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NEVO BERSH? SEMPRE




É gente bonita do meu Brasil baronil,
Não tem como fazer de conta
Chegou o fim do ano, 2017 não vai deixar saudades para alguns muitos brasileiros e brasileiras.

Enfim, entretanto e contudo,

Preferimos desejar a vocês:

Coragem – vamos precisar de muita;
Saúde – adoentada que anda, esperamos que se restabeleça e vença mais essa batalha;
Novas descobertas – porque boas ou más, elas têm a missão de nos abrir os olhos e se isso acontecer, poderemos evitar novas tragédias e até construir pequenos pedaços de um futuro próximo,
Sonhe – sabemos que a temporada está suspensa, mas vamos lá, lembra da coragem? É bem aí que ela se encaixa.

2017 foi o ano em que caiu a fixa de que quase todas as mulheres acima dos 30 tem ansiolítico ou um antidepressivo na bolsa, que o príncipe encantado é bem mais desinteressante que o sapo, que ficamos tempo demais na caixinha achando que a batalha já estava ganha ... daí veio os 30 anos da luta anti manicomial descendo a ladeira, o Brasil voltando para o mapa da pobreza a todo vapor, em um desfile cético de organizações brasileiras que defendem o melhor lugar no assento, depois veremos os ideais.
Mas tem também uma reviravolta que só desvirou agora (aos 45’ do segundo tempo), porque ficou muito feio para o Brasil explicar o conceito sobre trabalho escravo. Que o diga o Ministro do Trabalho, que já se foi ... tarde, mas, foi.

Em 2017 Brasília não conseguiu esconder que bem aqui no seu calcanhar, está a 2º maior favela do país – O Sol Nascente, o Rio de Janeiro ainda tenta criar bijuterias de vanguarda para aproveitar os projeteis de armas de fogo... e a mídia das telinhas começou a contar quantos policiais são mortos e deixou de totalizar quantas crianças perecem de bala perdida. E por fim não mais menciona a cor da pele de nenhum dos dois.

Mas a Polícia de São Paulo deixou escapar que o índice de suicídio e doenças psicológicas existe dentro da rede, mas o massacre dos indígenas brasileiros continua, firme e forte, até porque além deles merecerem apanhar, porque não aprendem mesmo e não deixam esse choramingo, o maior pop star do país é nada mais e nada menos o Agronegócio. (queria ver todo mundo comendo soja de manhã, de tarde e de noite e respirando eucalipto nos desertos verdes que se multiplicam ao longo da malha rodoviária brasileira). A imagem que salvou esse ano, foi ver as cisternas nesse sertão brasileiro de meu Deus. De Juazeiro do Norte a Serra Talhada é lindo de se ver.

Ficamos sabendo também que no Reino da Dinamarca a coisa anda boa, mas por aqui, os empregos, empregadores e etc .... jamais será o mesmo, mas teremos eleições em 2018.
E viva o ano novo, depois das férias e logo depois o carnaval ... mais tarde começa o período eleitoral, mesmo que a lama da Samarco ainda esteja impunemente exposta e as mineradoras do Pará continuem largando seus filhos e consumindo mais que solo, roubando a alma dessas crianças.

Por favor, não cometa o erro de dizer que pior do que está não fica .... pode ficar sim e muito pior.

Talvez você já seja formado e seus filhos já cursaram a faculdade. Agradeça. A educação que estará aí em 2018 emagreceu mais de 36 milhões. Esse é o tipo físico que não pode emagrecer e isso pode chegar a falência total dos órgãos. Preocupante mesmo é que como a saúde entrou na UTI e não há mais leitos, teríamos de recorrer aos outros companheiros de luta da seguridade social, mas não será possível, entram o ano tentando evitar uma fratura exposta nas pernas.

Para um país que muda seus slogans de Criança Prioridade Absoluta para Criança Feliz e acha que está abafando, que  estuda cobrar a saúde básica dos miseráveis, que enfrenta uma onda de massacre aos moradores em situação de rua e que ainda acredita piamente que ser classe média é estar sentada(o) ao lado de uma vida segura, que protege o elo mais forte e descobre e fragiliza a cadeia mais fraca...para um país que vangloria de ser esperto e dar um jeitinho, sonhando um dia com o pão e o circo das emissoras de TV, porque se precisarmos de uma opinião e uma transmissão verdadeira, teremos de contar com as emissoras internacionais ou os nossos bravos ninjas.

