e Comunidades Tradicionais é importante reafirmar uma agenda positiva, não para este ou aquele grupo mas em proveito de todo o povo Brasileiro. Só alcançaremos a igualdade com o respeito às diferenças.

Importante descentralizar a ação do legislativo, para isto estamos propondo que em cinco regiões estejamos visibilizando os povos tradicionais que encontram-se nas referidas regiões e os parlamentares que se comprometem com os mesmos na forma de audiências públicas.


Acompanhe as datas e locais no site: www.campanhadigasimpl7447.blogspot.com 


A HOMEOPATIA TEM DONO?






No dia 12 de maio de 2011, uma página nos chama a atenção. É escrita pelo Carlos Lyrio - Médico, “e” Homeopata e Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa e é sobre o texto que me desdobro agora.


Vale a reflexão. Num momento bastante oportuno, lanço mão deste artigo que guardo pessoalmente com muito carinho. Vale pensar que em um mundo tão vasto, aceita-se que muitos pensem de forma oposta. Podemos chamar isso de cidadania e de tantas outras coisas. 


Em defesa das possibilidades de uma saúde integral, de forma tímida muitas vezes, lutamos para que se compreenda, que num país como o Brasil, cuja mensidão é continental, devemos dar a maior quantidade com qualidade de atuações na saúde. Isso vale para aqueles que fizeram de tudo para barrar a Acupuntura nos anos 90, por exemplo.  Os cursos perderam a qualidade da técnica e a magia da possibilidade. 


Um meio termo seria preciso, coisa difícil em se tratando de reservas de mercado, consultas absurdamente caras, atendimentos recheados de desconhecimento. É complicado definir espaços e demarcar fronteiras sem pisar em estruturas culturais e sem rasgar a Constituição Brasileira. Mas é preciso aprender a respeitar todas as formas de identificação corporal, todas as individualidades e isso vale para os radicais de um lado e do outro. Até porque para nós, o radicalismo é doença. O mundo não é só a homeopatia, mas passa por ela, assim como transita pela ciência e pelas especialidades médicas, entretanto a saúde integral só pode ser vista através da humanização nos atendimentos e a visão clara de que semi deuses pertencem a mitologia, nossa doenças são reais. Precisamos de qualidade, de esgotos, comida saudável, sentimentos equilibrados e mais uma penca de outras vertentes que fazem a cura aparecer.


O Instituto Roberto Costa transforma homeopatia em realidade dentro do país e o faz com excelência de conhecimento científico e humano. O texto é real e pontual, portanto, ele se insere perfeitamente bem na nossa realidade. Sem ficção, sem fantasia.

Vale a pena lembrar que na ponta da discussão, existem pessoas e ainda bem que a Organização Mundial de Saúde tenha percebido isso.

Homeopatas dos Pés Descalços.



DE QUEM É A HOMEOPATIA?

Carlos Lyrio

Médico, “e” Homeopata

Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa


Uma importante reflexão tem que ser levantada a partir de um trabalho de mais de 15 anos do grupo Racionalidades Médicas do IMS-UERJ.  O grupo prova o que os médicos alopatas e os professores de medicina sempre me disseram : que a Homeopatia não pode ser uma especialidade médica. Segundo o grupo  Racionalidades Médicas a Homeopatia é uma Doutrina, ou seja, uma crença  que se  baseia na alquimia, enquanto a medicina é uma Ciência que se baseia no método científico.  O  objeto de trabalho da Homeopatia é uma força invisível e não o corpo,  propondo  a Cura e não o Tratamento das doenças . Se utiliza de medicamentos tão diluídos que se tornam água enquanto a medicina se utiliza de substâncias químicas. O grupo mostra que a homeopatia é uma Racionalidade Médica e não uma Especialidade Médica uma vez que uma necessariamente exclui a outra.

Desde o primeiro ano da Faculdade me interessei por Homeopatia. Isso foi em 1983. Me sinto a vontade de falar sobre este assunto , pois dirijo uma Instituição que  é referência nacional na disseminação e na  luta em defesa das práticas populares de saúde. Me defino como um Homeopata que Crê na Homeopatia e que busca a comprovação científica dela, mas que sabe separar o que é crença popular do que é ciência e que defende a prática da crença pelo povo e a prática da ciência pelo cientista.

A Organização Mundial de Saúde desde a Conferência de Alma-Ata incentiva as práticas populares de saúde entendendo que essas práticas sempre existiram nas sociedade e que são importantes para os sistemas de saúde, principalmente o de regiões menos acessíveis.  No mundo inteiro seguindo a orientação da OMS as práticas consideradas tradicionais (homeopatia, acupuntura,ayurveda, fitoterapia,floral), ou seja, não-científicas, são praticadas em sua maioria por pessoas da comunidade que obviamente não são médicos. Isso não quer dizer que os médicos não possam praticá-las. No Brasil entretanto isso tomou um rumo ao meu ver desvirtuado e confuso.


