Mostrando postagens com marcador Políticas da Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Políticas da Saúde. Mostrar todas as postagens

COMUNIDADE CALON DE CAMAÇARI, BAHIA, RECEBE “OFICINA MACRORREGIONAL DE POLÍTICAS DE EQUIDADE DO SUS PARA O POVO ROM (CIGANOS)”


  O Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) em parceria com a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK) realizaram nos dias 28 e 29 de novembro, a “Oficina Macrorregional de Políticas de Equidade do SUS para o Povo Rom (ciganos)”, no município de Camaçari, Bahia.
  O evento realizado na comunidade do Calon Gilson Dantas que oportunizou o diálogo com os gestores e servidores públicos acerca dos problemas e dificuldades e possibilidades do território, quanto ao acesso à saúde, os mecanismos existentes e a importância da participação coletiva.
  Participaram da roda de conversa as comunidades Calon dos municípios de Camaçari, Dias D’Avila e Feira de Santana, e gestores e servidores públicos da área de saúde, assistência social, igualdade racial, e do Comitê Gestor Estadual de Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica.
 A Oficina propiciou fortalecer o diálogo entre os gestores públicos e os membros das comunidades Calon (ciganos) para o acesso aos serviços públicos ofertados, e ao exercício da cidadania.

AMSK PARTICIPA DA 48ª PAUTA FEMININA PROMOVIDA PELA PROCURADORIA ESPECIAL DA MULHER DO SENADO FEDERAL


A convite da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal a presidente da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil), Elisa Costa, participou da mesa de debates, promovida na 48ª Pauta Feminina, sobre os resultados e desafios da 2ª Conferência Nacional da Saúde das Mulheres.
Avaliação do atendimento as mulheres nos serviços públicos de saúde e do grau de transversalidade das políticas públicas setoriais e de direitos para a aplicação de uma Política Nacional de Saúde com equidade, sem preconceito e discriminação, foram destaque nos debates.
A AMSK/Brasil salientou a necessidade de promoção à participação das mulheres romani (ciganas) nos espaços de discussão das políticas públicas de saúde, e o fortalecimento das capacidades institucionais do Sistema Único de Saúde sobre as especificidades dessa parcela da população brasileira pertencente ao Povo Rom (os assim chamados ciganos).
Saiba mais sobre o encontro realizado pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, Secretaria da Mulher e Bancada Feminina da Câmara dos Deputados.
Assista o debate na íntegra: http://bit.ly/2ywlL3N
Veja fotos: https://flic.kr/s/aHskqozw37

PLS 174/2017 VOTE SIM PELA DIGNIDADE DOS TERAPEUTAS NATURISTAS O BRASIL



Prezado Senador Telmário Mota - PTB/RR

Ajude a escrever essa parte da história 
das medicinas tradicionais do osso País. 
O atendimento e o entendimento sobre esse
 olhar, faz com que respeitemos nossas 
tradições, nossas formas de atender e de
 ajudar nessa construção, de um Brasil que
 valoriza todas as formas de cuidar que a 
saúde pode estabelecer. Aprovar esse 
projeto de lei traz a possibilidade de mais 
formação, mais informação e mais 
dignidade a profissão.

a todos e todas,

nos ajudem a construir um Brasil mais justo
 e igualitário o cuidado de nossas práticas 
terapêuticas tradicionais. 

VOTE SIM

Nós da AMSK/Brasil, apoiamos essa 
forma de cuidar, que respeita as inovações, 
as tradições e a 
ancestralidade.

PLS 174/2017

PROJETO DE LEI DO SENADO nº 174 de 2017

Autoria


Ementa
Regulamenta o exercício da profissão de terapeuta naturista.

RNPI LANÇA VÍDEO SOBRE OBESIDADE INFANTIL


A Rede Nacional Primeira Infância acaba de lançar uma série de três animações para web que abordam cada um dos temas do Observatório da Primeira Infância: obesidade infantil, prevenção de acidentes na primeira infância e orçamento Primeira Infância. As animações são voltadas às famílias, profissionais que atuam com as crianças, defensores de direitos, e demais interessados – e podem ser assistidos junto com as crianças. Os vídeos estão disponíveis gratuitamente no canal da Rede Nacional Primeira Infância no Youtube (Clique aqui para acessar ), e podem ser solicitados para download através do e-mail da Secretaria Executiva da Rede Nacional Primeira Infância / CECIP –Centro de Criação de Imagem Popular.
As pesquisas revelam que quase 10% das crianças na América Latina estão obesas, e a obesidade infantil é uma doença grave, que pode levar a graves consequências. O vídeo “Obesidade Infantil” apresenta as principais causas e os riscos à saúde, e dicas para prevenir e tratar essa doença, desde o pré-natal adequado, passando pelo incentivo à amamentação exclusiva nos seis primeiros meses de vida e amamentação complementada até pelo menos os dois anos de idade, o uso controlado e videogames e eletrônicos, fazer as refeições à mesa e consumir alimentos naturais, e praticar exercícios físicos regulares e brincar ao ar livre.
Assista o vídeo...

Saiba mais... Acesse a publicação completa "Obesidade na Primeira Infância"


Associação Paulista de Medicina repudia a proposta do Ministério da Saúde





E segue mais um capítulo do tipo de ação do governo atual que é nada mais nada a menos um desserviço a população brasileira como um todo.

