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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

HOMEOPATIA E ARTERIOSCLEROSE



ARTERIOSCLEROSE:


Expressão genérica que designa o espessamento e endurecimento das paredes arteriais e que é responsável, atualmente, pela maioria das mortes nas sociedades ocidentais.
O tipo de arteriosclerose mais frequente é a aterosclerose, que é a doença das artérias de grande calibre e que causa doença das artérias coronárias cardíacas, aneurismas aórticos, doença arterial das extremidades e doença cérebro-vascular. Outros tipos de arteriosclerose são a arteriosclerose calcificante focal (esclerose de Monckberg) e a arteriolosclerose. A parede das artérias sofre envelhecimento natural com aumento da espessura da sua camada interna (íntima, revestida de células endoteliais). Esse espessamento resulta da proliferação de células musculares e de tecido fibroso. Por isso, ao conceito clássico da arteriosclerose como doença degenerativa junta-se agora a perspectiva de doença proliferativa. Para este processo difuso e generalizado contribui também o depósito de lípidos ou gorduras (colesterol e esfingomielina), formando em áreas com maior atrito e turbulência, por exemplo, as bifurcações e estenoses arteriais, placas fibrosas elevadas.As lesões do endotélio, sejam químicas (como, por exemplo, na hipercolesterolemia, no fumo do tabaco e na hiperglicemia da diabetes) ou mecânicas (como na hipertensão arterial), estimulam a formação e a progressão da aterosclerose.Há basicamente quatro tipos de lesões características da aterosclerose, que não são independentes mas resultam duma contínua progressão da própria doença: lesões iniciais, onde microscopicamente se observa espessamento do endotélio e deposição de lipídios, estria lipídica, onde macroscopicamente é visível a deposição de lipídeos, placa fibrosa, onde se vê uma elevação da superfície endotelial diminuindo o seu lúmen, e lesão complicada, que é uma placa irregular e ulcerada de onde se libertam pequenos fragmentos com potencialidade embólica, causando fenómenos isquémicos a jusante (doença aterotrombótica).
A arteriosclerose e a aterosclerose contribuem para o aparecimento de doença cardíaca isquêmica (angina de peito, enfarte de miocárdio), doença vascular cerebral (trombose e hemorragia ou derrame cerebral), doença renal (nefrosclerose e insuficiência renal), doença isquémica intestinal (necrose isquémica intestinal aguda), dissecção aórtica e insuficiência circulatória dos membros inferiores aguda (gangrena) ou crónica (claudicação intermitente).
Há então fatores de risco vascular que aceleram a progressão da aterosclerose. O facto de muitos deles serem modificáveis no sentido da correção e de essa modificação retardar a progressão do processo leva a que a grande atitude em relação à arteriosclerose seja tomada no sentido da prevenção. Assim, a hiperlipidemia (aumento de colesterol e de triglicerídeos circulantes) corrige-se com dieta adequada, exercício físico regular e eventualmente com medicamentos, a HTA pode ser corrigida com dieta, correção de excessos ponderais e medicamentos, a diabetes pode ser controlada, o fumo do tabaco pode evitar-se, a obesidade corrigir-se, o sedentarismo pode contrariar-se e a personalidade e a vivência do stress podem ajustar-se.
A arteriosclerose é um problema maior de saúde mundial. O facto de a sua progressão ser silenciosa e só dar sinais de si quando muito está já irreversivelmente deteriorado deve levar a investir os melhores esforços na educação da população para a promoção da saúde com intenções preventivas.
In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2013.


bioqumicadaobesidade.blogspot.com

A Arteriosclerose, principal causa de morte no mundo ocidental, consiste grosseiramente falando, na perda da elasticidade da parede das artérias. Eis um processo que vai acontecendo sem você se dar conta, devagar, acumulando placas de gordura, problemas, maus hábitos, irritações e afins. Essas placas, denominadas ateromas, comprometem a elasticidade por enrijecer as paredes das artérias, além de diminuir seus calibres, exatamente do mesmo jeito que fazemos com nós mesmos. Obstruímos a nossa felicidade, vamos entupindo coisas que a sociedade acha correto, corremos cada vez mais para ganhar mais dinheiro, pois nunca é o suficiente e quando nos damos conta, estamos na tampa de coisas pra fazer, infelizes, estressados e cheios de valores duvidosos. Os mais responsáveis também são alvo fáceis e não sua grande maioria acaba cometendo o deslize na comida, afinal, ninguém é de ferro mesmo. Esse tipo de arteriosclerose é denominado aterosclerose.
A pressão sobe e mesmo sabendo que essas artérias podem estar localizadas em qualquer região do corpo, a que mais preocupa a gente é a que acaba comprometendo as carótidas, coronárias e região das pernas.
No primeiro caso, pode provocar derrame cerebral e no segundo, fortes dores no peito e enfarte do miocárdio. Nas pernas, além de dor, pode bloquear o fluxo sanguíneo desta região, podendo ser necessária a amputação do membro. Este tipo de arteriosclerose é denominado arteriosclerose obliterante (ASO) e metade das pessoas afetadas por ela sofrem de outro problema cardíaco.
São consideradas parte do grupo de risco pessoas do sexo masculino, de idade entre 50 e 70 anos, indivíduos com taxas elevadas de colesterol, obesos, fumantes, hipertensos, sedentários e pessoas com histórico familiar propenso à doença. Mariana Araguaia (Bióloga)


