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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Associação Paulista de Medicina repudia a proposta do Ministério da Saúde





E segue mais um capítulo do tipo de ação do governo atual que é nada mais nada a menos um desserviço a população brasileira como um todo.

O Sistema Único de Saúde, deveria ser protegido como um patrimônio, uma assinatura de respeito as pessoas. Dignidade e respeito. É disso que se trata. Nosso apoio a APM e a nossa esperança de que devemos olhar para os desafios, daquela forma gentil com que olhamos para nós mesmos, daquele jeito que fazemos quando precisamos mudar algo que está dando errado, mas que é bom. Aprimorar, dialogar, aprender e dividir sempre serão ações bem vindas e justas. O que não podemos fazer é destruir um patrimônio como o SUS, construído da demanda da população.

Com os Planos de Saúde não é diferente.

VIVA O SUS E ABAIXO A IGNORÂNCIA QUE DESTRÓI CAMINHOS AO INVÉS DE RECONSTRUIR.


Homeopatas dos Pês Descalços







Associação Paulista de Medicina repudia a proposta do Ministério da Saúde que pode reduzir a cobertura dos planos de saúde. Uma carta já está sendo enviada a todos os médicos e entidades representativas dos profissionais de Medicina do Estado de São Paulo (veja abaixo). Simultaneamente, a APM carta envia ao MS, destacando os pontos 
 da proposição que serão prejudiciais aos cidadãos. 


Sobre os planos de saúde com cobertura limitada 

Prezados Colegas,
         o Ministério da Saúde constituiu grupo de trabalho para formular uma proposta de “Plano de Saúde Acessível”. Este grupo já se reuniu várias vezes, estando atualmente em fase avançada na busca de seu objetivo. Nele predomina a presença de representantes das operadoras de planos e seguros saúde.
         A Associação Paulista de Medicina foi alertada de que as discussões e propostas em pauta se direcionavam para modelos que significavam retrocesso importante nas conquistas com a lei 9656 e nos diversos marcos regulatórios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).  Do ponto do vista dos médicos, interfeririam significativamente e de forma negativa no exercício profissional, deixando nossos colegas que aderirem aos mesmos em posição de vulnerabilidade.
         Decidimos então comparecer às duas últimas reuniões deste grupo de trabalho do MS para conhecer exatamente o teor das discussões. Verificamos que existem propostas de formatar dois modelos de planos:
         O primeiro somente para atendimento ambulatorial, porém excluindo atendimento de urgência e emergência, hospital-dia, terapias e exames de alta complexidade.
         O segundo, ambulatorial e hospitalar, porém com um Rol reduzido, ou seja, excluindo inclusive procedimentos de alta complexidade.
         Em ambos, pode haver a consulta inicial com um médico generalista e somente a partir deste uma indicação para consulta com especialista – uma espécie de hierarquização da rede. Cogita-se a adoção de protocolos clínicos a serem obrigatoriamente seguidos pelos médicos, além de aumento de prazo para consultas e procedimentos com especialistas para 30 ou 45 dias
         Em cidades onde não existe disponibilidade de certos serviços, estes seriam excluídos do plano. E haveria coparticipação dos usuários para pagamento parcial dos atendimentos. Também pode ser fixada a obrigatoriedade de segunda opinião médica para alta complexidade.
         Analisando este conjunto de propostas, a diretoria da APM compreende que este caminho representa gigantesco retrocesso em nosso sistema de saúde, pois procura reduzir cada vez mais o Sistema Único de Saúde, que deveria ser prioridade para qualquer governante e para as políticas de Estado.
         Expõe profissionais de saúde a contratos de trabalho que os deixarão vulneráveis, pois não poderão disponibilizar todo seu conhecimento técnico e científico em benefício dos pacientes.
         Para os consumidores, representa a volta ao passado antes da promulgação da lei 9656, de coberturas parciais, com exclusão de vários procedimentos, (de difícil compreensão quando da assinatura do contrato), que tanto problemas causaram.
         Finalmente, este nova formatação de planos de saúde inevitavelmente levará ao aumento no número de processos judiciais.
         Diante disto, a Diretoria da APM toma a seguinte decisão:
  • Não comparecer mais às reuniões do grupo de trabalho do MS, pois já tentamos, nas duas vezes em que lá estivemos, colocar estas ponderações sem sucesso. Nossa percepção é de que este grupo pretende rapidamente chegar a um produto final dentro dos modelos apresentados, que, aliás, á estão em fase de análise de custos, etc. Desta forma, não vamos legitimar ou referendar as decisões do grupo.
  • Protocolar junto ao Ministério da Saúde sua oposição à proposta de formatar planos de saúde com estas características.
  • Reunir-se com entidades médicas do Estado de São Paulo para um posicionamento comum. Idem com os órgãos de defesa do consumidor.
  • Dar ciência dos fatos a todas as entidades médicas do País para que, em seu âmbito, possam discutir este tema.
  • Sugerir que, a partir da análise individual de cada entidade, se busque uma ação conjunta em todo o Brasil para fazer frente à esta proposta.
FLORISVAL MEINÃO
PRESIDENTE APM