O Sistema Único de Saúde, deveria ser protegido como um patrimônio, uma assinatura de respeito as pessoas. Dignidade e respeito. É disso que se trata. Nosso apoio a APM e a nossa esperança de que devemos olhar para os desafios, daquela forma gentil com que olhamos para nós mesmos, daquele jeito que fazemos quando precisamos mudar algo que está dando errado, mas que é bom. Aprimorar, dialogar, aprender e dividir sempre serão ações bem vindas e justas. O que não podemos fazer é destruir um patrimônio como o SUS, construído da demanda da população.

Com os Planos de Saúde não é diferente.

VIVA O SUS E ABAIXO A IGNORÂNCIA QUE DESTRÓI CAMINHOS AO INVÉS DE RECONSTRUIR.


Homeopatas dos Pês Descalços







Associação Paulista de Medicina repudia a proposta do Ministério da Saúde que pode reduzir a cobertura dos planos de saúde. Uma carta já está sendo enviada a todos os médicos e entidades representativas dos profissionais de Medicina do Estado de São Paulo (veja abaixo). Simultaneamente, a APM carta envia ao MS, destacando os pontos 
 da proposição que serão prejudiciais aos cidadãos. 


Sobre os planos de saúde com cobertura limitada 

Prezados Colegas,
         o Ministério da Saúde constituiu grupo de trabalho para formular uma proposta de “Plano de Saúde Acessível”. Este grupo já se reuniu várias vezes, estando atualmente em fase avançada na busca de seu objetivo. Nele predomina a presença de representantes das operadoras de planos e seguros saúde.
         A Associação Paulista de Medicina foi alertada de que as discussões e propostas em pauta se direcionavam para modelos que significavam retrocesso importante nas conquistas com a lei 9656 e nos diversos marcos regulatórios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).  Do ponto do vista dos médicos, interfeririam significativamente e de forma negativa no exercício profissional, deixando nossos colegas que aderirem aos mesmos em posição de vulnerabilidade.
         Decidimos então comparecer às duas últimas reuniões deste grupo de trabalho do MS para conhecer exatamente o teor das discussões. Verificamos que existem propostas de formatar dois modelos de planos:
         O primeiro somente para atendimento ambulatorial, porém excluindo atendimento de urgência e emergência, hospital-dia, terapias e exames de alta complexidade.
         O segundo, ambulatorial e hospitalar, porém com um Rol reduzido, ou seja, excluindo inclusive procedimentos de alta complexidade.
         Em ambos, pode haver a consulta inicial com um médico generalista e somente a partir deste uma indicação para consulta com especialista – uma espécie de hierarquização da rede. Cogita-se a adoção de protocolos clínicos a serem obrigatoriamente seguidos pelos médicos, além de aumento de prazo para consultas e procedimentos com especialistas para 30 ou 45 dias
         Em cidades onde não existe disponibilidade de certos serviços, estes seriam excluídos do plano. E haveria coparticipação dos usuários para pagamento parcial dos atendimentos. Também pode ser fixada a obrigatoriedade de segunda opinião médica para alta complexidade.
         Analisando este conjunto de propostas, a diretoria da APM compreende que este caminho representa gigantesco retrocesso em nosso sistema de saúde, pois procura reduzir cada vez mais o Sistema Único de Saúde, que deveria ser prioridade para qualquer governante e para as políticas de Estado.
         Expõe profissionais de saúde a contratos de trabalho que os deixarão vulneráveis, pois não poderão disponibilizar todo seu conhecimento técnico e científico em benefício dos pacientes.
         Para os consumidores, representa a volta ao passado antes da promulgação da lei 9656, de coberturas parciais, com exclusão de vários procedimentos, (de difícil compreensão quando da assinatura do contrato), que tanto problemas causaram.
         Finalmente, este nova formatação de planos de saúde inevitavelmente levará ao aumento no número de processos judiciais.
         Diante disto, a Diretoria da APM toma a seguinte decisão:
  • Não comparecer mais às reuniões do grupo de trabalho do MS, pois já tentamos, nas duas vezes em que lá estivemos, colocar estas ponderações sem sucesso. Nossa percepção é de que este grupo pretende rapidamente chegar a um produto final dentro dos modelos apresentados, que, aliás, á estão em fase de análise de custos, etc. Desta forma, não vamos legitimar ou referendar as decisões do grupo.
  • Protocolar junto ao Ministério da Saúde sua oposição à proposta de formatar planos de saúde com estas características.
  • Reunir-se com entidades médicas do Estado de São Paulo para um posicionamento comum. Idem com os órgãos de defesa do consumidor.
  • Dar ciência dos fatos a todas as entidades médicas do País para que, em seu âmbito, possam discutir este tema.
  • Sugerir que, a partir da análise individual de cada entidade, se busque uma ação conjunta em todo o Brasil para fazer frente à esta proposta.
FLORISVAL MEINÃO
PRESIDENTE APM


Informações à imprensa
Acontece Comunicação e Notícias
Bárbara Gil ou Kelly Silva
(11) 3853-0770 / 3871-2331 / 3873.6083  / 3562.0088 / 99911-8117
acontececom6@uol.com.br
www.acontecenoticias.com.br

PRECISAMOS FALAR DO ÓDIO, PARA A SAÚDE DO AMOR

PERSONALIDADES HOMEOPÁTICAS O ÓDIO “Precisamos falar do Ódio, para a Saúde do Amor” Elisa Costa Nos últimos anos, o B...