É por isso que desejar saúde, coragem, o novo e os sonhos é o que de mais verdadeiro podemos fazer. Neste ano, não tivemos muitas postagens e o motivo é simples, não temos como acudir tudo o que precisamos acudir ... sem dinheiro as pessoas fogem, mas nós estamos aqui, firme, tentando construir dentre outras coisas uma Política Nacional de Saúde do Povo Rom (os assim chamados ciganos) e que respeite de fato a escuta qualificada nesse imenso país.

Como diria minha comadre:
ânimo comadre, porque saúde nós temos,
coragem comadre, porque sonhar é possível.

E será numa segunda feira que 2018 irá despertar e romper a cortina da ilusão e estará mais duro e mais presente do que nunca e é por isso que a melhor maneira de entrar em 2018 é dizendo:


QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊS, PORQUE SEMPRE É POSSÍVEL MELHORAR AS COISAS, BASTA TER CORAGEM E QUEM SABE FAZER UMA REVOLUÇÃO PARA ALÉM DO ZAP?


Não sabemos quem é o autor dessa foto, mas conhecemos essa realidade.

Homeopatas dos Pês Descalços

COMUNIDADE CALON DE CAMAÇARI, BAHIA, RECEBE “OFICINA MACRORREGIONAL DE POLÍTICAS DE EQUIDADE DO SUS PARA O POVO ROM (CIGANOS)”


  O Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) em parceria com a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK) realizaram nos dias 28 e 29 de novembro, a “Oficina Macrorregional de Políticas de Equidade do SUS para o Povo Rom (ciganos)”, no município de Camaçari, Bahia.
  O evento realizado na comunidade do Calon Gilson Dantas que oportunizou o diálogo com os gestores e servidores públicos acerca dos problemas e dificuldades e possibilidades do território, quanto ao acesso à saúde, os mecanismos existentes e a importância da participação coletiva.
  Participaram da roda de conversa as comunidades Calon dos municípios de Camaçari, Dias D’Avila e Feira de Santana, e gestores e servidores públicos da área de saúde, assistência social, igualdade racial, e do Comitê Gestor Estadual de Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica.
 A Oficina propiciou fortalecer o diálogo entre os gestores públicos e os membros das comunidades Calon (ciganos) para o acesso aos serviços públicos ofertados, e ao exercício da cidadania.

AMSK PARTICIPA DA 48ª PAUTA FEMININA PROMOVIDA PELA PROCURADORIA ESPECIAL DA MULHER DO SENADO FEDERAL


A convite da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal a presidente da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil), Elisa Costa, participou da mesa de debates, promovida na 48ª Pauta Feminina, sobre os resultados e desafios da 2ª Conferência Nacional da Saúde das Mulheres.
Avaliação do atendimento as mulheres nos serviços públicos de saúde e do grau de transversalidade das políticas públicas setoriais e de direitos para a aplicação de uma Política Nacional de Saúde com equidade, sem preconceito e discriminação, foram destaque nos debates.
A AMSK/Brasil salientou a necessidade de promoção à participação das mulheres romani (ciganas) nos espaços de discussão das políticas públicas de saúde, e o fortalecimento das capacidades institucionais do Sistema Único de Saúde sobre as especificidades dessa parcela da população brasileira pertencente ao Povo Rom (os assim chamados ciganos).
Saiba mais sobre o encontro realizado pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, Secretaria da Mulher e Bancada Feminina da Câmara dos Deputados.
Assista o debate na íntegra: http://bit.ly/2ywlL3N
Veja fotos: https://flic.kr/s/aHskqozw37

PLS 174/2017 VOTE SIM PELA DIGNIDADE DOS TERAPEUTAS NATURISTAS O BRASIL



Prezado Senador Telmário Mota - PTB/RR

Ajude a escrever essa parte da história 
das medicinas tradicionais do osso País. 
O atendimento e o entendimento sobre esse
 olhar, faz com que respeitemos nossas 
tradições, nossas formas de atender e de
 ajudar nessa construção, de um Brasil que
 valoriza todas as formas de cuidar que a 
saúde pode estabelecer. Aprovar esse 
projeto de lei traz a possibilidade de mais 
formação, mais informação e mais 
dignidade a profissão.

a todos e todas,

nos ajudem a construir um Brasil mais justo
 e igualitário o cuidado de nossas práticas 
terapêuticas tradicionais. 