Informações à imprensa
Acontece Comunicação e Notícias
Bárbara Gil ou Kelly Silva
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domingo, 27 de novembro de 2016

AMSK PARTICIPA DO XIV ENAM – ENCONTRO NACIONAL DE ALEITAMENTO MATERNO


A IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar - International Baby Food Action Network) promoveu nos dias 22 a 25 de novembro o XIV ENAM – Encontro Nacional de Aleitamento Materno, e o IV ENACS – Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis – SC.

A organização do evento pela primeira vez oportuniza a uma mulher romani (cigana) apresentar suas práticas e informações sobre os cuidados na amamentação.

A Romi Kaldarash, Elisabete Martinho, representante da AMSK/Brasil, no dia 24 de novembro, proferiu palestra na Roda de Conversa 4 - Amamentar no contexto étnico-racial promovendo a reflexão do público sobre seus saberes e práticas de amamentação, e também sobre a história e a realidade de vida de muitas mulheres no enfrentamento as violações de direitos humanos. 




A AMSK/Brasil agradece a coordenadora do evento, Evangelia Kotzias Santos, e a todas e todos que trabalharam pela promoção e oportunidade do intercâmbio e da difusão de conhecimento e dos saberes da mulher romani (cigana).

Saiba mais... Acesse http://www.enam.org.br/


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

SGEP/MS LANÇA CARTILHA: SUBSÍDIOS PARA O CUIDADO À SAÚDE DO POVO CIGANO







É preciso conhecer antes de julgar, somos muitos,
Somos de diferentes etnias.
Nossa cultura e nossa tradição estão morrendo e precisamos de ajuda.
Estamos em todos os estados do território Nacional e Distrito Federal.
O mais difícil é que permanecemos entregues a nossa própria sorte.

Mio Vacite – Violinista e músico, cidadão brasileiro Rom Horaranô







A Secretaria de Gestão Estratégia e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) lançou no dia 10 de novembro de 2016, a cartilha Subsídios para o Cuidado à Saúde do Povo Cigano. O lançamento aconteceu durante a 287ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e contou com a participação da presidente da AMSK/Brasil, Elisa Costa, do diretor do Departamento de Apoio à Gestão Participativa – DAGEP, Esdras Daniel Pereira, e do presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos.

Elaborada pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP) da SGEP, em parceria com a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK), fruto do trabalho realizado como desdobramento do resultado do evento Brasil Cigano: Primeira Semana Nacional dos Povos Ciganos, promovido nos dias 21 a 24 de maio de 2013, em Brasília – DF, coordenado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR).

O documento foi elaborado pela necessidade de gerar conhecimento para o conjunto dos trabalhadores de saúde – gestores de políticas públicas, agentes comunitários de saúde, médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam no atendimento nos serviços de saúde – sobre a história dos povos ciganos, as dinâmicas de discriminação, preconceito e racismo institucional que criam obstáculos ao acesso deste segmento da população aos serviços de saúde, as situações de riscos ambientais que assolam a saúde dessa parcela da população brasileira, as necessidades das mulheres e dos homens de etnia cigana para o atendimento nos hospitais e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a importância da promoção à atenção básica de saúde da família nessas comunidades, e os marcos legais nacionais.

A AMSK/Brasil agradece ao Departamento de Apoio à Gestão Participativa - DAGEP, da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa - SGEP/MS, pela parceria na realização dos estudos e pesquisas pautados na realidade de vida da população romani do Brasil. E pelo empenho no desenvolvimento de ações afirmativas de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde que promove o respeito a população romani, com o lançamento do primeiro documento oficial do Ministério da Saúde que reconhece o Povo Romani como sujeitos de direitos.

Saiba mais...







domingo, 13 de novembro de 2016

SAÚDE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ERA DIGITAL

Começamos por parabenizar a Sociedade Brasileira de Pediatria pelo material rico e pontual, entretanto, fazemos aqui um alerta. AS NOSSA CRIANÇAS E ADOLESCENTES em situação de vulnerabilidade, as minorías do país e por fim, os Povos e Comunidades Tradicionais, vivem uma devastação SOCIAL, MENTAL E CULTURAL com a chegada da era digital.

Motivo de desejo que impulsiona a prisão de vários adolescentes, motivo de incentivo ao furto para a compra de entorpecentes e por fim, mas não somente, uma gama de informações atrativas e valores nocivos, invadem os locais mais afastados e acerta em cheio uma forma de ser, viver e estar que sempre foi negligenciada pela maioria dos países. O que fazer então?