Entretanto sabemos que só se pode evitar o avanço das doenças, evitando os fatores de risco. Os medicamen­tos aliviam os sintomas, mas não eliminam a causa. Os procedimentos são resolutivos para o problema de fato, mas nada impede que voltem a acontecer. É pra isso que serve prevenção. Não estão aqui relacionados quadros genéticos que independem na sua grande maioria de um único esforço. Portanto se suspeitar de sua pressão, câimbras constantes e dores nas pernas e na zona da batata da perna, sem que consiga atribuir uma razão plausível a ela, procure um médico.
Quando os sais de cálcio e os lipídios se depo­sitam nas artérias, estas endurecem e as suas paredes ficam espessas, deixando de ser elás­ticas. Endurecemos por dentro. O diâmetro dos vasos diminui devido à formação de camadas de trombócitos que crescem ao misturar-se, formando uma espé­cie de tecido conjuntivo, o sangue tem cada vez mais dificuldade em circular e estanca. Assim como não conseguimos sair das situações. Consequentemente, há uma falta de oxigênio (nos falta espaço pra respirar e literalmente nos falta ar) nos órgãos e músculos que não recebem a quantidade necessária dos vasos sanguíneos afetados. As toxinas são cada vez mais difí­ceis de eliminar das células, o que produz danos adicionais nos tecidos. E décimos, minutos que sejam para acumular dores, medos, rancores e tristezas.


Na natureza o campeão de recomendações é a Cavalinha. Basta dar uma lida na lista de indicações e compreender por que: melhora a circulação sanguínea, combate o colesterol, ajuda a remover as placas de gordura nas veias e artérias.
Coloque 2 colheres de sopa de cavalinha numa chávena e cubra-a com água fervente. Deixe esfriar por pelo menos 15 minutos, coe e beba a seguir. Beba esta infusão várias vezes ao dia, no período entre as refeições, para ter um efeito melhor.

Considerando ...



 [...]Os preparados de óleo de peixe com ácidos gordos Omega 3 podem evitar as deformações arterioscleróticas nos vasos sanguíneos.

 [...] exercício estimula a circulação arterial colateral. É a forma natural do organismo proteger o coração. 

[...] alguns fatores de risco são pontuais, mas o principal é uma ali­mentação inadequada (demasiada gordura, alimentos cultivados de forma pouco natural e, por isso, carregados de substâncias quími­cas, excesso de álcool).

[...] Medicina e alimento para a aterosclerose – dieta a base de: alho, cebola, azeite primeira colheita, trigo, ameixa, morango, fermento, limão, mel, alho-poró, iogurte.

[...] Malva, Fumaria, Visco e Canário, completam as indicações de plantas.

[...] Suplemento nutricional indicado: O óleo de gérmen de milho.
[...] Ou­tros fatores negativos são o consumo ele­vado de nicotina e os vícios prévios adquiridos pela família, não devido a herança genética mas por ter levado um tipo de vida pouco saudável.

[...] uma vida muito sobrecarre­gada, implica em sintomas típicos como as afecções arte­riais, os pés frios, as dores nas pernas e os problemas de coração (angina de peito e etc...), feri­das e ulcerações nas pernas que custam a sa­rar, bem como a pressão alta. 

Possibilidades Homeopáticas:

Na forma física, sugere-se o uso de Baryta ou Sulphur, sendo esses dois campeões de indicação para o problema a fim. Todos os outros; estão contidos em situações pontuais, como Glonoinum e a sua explosão, Phosphorus e sua aparente calma e assim por diante. Em cada um podemos encontrar uma demanda específica para encaixarmos essa deficiência. Abaixo as medicações indicadas desde muito tempo por especialistas e mestres na arte da Homeopatia:

Aurum,
Baryta carbônica,
Berberis,
Carduus,
Gelsemium,
Glonoinum,
Ignatia,
Lachesis,
Lycopodium,
Nux vômica,
Opium,
Phosphorus,
Plumbum,
Sulphur.

Uma das formulações mais conhecidas na Europa e que possui uma visão bastante física, é composta de Arnica, Conium, Glonoinum, Phosphorus e Barium, todos na DH. Preparado segundo as normas da Farmacopeia Homeopática Alemã. Contém 37% Álcool.

Mas numa coisa todos concordamos. A prevenção e o olhar para a própria condição de stress, deve ser um exercício diário. Esse padrão eliminaria muito as condições de risco que a doença alcança. Sendo assim, não largue o acompanhamento com o seu cardiologista, procure um nutricionista, aconselhe-se e não deixe de ir a um Homeopata. O entendimento individual de cada deficiência traz a possibilidade de cura cada vez mais, pra dentro das nossas vidas.
Sugestão de leitura complementar:
Drª Bárbara S. Metzner – Médica Homeopata. http://www.aph.org.br/revista/index.php/aph/article/viewFile/7/21
Homeopatas dos Pés Descalços
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