VOTE SIM

Nós da AMSK/Brasil, apoiamos essa 
forma de cuidar, que respeita as inovações, 
as tradições e a 
ancestralidade.

PLS 174/2017

PROJETO DE LEI DO SENADO nº 174 de 2017

Autoria


Ementa
Regulamenta o exercício da profissão de terapeuta naturista.

HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE/Gel



Imagem: Profª Ivani Ferreira.


HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE

Duração do Procedimento: 40 a 60 segundos.

1.     Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se a pia;
2.     Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
3.     Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si.
4.     Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.
5.     Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais.
6.     Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa.
7.     Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa.
8.     Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa.
9.     Esfregar o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando movimento circular e vice-versa.
10. Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabonete, no sentido dos dedos para os punhos. Evitar contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.
11. Secar as mãos com papel toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos. Desprezar o papel toalha na lixeira para resíduos comuns.

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS COM PREPARAÇÃO ALCOÓLICA PARA AS MÃOS (álcool gel)

Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos.

1.     Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do produto para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).
2.     Friccionar as palmas das mãos entre si.
3.     Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.
4.     Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados.
5.     5. Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa.
6.     Friccionar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa.
7.     Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fazendo um movimento circular e vice-versa.
8.     Friccionar os punhos com movimentos circulares.
9.     Deixar as mãos secarem naturalmente, sem utilização de papel toalha.


Referencia: Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/Agência Nacional de Vigilância Sanitária.– Brasília: Anvisa, 2010.

MULHERES ROMANÍ LUTANDO PELA EQUIDADE EM SAÚDE

e bem na estampa da conferencia, lá estava ela - Elisabethe Martinho/AMSK - RJ.
(na primeira fileira - la em cima, nas regionais no Rio de Janeiro)



Convocada a 2ª Conferência Nacional da Saúde das Mulheres

        Em maio desse ano o Conselho Nacional de Saúde, por meio da portaria nº 1.016 de 2016, convocou a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, prevista para acontecer no segundo semestre de 2017. Com o tema central “Saúde das mulheres: Desafios para a integralidade com equidade”, a conferência terá como objetivo propor diretrizes para a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres.

        O eixo principal da Conferência será a Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres, contemplando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres e as políticas de equidade: da população Negra (racismo, desigualdades étnico-raciais e racismo institucional), da População LGBT (discriminação por orientação sexual e identidade de gênero/preconceito e estigma social), da População em situação de Rua (reconhecimento dessas pessoas como cidadãos de direitos), da População do Campo, da Floresta e das Águas (redução de riscos decorrentes dos processos de trabalho e das tecnologias agrícolas).

        As etapas da 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres estão previstas para acontecer em março de 2017, sendo a etapa nacional prevista para os dias 17 a 20 de agosto. A primeira Conferência Nacional de Saúde e Direitos da Mulher aconteceu em 1986, e após 30 anos retoma as discussões e reúne as mulheres para pensar a política nacional de saúde. A expectativa do CNS é que esta Conferência seja a efetivação do Controle Social no SUS para a saúde das mulheres.

A AMSK/Brasil esteve representada com duas integrantes - delegadas nacionais, mas lutamos por todas as mulheres de etnia rromani.

Todas as proposições feitas nos eixos, em que a saúde da mulher cigana apareceu, ela foi aceita, votada e aprovada. Destaque para Sônia - de etnia Lovara/DF que teve sua proposta colocada e aceita desde as estaduais.

Mulheres da AMSK/Brasil
Saúde e respeito para todas as mulheres pertencentes de povos e comunidades tradicionais.

MULHERES ROMANI (CIGANAS): ROSTOS E IDENTIDADES

AMSK LANÇA A PUBLICAÇÃO
MULHERES ROMANI (CIGANAS): ROSTOS E IDENTIDADES


Cigana. Romi. Calin, Sinti e tantas outras - Mulheres brasileiras de etnia romani (cigana). Quem são elas? Quais são suas especificidades, suas necessidades, seus anseios? Que direitos são respeitados? Que direitos são violados? Que imagem foi construída sobre essas mulheres e o quanto ela reforça estereótipos, alimenta preconceitos, enseja atos de discriminação?

Foi a partir destas inquietações que nasceu a publicação Mulheres Romani (Ciganas): Rostos e Identidades. Nela, um grupo de mulheres, ciganas e não ciganas, se debruçam sobre estes temas, lançando um olhar que pretende desvelar esse mundo ainda tão marcado pela invisibilidade, pelo não reconhecimento, pela violação de direitos.

