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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

RHODODENDRON A PERSONALIDADE DA ROSA DA SIBÉRIA.



RHODODENDRON A PERSONALIDADE DA ROSA DA SIBÉRIA.


Esse é o rhododrendron chrysanthemum, muito usado na china para remédios, a paixão nos estudos de J.H. Clark e uma verdadeira joia nas montanhas da Sibéria e nos afrescos dos palácios.


Suas folhas secas dão origem as tinturas usadas e são na maioria das vezes amarelas ouro, grandes e bastante fáceis de serem vistas. É que elas reluzem em meio ao musgo das encostas, aparecendo apenas suas pontas.

Diante da presença de dores articulares ou nevrálgicas decorrentes da mudança de temperatura para o frio, ou antes de chuvas fortes e trovoadas, bem como ao sentir dores nas aponeuroses durante a noite, prevendo tormentas, é indicado um vegetal da família das Ericaceas, Rhododendron, conhecido como Rosa da Sibéria (KENT, 1980).

Por este motivo, essa personalidade continuamente é indicada para atletas e suas lesões, especialmente no futebol – ver. http://www.efdeportes.com/efd146/homeopatia-para-auxiliar-no-lesoes-de-futebol.htm

Clark deixa claro que emocionalmente ela vem de encontro com pessoas que apresentam extremo nervoso, indivíduos que apresentam medo de trovões e tempestades a fim de alterarem assim suas reações diante da vida e dos indivíduos a sua volta.
As tormentas do tempo não lhe caem nada bem e seu corpo recente com isso de forma visível.
Esse medo extremo, causado por estrutura da natureza, possui uma ligação muito forte com o meridiano do rim – MTC, sendo assim, podemos nos ater nas suas maiores complicações físicas – seus sintomas reumáticos e suas nevralgias são muito acentuadas.


Quando a atmosférica fica carregada e o tempo se encarrega de descarrega-la através de trovões e tempestades, a rosa da Sibéria irá tremer e sentir dores. Tudo piora, as dores se intensificam e suas pernas e cabeça sofrem com isso. Sensibilidade vista em Silícia, Psorinum, Ntrum Carbônicum e Phosphorus. Lycopodium, Pulsatilla, Arnica e Arsenicum devem ser observados quando no seu uso. As pernas de Arsenicum reagem às descargas elétricas também e podem sentir o reflexo por muito tempo, não como Rhododendron, mas devemos observar bem. Aqui a rosa da Sibéria pode ser considerada nervosa por sua própria natureza.
Um bom sintoma emocional e que nos ajuda muito a diferenciar, foi citado pelo Adolph Lippe MD, onde descreve em seus estudos a grande indiferença às coisas com aversão a toda profissão e a qualquer trabalho.

Essa matéria ajuda muito aqueles que por causa do terror as tempestades, alcançam um nervoso tal que não conseguem se lembrar das coisas – aqui não há moleza, pois sua melhora se dá ao movimento contínuo. Ele obtém alívio ao se mover.
Estar em repouso e em locais de muita nebulosidade e úmidos agravam bastante seus sintomas e suas dores.
Comer e aquecer são de extrema necessidade para essa personalidade, tudo melhora.

Essa pessoa se beneficia com a medicação nos casos de gota e reumatismo, na artrite, nas dores do ligamento ( aqui arsenicum entra – lembra o trovão no chão), alucinações e dores de cabeça – as dores nevrálgicas dos olhos – precisa cruzar as pernas para dormir e ocorrem formigamentos e suores.

Entretanto Rhododendron pode prever uma tempestade, seu corpo avisa, seu nervoso aumenta e ele acaba por passar mal. Todas as suas doenças pioram muito antes de uma tempestade.
Em nenhum momento podemos dizer que existe uma personalidade Rhododendron sem sintomas reumáticos e nevralgias acentuadas.

Essa sensibilidade deve ser considerada e tratada com carinho, ela é real e afeta consideravelmente o estado emocional da pessoa.
Mesmo que apresente mais situações, seus pontos chaves não podem ser desprezados e outras medicações podem vi ao seu auxílio.
Sua tintura ajuda muito nas questões físicas e sua homeopatia pode ser usada sem preocupações, pois tudo o que dela vem, traz medo e dor, específicas, vem pelas mãos dos temporais e dos trovões.

Homeopatas dos Pés Descalços.

FUTEBOL E HOMEOPATIA



Nessa sempre espera de achar mecanismos de ajuda, nos deparamos com este estudo de grande valia, para estudantes e profissionais da área de homeopatia.
Num país onde o futebol é a paixão nacional, vale a pena ler.
O trabalho em questão, traz um estudo sério e muito bem alicerçado. É disso que a homeopatia Brasileira precisa, entrar em contato com provas reais do seu valor e da sua aplicabilidade.

Buscar o equilíbrio e dentro dele as ajudas possíveis é simplesmente encantador.