Por esse motivo e por tantos outros, o material é muito bom, ele faz com que um alerta seja colocado e assim o assunto comece a ser visto, discutido e ampliado. Um assunto que deve entrar na agenda diária.



Uma nova Lei 12.965 de 2014 – o Marco Civil da Internet em seu artigo 29º - explicita a necessidade do controle e vigilância parental e a educação digital como formas de proteção frente às mudanças tecnológicas, em especial sobre os impactos provocados nas famílias e, especificamente, nas rotinas e vivências das crianças e dos adolescentes. Porém, tanto os pais como os educadores nas escolas precisam aprender como exercer esta mediação e serem alertados sobre os riscos e os limites necessários para assumirem esta responsabilidade. Além disso, as crianças e adolescentes devem ser informados das necessidades de hábitos saudáveis de modo sistemático.

Para cada acampamento de 5 barracas ou cinco construções (de convívio familiar ou parental), temos entre 8 a 10 aparelhos celulares, sendo que cerca de 3 a 5 estão nas mãos de crianças. Devido a pouca escolaridade, os vídeos são mais acessados e com eles toda uma gama de informação desconectada que coloca em risco vivencias, expondo esses meninos e meninas a suscetíveis informações quase sempre agressivas e em contexto de violência. (Estado de Santa Catarina). 

Leia a matéria completa http://tab.uol.com.br/vida-on-demand/

AMSK/Brasil

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

DETOX DIGITAL

Espalhe essa idéia. 

Todos juntos, podemos cuidar de nossas crianças.


AMSK/Brasil



A presença da tecnologia na vida de nossos filhos II




A presença da tecnologia na vida de nossos filhos

A tecnologia é onipresente e não há como escapar disso. Somos atraídos para a tecnologia em todas as suas formas: celulares, carros, TV, jogos, etc.
Diante de tanta facilidade, cores, interatividade e informação está cada vez mais difícil desconectar desse mundo virtual e ligar no mundo real, conversar e interagir com as pessoas e ser verdadeiramente presente sem a interferência tecnológica.
As relações familiares mudaram muito. Os pais têm que competir com o telefone, TV, ou um jogo de vídeo para a atenção e tempo de seus filhos. Ou talvez seja o contrário, os filhos é quem disputam a atenção dos seus pais.

As mudanças familiares causada pelas tecnologias

A verdade é que as tecnologias trouxeram um desequilíbrio que precisa rapidamente ser eliminado pelos pais, não somente pela convivência familiar, o que já seria um excelente motivo, mas também porque o excesso de tecnologia afeta a saúde das nossas crianças (obesidade por exemplo), o sono, o desempenho acadêmico, habilidades sociais, autoestima e muito mais.
Os maiores especialistas parentais, psicoterapeutas, neurocientistas, educadores e pediatras concordam que precisamos ajudar os nossos filhos. Por isso quero dizer que ajudar as crianças e adolescentes a pensarem em alternativas para o uso das tecnologias é o que vai garantir um futuro com mais equilíbrio para eles.
Decidir em conjunto sobre as regras relativas ao tempo de tela e fazer um compromisso com os filhos é o ideal. Quando os filhos participam na decisão, é fácil para eles cumprirem as mudanças.
Por exemplo, sugerir alternativas para jogos eletrônicos como jogar Lego, andar de bicicleta, pular corda, skate, patins e muito mais. Devemos pensar em conjunto com nossos filhos sobre as suas alternativas tecnologia e adicioná-lo ao acordo da tela.

Clique aqui e BAIXE um material especial sobre desintoxicação digital da família, e tenha acesso também a uma entrevista exclusiva da Coaching de Pais e Filhos Jacqueline Vilela.

Não lute contra a tecnologia, use-a como aliada

Lembre-se que nossos filhos nasceram para uma vida de tecnologia. Não lute contra isso, equilibre-a. Abraçar a necessidade dos filhos de usar e se comunicar através de seus dispositivos, manter a comunicação com eles aberta, e certificar-se de equilibrar o tempo online e o tempo de vida real.
E é essa a proposta do Detox Digital, que está ajudando centenas de famílias a fazer exatamente isso. Espero que você confie de que ela pode ajudar a sua também.
*Autora: Jacqueline Vilela Gomes Kikuti, Administradora e Master Coach, Coaching para Pais e Filhos: Dar ferramentas aos pais para ajudar os filhos na escolha profissional e aos jovens a oportunidade de descobrir os talentos e contribuir com o Mundo. E-mail: jacqueline@laboratoriodetalento.com.br

Link original do post que vai ao ar dia 09/11/16: www.4daddy.com.br/a-presenca-da-tecnologia-na-vida-de-nossos-filhos/

A AMSK apoia essa ideia.

