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sexta-feira, 3 de junho de 2016

SOS SAÚDE

Brasília, 2 de junho de 2016.

Companheiros e Companheiros, Brasileiros e Brasileiras;

Venho comunicar a todos vocês que a saúde está em coma e que quando a gente diz que a coisa não pode piorar, é aí que ela vira de vez.
Estamos vivento momentos únicos de derrubada do estado democrático de direito, de repressão a conquistas e esvaziamento das pautas. Então pensem comigo: Pauta Cigana??? Saúde da População Negra??? Saúde das comunidades atingidas por barragem??? Saúde com vistas a comunidades Tradicionais????
Sabemos e temos acompanhado as discussões e compreendemos perfeitamente que ocorreram falhas e problemas, mas não podemos retirar do Povo Brasileiro o direito a Saúde, temos é que melhorar, propor situações que venham a permitir a participação integral de todos e todas, respeitando suas especificidades. E ELAS EXISTEM.
Participem, enviem cartas aos senadores, e mail e peçam nos seus estados e países que o Governo Brasileiro não abandone os Brasileiros, não destrua um dos trabalhos mais bonitos, íntegros e verdadeiros, no que tange ao respeito e a busca de um atendimento digno a todo cidadão e cidadã brasileiro.

Homeopatas dos Pés Descalços – AMSK/Brasil
Um projeto que defende a prática do respeito as medicinas tradicionais e do direito sagrado de contar e lutar por um SUS mais digno para todos.

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Brasília, 2 de junho de 2016.


Prezadas Defensoras do SUS
Prezados Defensores do SUS,




Propostas que alteram substancialmente as missões definidas na Constituição Federal de 1988 e afetam o financiamento do Sistema Único de Saúde ganharam relevância e celeridade na pauta do Congresso Nacional na atual legislatura. Em meio ao desequilíbrio das contas públicas, setores organizados da economia exercem forte influência no Legislativo com o fim de reabrir discussões relativas ao papel do Estado que estavam sacramentas em nossa sociedade nas últimas décadas.

Neste contexto, estão pautados para votação projetos como a PEC 143/15, do senador Romero Jucá (PMDB-RO) – que permite a estados e municípios gastarem menos com saúde e teria como impacto a queda orçamentária em R$ 35 bilhões no ano de 2017 – e a PEC 451/15, do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – que torna a saúde um direito previdenciário, acabando com princípios universais fundadores do SUS. Neste bojo, surge ainda a divulgação, por parte da equipe do governo interino, da proposta de Emenda à Constituição que impõe um congelamento dos gastos com a saúde.

            Para debater estes temas, tão caros à saúde pública, convidamos para a Plenária da Saúde em Defesa da Democracia e do SUS, no dia 7 de junho, às 18 horas, no Plenário 14 da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Atenciosamente,


Jorge Solla
Deputado Federal PT- BA



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