Homeopatas dos Pés descalços



O valor da homeopatia para auxiliar no 

tratamento de lesões de atletas de futebol


Aplicação da Homeopatia nas lesões do futebol

    Segundo Dias (2003), Samuel Hahnemann explicava que doenças agudas apresentam a tendência de transcorrer seu curso de modo mais ou menos rápido, porém sempre em um determinado intervalo de tempo moderado. Estes tipos de doença são processos mórbidos rápidos que envolvem a força vital em geral anormalmente perturbada.
    O autor classifica as doenças agudas em coletivas e individuais. Dentre as coletivas, especifica as esporádicas e as epidêmicas. Já as individuais, são diferenciadas em indisposições, exacerbações e traumatismos.
    Convém ressaltar que a utilização da homeopatia pode ser estendida aos traumatismos. E, segundo Vernieri (1973), a Arnica montana é o principal medicamento homeopático utilizado nos traumatismos em geral. Esta é uma planta herbácea que possui cerca de 70 cm de altura, nativa das montanhas da Sibéria e da Europa Central, perene, pertencente à família das Asteraceae.
    Na atualidade, é rara sua ocorrência espontânea, sendo, então, cultivada em diversos países, com a finalidade de utilização terapêutica. Isto se deve à presença de atividade regeneradora tecidual, conhecida desde tempos remotos e cuja utilização, até hoje, é amplamente difundida para novos fins terapêuticos (AMATO, 2007).

    Em linhas gerais, Amato (2007) postula para a Arnica diferentes peculiaridades de atuação:
  • Ação analgésica pela atuação de efeitos sobre o sistema nervoso central, provavelmente decorrentes da elevação do limiar da dor.
  • Ação anti-inflamatória por bloqueio da liberação de taxas histamínicas, o que compromete a permeabilidade vascular aumentada.
  • Ação anti-edematosa devido à aceleração do tempo de reabsorção do edema, sendo, portanto, útil nos traumatismos de forma geral.
    Kent (1980), porém, afirma que o medicamento homeopático utilizado no tratamento de traumatismos deve seguir o princípio básico da Homeopatia: a Lei da semelhança. Além disso, um remédio único deve ser indicado de acordo com as características específicas de cada forma de traumatismo.
    Já a Arnica montana deve ser indicada para pacientes que apresentem traumatismos de fácil sangramento e na presença de uma dor que aumente progressivamente, obrigando o indivíduo a mexer-se. A fragilidade capilar é notável nesses indivíduos.
    Conforme Voisin (1987), outros medicamentos homeopáticos podem atuar de forma eficiente de acordo com as peculiaridades dos traumatismos. Sendo assim, segundo o pesquisador, Ruta graveolens, o vegetal da família das Poligonaceas, conhecida como "arruda" é o melhor remédio para a contusão de cartilagens, tendões, inserções tendinosas, bem como contusões ao redor de cartilagens e ligamentos. Diante disso, Ruta graveolens é o medicamento indicado para tendinites, sinovites, bursites ou cisto sinovial dos joelhos.
    Para síndromes articulatórias e nevrálgicas, é indicada a utilização de Rhus toxicodendron, um vegetal da família das Terebentináceas. Sua utilização é indispensável na ocorrência de dores articulares ou nevrálgicas, sobretudo após bruscos esforços ou "movimento em falso" (VOISIN, 1987). É o principal medicamento utilizado nas consequências sobrevindas após esforços das articulações ou após corridas e levante de pesos (DIAS, 2003). Constitui sendo um excelente remédio para todo tipo de dor na região sacro-lombar, consequente ao esforço físico exagerado ou pela existência de qualquer trauma ou até mesmo dor reumática (DEMARQUE, 1985).
    Já para ferimentos produzidos por instrumentos perfurocortantes, em regiões amplamente inervadas ou diante de ferimentos que alcancem o próprio nervo, o medicamento homeopático indicado é o Hypericum perforatum, um vegetal da família das Iperiaceas. Pode ser administrado imediatamente, apresentando ação eletiva sobre os nervos (VERNIERI, 1973). Possibilita a diminuição da sintomatologia de feridas laceradas, sobretudo quando estas atingem zonas ricas em nervos sensitivos (KENT, 1980).
    O medicamento supracitado deve ser prescrito em dores neuríticas, que podem ser lancinantes e intensas, seguindo o trajeto nervoso ou para ele se irradiando. Estas dores podem ocorrer após contusões ou chagas em regiões ricas em filetes nervosos como extremidade dos dedos ou dos artelhos, região coccígea ou perineal. Parestesia e anestesia na extremidade do sítio do nervo lesado também requerem o uso do Hypericum (VOISIN, 1987).
    Em indivíduos que apresentam sobrepeso e consequente resistência física diminuída, ligamentos atônicos e pouca flexibilidade articular, é indicada a utilização do medicamento Ledum palustre, um vegetal da família das Ericáceas, indicado em equimoses de repetição, sobretudo em entorses repetidos de tornozelos (VOISIN, 1987).
    Diante da presença de dores articulares ou nevrálgicas decorrentes da mudança de temperatura para o frio, ou antes de chuvas fortes e trovoadas, bem como ao sentir dores nas aponeuroses durante a noite, prevendo tormentas, é indicado um vegetal da família das Ericaceas, Rhododendron, conhecido como Rosa da Sibéria (KENT, 1980).
    Há indivíduos que apresentam grande aversão aos exercícios físicos, espreguiçam-se e bocejam com muita frequência, sentem-se "fracos e pesados" ao acordar pela manhã. Só reagem melhor quando, tendo vencido a sensação de cansaço, se obrigam a andar ao ar livre. Nestes casos é indicada a medicação Plantago major, um vegetal da família das Plantagináceas (VOISIN, 1987).
    Para lacerações abertas e cortes externos, após um acidente ou ferimento qualquer, sem comprometimento interno, é indicado o uso de Calêndula, um vegetal da família das Compostas. Deve sua aplicação ocorrer através de pomada ou líquido no próprio local de ferimento, diferente, pois, dos medicamentos anteriores (KENT, 1980).
    A Calêndula apresenta ação sobre os tecidos em geral, promovendo uma rápida cicatrização dos ferimentos e/ou das úlceras cutâneas. Convém ressaltar que as propriedades da Calêndula foram estudadas particularmente por Leon Vannier em pacientes que apresentavam ferimentos de guerra. Nesses experimentos, de um modo geral, a aplicação melhorou as dores e promoveu a cicatrização, atuando como antisséptico homeopático (VERNIERI, 1973).
    Cuprum metallicum, o mineral cobre, é indicado nas cãibras musculares, principalmente dos flexores, nas contraturas e nos espasmos dos músculos motores (VOISIN, 1987).
    Plumbum metallicum, mineral chumbo, é indicado nas cãibras musculares dos extensores. É de grande eficácia na atrofia muscular e nas paralisias de origem periférica, flácida e com forte diminuição dos reflexos com hipoestesia e frieza cutâneas (VOISIN, 1987).
    Nas últimas décadas, a Homeopatia vem utilizando medicamentos oriundos de materiais animais e vegetais, tanto doentes como sadios, os bioterápicos, designação adotada na França (ROMANACH, 1984), e já amplamente utilizada no Brasil.