As mulheres romani (ciganas) estão presentes no Brasil desde o século XVI. A primeira referência feita a sua presença no país data de 1549, em uma carta enviada à Companhia de Jesus, pelo Padre Manuel da Nóbrega. Nela, ele faz menção a mulheres que andavam vestidas em trajes de Ciganas, com panos de algodão. É de 1562 o primeiro registro oficial da chegada de ciganos no Brasil. O documento faz referência ao Sr. João Gicliano, homem romani, natural do “Reino da Grécia”, que desembarcou no Brasil com sua esposa e 14 filhos.

Hoje, mais de 450 anos depois, o rosto das mulheres romani (ciganas) do Brasil segue sendo muito pouco conhecido. Pertencentes a diferentes grupos étnicos e presentes em todas as regiões do país, essas mulheres trazem consigo as marcas da invisibilidade e da perseguição sofrida pelos povos romani (ciganos), da luta pela preservação de sua cultura e de suas tradições e pelo reconhecimento de suas identidades e especificidades.

Unidas pela crença de que o conhecimento e a informação qualificada são fundamentais para desconstruir preconceitos e superar o racismo e a discriminação racial e étnica, Elisa Costa, Jamilly Rodrigues Cunha, Marcia Vasconcelos e Olga Mariano se debruçam sobre os temas das identidades, das imagens e representações presentes no imaginário ocidental sobre as mulheres romani (ciganas) e seus impactos sobre a mídia, dos processos de construção da cidadania e de acesso às políticas públicas. Com essas reflexões pretendemos oferecer uma contribuição para que essas mulheres, cidadãs brasileiras de etnia romani (cigana), sejam de fato reconhecidas como sujeitos de direitos, em sua diversidade e especificidade, e em sua contribuição à história e à cultura brasileira.

Publicação disponível em:

Por Marcia Vasconcelos
AMSK/Brasil


AMSK PARTICIPA DO XIV ENAM – ENCONTRO NACIONAL DE ALEITAMENTO MATERNO


A IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar - International Baby Food Action Network) promoveu nos dias 22 a 25 de novembro o XIV ENAM – Encontro Nacional de Aleitamento Materno, e o IV ENACS – Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis – SC.

A organização do evento pela primeira vez oportuniza a uma mulher romani (cigana) apresentar suas práticas e informações sobre os cuidados na amamentação.

A Romi Kaldarash, Elisabete Martinho, representante da AMSK/Brasil, no dia 24 de novembro, proferiu palestra na Roda de Conversa 4 - Amamentar no contexto étnico-racial promovendo a reflexão do público sobre seus saberes e práticas de amamentação, e também sobre a história e a realidade de vida de muitas mulheres no enfrentamento as violações de direitos humanos. 




A AMSK/Brasil agradece a coordenadora do evento, Evangelia Kotzias Santos, e a todas e todos que trabalharam pela promoção e oportunidade do intercâmbio e da difusão de conhecimento e dos saberes da mulher romani (cigana).

Saiba mais... Acesse http://www.enam.org.br/


SGEP/MS LANÇA CARTILHA: SUBSÍDIOS PARA O CUIDADO À SAÚDE DO POVO CIGANO







É preciso conhecer antes de julgar, somos muitos,
Somos de diferentes etnias.
Nossa cultura e nossa tradição estão morrendo e precisamos de ajuda.
Estamos em todos os estados do território Nacional e Distrito Federal.
O mais difícil é que permanecemos entregues a nossa própria sorte.

Mio Vacite – Violinista e músico, cidadão brasileiro Rom Horaranô







A Secretaria de Gestão Estratégia e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) lançou no dia 10 de novembro de 2016, a cartilha Subsídios para o Cuidado à Saúde do Povo Cigano. O lançamento aconteceu durante a 287ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e contou com a participação da presidente da AMSK/Brasil, Elisa Costa, do diretor do Departamento de Apoio à Gestão Participativa – DAGEP, Esdras Daniel Pereira, e do presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos.

Elaborada pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP) da SGEP, em parceria com a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK), fruto do trabalho realizado como desdobramento do resultado do evento Brasil Cigano: Primeira Semana Nacional dos Povos Ciganos, promovido nos dias 21 a 24 de maio de 2013, em Brasília – DF, coordenado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR).