Filhos e tecnologia: uma relação perigosa com o excesso I

Não cometa o erro de achar que isso não é problema seu.
Não faça isso. Pense, leia e tome uma atitude.

Viu o rostinho dos seus filhos aí??? Pois é, a coisa é séria.

Se acha que isso não tem nada a ver com a saúde, se enganou redondamente:

*obesidade infantil;
*distúrbios do sono,
*problemas de coluna .....

Pode completar o restante.

Essa campanha afeta a todos nós, das comunidades mais pobres as mais ricas. Quando a tecnologia entra em nossas casas e começa a ditar o nosso dia a dia e pior, passa a comandar os nossos filhos, antes de brigar e quebrar o celular, leia, se atualize e divida com seus filhos a parte boa dessa tecnologia.


A AMSK/Brasil APOIA ESSA IDEIA.



Filhos e tecnologia: uma relação perigosa com o excesso

A estimulação eletrônica é mais perigosa do que imaginam os pais, com um impacto profundo na saúde física e mental dos filhos. Se o seu filho não sai do computador, Ipad, Ipod, celular ou jogos eletrônicos provavelmente ele já sofre de uma série sintomas produzidos pelo tempo excessivo de acesso diário. Confira abaixo os principais sintomas do excesso de estimulação eletrônica ao seu filho(a):

1) O uso excessivo perturba o sono e o relógio do corpo

Como a luz desses dispositivos de tela imita o dia, ele suprime a melatonina, um sinal de sono lançado pela escuridão. Apenas minutos de estimulação à noite pode atrasar liberação de melatonina por várias horas e dessincronizar o relógio do corpo. Uma vez que o relógio do corpo é interrompido, vários tipos de outras reações maléficas ocorrem, tais como desequilíbrio hormonal e inflamação no cérebro. Além disso, a alta excitação não permite um sono profundo e sono profundo é como curar.
2) O tempo de tela dessensibiliza o sistema de recompensa do cérebro
Um número cada vez maior de crianças é "viciada" em eletrônica e em versões de jogos. O uso dessas tecnologias libera muita dopamina, que é um neurotransmissor do "sentir-se bem" que, em um cérebro parece o mesmo que o uso de cocaína. Mas quando essas vias de recompensa são usadas em excesso, tornam-se menos sensíveis, e mais e mais estímulo é necessário para sentir prazer.
Estudos recentes mostram que a dopamina está relacionada à capacidade de memorização, ou seja, ela é crucial para o foco e motivação e mudanças na sensibilidade da dopamina podem causar estragos nas emoções e funções do seu filho.

 

3) A luz da tela provoca depressão e estresse

Às vezes os pais deixam os filhos usarem os aparelhos antes de dormir, achando que isso ajudará no sono, mas restringir o uso de eletrônicos no quarto é extremamente protetor.
O excesso de uso da tecnologia também causa estresse agudo (luta ou fuga) e estresse crônico, que ocasionam mudanças na química do cérebro e hormônios que podem aumentar a irritabilidade. Na verdade, o cortisol, o hormônio do estresse crônico, parece ser simultaneamente uma causa e um efeito da depressão, criando um ciclo vicioso.

4) O tempo de tela sobrecarrega o sistema sensorial e esgota as reservas mentais

Especialistas dizem que o que muitas vezes está por trás do comportamento explosivo e agressivo é o a falta de foco. Quando a nossa capacidade de atenção é prejudicada, o mesmo acontece com a nossa capacidade de interpretar o ambiente interno e externo.
Esgotando de energia mental com a entrada visual e cognitiva elevadas, a exaustão das nossas reservas mentais nos torna mais irritados e propensos a explosões e discussões.

5) O uso excessivo da tecnologia diminui os níveis de atividade física e exposição à natureza

A pesquisa mostra que tempo ao ar livre, especialmente interagindo com a natureza, pode restaurar a atenção, melhorar o estresse e reduzir a agressão. Assim, o tempo gasto com a eletrônica reduz a exposição a geradores de humor naturais.
E se você é do time que quer evitar transtornos futuros, eduque o seu filho a usar eletrônicos com "moderação" em cada fase da vida dele. O número de pais que me procuram para falar sobre esse assunto é tão grande que eu me orgulho de ter dado uma entrevista para o 4Daddy sobre o assunto.



*Autora: Jacqueline Vilela Gomes Kikuti, Administradora e Master Coach, Coaching para Pais e Filhos: Dar ferramentas aos pais para ajudar os filhos na escolha profissional e aos jovens a oportunidade de descobrir os talentos e contribuir com o Mundo. E-mail: jacqueline@laboratoriodetalento.com.br

Link original da matéria que vai ao ar dia 07/11/16: www.4daddy.com.br/filhos-e-tecnologia-o-excesso-de-estimulacao-eletronica/

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