No Brasil a Homeopatia , como em todo mundo, sempre foi considerada uma crença popular. Entretanto depois de 1980 ela deixou de ser popular e foi elevada a categoria de ciência, por uma assinatura, se tornando uma Especialidade. Até então ela havia sido livremente exercida popularmente por não – médicos e também por médicos. É importante também dizer que ela chegou ao Brasil  por um naturalista Frances chamado Benoit Mure que fundou uma Escola para ensinar a doutrina e que era freqüentada por não –médicos. Os Jornais da época noticiaram que um anarquista Frances introduziu o charlatanismo no país.Foi assim que começou . Depois alguns médicos começaram a se interessar pelo assunto e também iniciaram a prática da Doutrina que foi amplamente difundida pelo país, mais como uma prática popular baseada numa Doutrina, e não como uma ciência que não podia ser. Popularmente ela sempre existiu nos centros espíritas, através de receitas psicografadas por médiuns, foi praticada por sacerdotes e principalmente por donas-de-casa que ,através dos manuais de homeopatia, cuidavam da saúde de sua família e da comunidade. Quem não conhece o livro de Homeopatia Nilo Cairo? Quem não conhece as receitas mediúnicas do Dr. Bezerra de Menezes. Até 1980 foi assim que a homeopatia foi praticada nesse país. Acontece que os médicos que não eram homeopatas achavam que homeopatia era charlatanismo e denunciavam os colegas médicos que praticavam homeopatia acusando-os de charlatães.  Médico que receitava homeopatia ia parar na Polícia. Para acabar com isso em 1980  , durante o regime da ditadura,  um médico homeopata que era general e não queria ser considerado charlatão  resolveu acabar com isso . Vivíamos o momento das decisões por  “murro na mesa”. O que era então considerado charlatismo, passou a ser considerado ciência, da noite  para o dia, na época do presidente do“eu prendo e arrebento”.

Passaram-se 40 anos e ninguém questionou isso. Com o a publicação da Política de Práticas Integrativas e Complementares pelo Ministério da Saúde-PNPIC essa discussão vem a tona.O pior de tudo é que hoje parece que a coisa se inverteu. Quem pratica homeopatia e não é médico é considerado charlatão ou é incriminado por  exercício ilegal da medicina . Estranho entretanto é que o Ministério do Trabalho no Código Brasileiro de Ocupações reconhece a ocupação Homeopata Não-Médico através  do CBO 3225-25. O CBO é “o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro”. O Ministério do Trabalho então reconhece uma ocupação criminosa?

Chegamos ao ridículo de alguns centros espíritas temerosos estarem exigindo que médiuns   sejam médicos para psicografar receita de Espírito Homeopata. Querem fazer do fenômeno mediúnico Ato Médico  ou não deixar que o médium seja preso por exercício ilegal das medicina? Mas aí fica uma pergunta : de quem é o exercício ilegal da medicina do médium ou do espírito?E se o Espírito for de um médico? E se o Médico médium psicografar a receita de um Espírito de um Homeopata Não-Médico? De quem é o crime? Como saber se o Espírito é médico de fato?

E porque a homeopatia não é considerada científica?  Os saberes especializados , só são especializados por que antes de serem  especialidades, são disciplinas regulares e obrigatórias  dos cursos de graduação em medicina. Nesse ambiente de graduação esses conhecimentos naturalmente vão sendo ampliados a ponto de demandarem um outro nível de ensino e pesquisa que é o nível da Pós-Graduação. Esses cursos são reconhecidos pelo CAPES do CNPQ. Não consta no Portal Capes nenhum curso de Especialização em Homeopatia Reconhecido. Então porque a Homeopatia é uma Especialidade?

Existe ciência baseada em Doutrina?Como a homeopatia pode ser praticada por médicos se não é ciência? Como a homeopatia pode ser praticada por médicos se ela não faz parte da formação do médico? Como pode ser uma Especialidade da ciência se o CNPQ não reconhece?  É uma especialidade de direito e de fato , ou só é de direito e não é de fato. Se é de direito e de fato onde estão as provas acadêmicas do fato. A ciência brasileira tem as respostas para os axiomas básicos da homeopatia? Toda a Doutrina Homeopática se baseia na premissa de que existe uma  força imaterial que anima a vida propondo a CURA dos desequilíbrios dessa força através de substâncias que são tão diluídas que se tornam água. Resumindo a homeopatia cura o invisível com água. A ciência médica brasileira explica isso? Se explica, é a única no mundo. Eu, como praticante  de homeopatia cada vez mais creio que água CURA  o invisível. Tenho milhares de provas disso. Como  pesquisador venho tentando dar respostas acadêmicas a esse fenômeno. Como médico lamento tudo isso.
 DAQUI: http://www.robertocosta.org.br/?p=223.

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