O documento foi elaborado pela necessidade de gerar conhecimento para o conjunto dos trabalhadores de saúde – gestores de políticas públicas, agentes comunitários de saúde, médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam no atendimento nos serviços de saúde – sobre a história dos povos ciganos, as dinâmicas de discriminação, preconceito e racismo institucional que criam obstáculos ao acesso deste segmento da população aos serviços de saúde, as situações de riscos ambientais que assolam a saúde dessa parcela da população brasileira, as necessidades das mulheres e dos homens de etnia cigana para o atendimento nos hospitais e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a importância da promoção à atenção básica de saúde da família nessas comunidades, e os marcos legais nacionais.

A AMSK/Brasil agradece ao Departamento de Apoio à Gestão Participativa - DAGEP, da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa - SGEP/MS, pela parceria na realização dos estudos e pesquisas pautados na realidade de vida da população romani do Brasil. E pelo empenho no desenvolvimento de ações afirmativas de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde que promove o respeito a população romani, com o lançamento do primeiro documento oficial do Ministério da Saúde que reconhece o Povo Romani como sujeitos de direitos.

Saiba mais...







SAÚDE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ERA DIGITAL

Começamos por parabenizar a Sociedade Brasileira de Pediatria pelo material rico e pontual, entretanto, fazemos aqui um alerta. AS NOSSA CRIANÇAS E ADOLESCENTES em situação de vulnerabilidade, as minorías do país e por fim, os Povos e Comunidades Tradicionais, vivem uma devastação SOCIAL, MENTAL E CULTURAL com a chegada da era digital.

Motivo de desejo que impulsiona a prisão de vários adolescentes, motivo de incentivo ao furto para a compra de entorpecentes e por fim, mas não somente, uma gama de informações atrativas e valores nocivos, invadem os locais mais afastados e acerta em cheio uma forma de ser, viver e estar que sempre foi negligenciada pela maioria dos países. O que fazer então?

Por esse motivo e por tantos outros, o material é muito bom, ele faz com que um alerta seja colocado e assim o assunto comece a ser visto, discutido e ampliado. Um assunto que deve entrar na agenda diária.



Uma nova Lei 12.965 de 2014 – o Marco Civil da Internet em seu artigo 29º - explicita a necessidade do controle e vigilância parental e a educação digital como formas de proteção frente às mudanças tecnológicas, em especial sobre os impactos provocados nas famílias e, especificamente, nas rotinas e vivências das crianças e dos adolescentes. Porém, tanto os pais como os educadores nas escolas precisam aprender como exercer esta mediação e serem alertados sobre os riscos e os limites necessários para assumirem esta responsabilidade. Além disso, as crianças e adolescentes devem ser informados das necessidades de hábitos saudáveis de modo sistemático.

Para cada acampamento de 5 barracas ou cinco construções (de convívio familiar ou parental), temos entre 8 a 10 aparelhos celulares, sendo que cerca de 3 a 5 estão nas mãos de crianças. Devido a pouca escolaridade, os vídeos são mais acessados e com eles toda uma gama de informação desconectada que coloca em risco vivencias, expondo esses meninos e meninas a suscetíveis informações quase sempre agressivas e em contexto de violência. (Estado de Santa Catarina). 

Leia a matéria completa http://tab.uol.com.br/vida-on-demand/

AMSK/Brasil

DETOX DIGITAL

Espalhe essa idéia. 

Todos juntos, podemos cuidar de nossas crianças.


AMSK/Brasil



A presença da tecnologia na vida de nossos filhos II




A presença da tecnologia na vida de nossos filhos

A tecnologia é onipresente e não há como escapar disso. Somos atraídos para a tecnologia em todas as suas formas: celulares, carros, TV, jogos, etc.
Diante de tanta facilidade, cores, interatividade e informação está cada vez mais difícil desconectar desse mundo virtual e ligar no mundo real, conversar e interagir com as pessoas e ser verdadeiramente presente sem a interferência tecnológica.
As relações familiares mudaram muito. Os pais têm que competir com o telefone, TV, ou um jogo de vídeo para a atenção e tempo de seus filhos. Ou talvez seja o contrário, os filhos é quem disputam a atenção dos seus pais.

As mudanças familiares causada pelas tecnologias

A verdade é que as tecnologias trouxeram um desequilíbrio que precisa rapidamente ser eliminado pelos pais, não somente pela convivência familiar, o que já seria um excelente motivo, mas também porque o excesso de tecnologia afeta a saúde das nossas crianças (obesidade por exemplo), o sono, o desempenho acadêmico, habilidades sociais, autoestima e muito mais.
Os maiores especialistas parentais, psicoterapeutas, neurocientistas, educadores e pediatras concordam que precisamos ajudar os nossos filhos. Por isso quero dizer que ajudar as crianças e adolescentes a pensarem em alternativas para o uso das tecnologias é o que vai garantir um futuro com mais equilíbrio para eles.
Decidir em conjunto sobre as regras relativas ao tempo de tela e fazer um compromisso com os filhos é o ideal. Quando os filhos participam na decisão, é fácil para eles cumprirem as mudanças.
Por exemplo, sugerir alternativas para jogos eletrônicos como jogar Lego, andar de bicicleta, pular corda, skate, patins e muito mais. Devemos pensar em conjunto com nossos filhos sobre as suas alternativas tecnologia e adicioná-lo ao acordo da tela.

Clique aqui e BAIXE um material especial sobre desintoxicação digital da família, e tenha acesso também a uma entrevista exclusiva da Coaching de Pais e Filhos Jacqueline Vilela.

Não lute contra a tecnologia, use-a como aliada

Lembre-se que nossos filhos nasceram para uma vida de tecnologia. Não lute contra isso, equilibre-a. Abraçar a necessidade dos filhos de usar e se comunicar através de seus dispositivos, manter a comunicação com eles aberta, e certificar-se de equilibrar o tempo online e o tempo de vida real.
E é essa a proposta do Detox Digital, que está ajudando centenas de famílias a fazer exatamente isso. Espero que você confie de que ela pode ajudar a sua também.
*Autora: Jacqueline Vilela Gomes Kikuti, Administradora e Master Coach, Coaching para Pais e Filhos: Dar ferramentas aos pais para ajudar os filhos na escolha profissional e aos jovens a oportunidade de descobrir os talentos e contribuir com o Mundo. E-mail: jacqueline@laboratoriodetalento.com.br

Link original do post que vai ao ar dia 09/11/16: www.4daddy.com.br/a-presenca-da-tecnologia-na-vida-de-nossos-filhos/

A AMSK apoia essa ideia.

"CÂNCER DE MAMA" PREVENÇÃO EXISTE SEM CUMPRIMENTO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS?


Essa é a hora da gente falar sério.

Muita coisa tem sido feita, mas sem os aparelhos de mamografia fica difícil né?

     Dias atrás, os benefícios do BPC para Pessoas com deficiência foram retirados, simples assim. Desses, quantos são mulheres? E essa não é uma questão de gênero?

     Vamos lá, as questões relativas as mulheres estão pipocando e precisamos definitivamente começar a discutir esse assunto. Direitos são bons, mas precisam sair do papel. Quem paga quando o cumprimento dessas leis não se efetivam? Quem deve ser acionado legalmente quando você procura uma ajuda dessas e passa as vezes 8 meses sem conseguir os exames?

    Agora pense, 

     Precisamos conversar sobre isso.

Ligue, se informe, acompanhe pelo computador, mas fique de fora.

Colabore, precisamos discutir cada vez mais esse assunto.


Homeopatas dos Pés Descalços


 Câncer de Mama: Acessibilidade dos exames preventivos para a Mulher com Deficiência"
Expositores:
Drª Odília Brígido de Sousa –  Coordenadora-Geral de Saúde da Pessoa com Deficiência do Ministério da Saúde

Prof. Dr. César Cabello dos Santos –  Mastologista e Professor Livre Docente do Hospital da Mulher Prof. Dr. J. A. Pinotti - CAISM - UNICAMP

Carla Karine Oliveira da Silva – Cadeirante e usuária do Sistema Único de Saúde (SUS)

Larissa Bezerra da Silva –  Pedagoga da Rede Feminina de Combate ao Câncer

Paulo Beck –    Coordenador de Promoção de Direitos das Pessoas com Deficiência do DF


Data: 20 de outubro de 2016 (quinta-feira)
Horário: 10h
Local: Anexo II, Ala Alexandre Costa, Plenário nº 9, Senado Federal
Mais informações:
3303-1710


PRECISAMOS FALAR DO ÓDIO, PARA A SAÚDE DO AMOR

PERSONALIDADES HOMEOPÁTICAS O ÓDIO “Precisamos falar do Ódio, para a Saúde do Amor” Elisa Costa Nos últimos anos, o B...