    Segundo Costa (2002), dentre os bioterápicos homeopáticos cabe lembrar os abaixo mencionados:
  • Vértebra Dorsal, Vértebra Cervical, Vértebra Lombar, a fim de estimular a vitalidade da vértebra.
  • Osso, para qualquer doença erosiva ou destrutiva dos ossos e nas dores ósseas de crescimento de adolescentes.
  • Osteoartrítico Nosódio, bioterápico de material do líquido da sinovial de joelho e quadril inflamados, indicado para as inflamações de articulações.
  • Disco (cervical, dorsal e lombar) para preservar tanto quanto possível os discos vertebrais em quaisquer discopatias.
  • Tendão para as tendinites.
Conclusão

    A Homeopatia, diante de sua essência médica, busca avaliar o ser humano em sua totalidade, visando sempre o seu equilíbrio e o fortalecimento de sua energia vital, podendo ser utilizada no tratamento das mais diversas patologias.
    Quanto ao tratamento de lesões desportivas no futebol, conclui-se que o tratamento homeopático pode ser mais um recurso terapêutico de valor, tanto no auxílio do processo de cura como também nos pacientes que optarem pela não utilização dos antiinflamatórios seja pela incompatibilidade aos medicamentos, seja pela produção de efeitos colaterais que estes possam causar.

    Além disso, o medicamento homeopático pode ser utilizado juntamente com o auxílio fisioterapêutico, tanto de forma preventiva como curativa, em diversas áreas do corpo, facilitando, assim, a recuperação do equilíbrio orgânico dos pacientes. Tendo uma visão complexa acerca do ser humano, o tratamento homeopático pode se tornar um valor agregado aos pacientes portadores de lesões desportivas. Confirma, assim, o conceito de valor, segundo Beresford (1997). Ele dá como valor, uma qualidade estrutural de natureza metafísica que corresponde a tudo aquilo que preenche positivamente (pois do contrário tem-se um contravalor ou desvalor) um estado de carência, de privação ou de vacuidade de um determinado aspecto do Ser do Homem. Isto, de forma muito particular.

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

PORTARIA 55 - MINISTÉRIO DA SAÚDE



MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
Portaria/SAS/Nº 055 de 24 de fevereirode 1999.



Dispõe sobre a rotina do Tratamento Fora de Domicílio no Sistema Único de Saúde – SUS, com inclusão dos procedimentos específicos na tabela de procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais do SIA/SUS e dá outras providências.


O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições,
Considerando a necessidade de garantir acesso de pacientes de um município a serviços assistenciais de outro município;
Considerando a importância da operacionalização de redes assistenciais de complexidade diferenciada, e
Considerando a Portaria SAS/MS/Nº 237, de 09 de dezembro de 1998, publicada no Diário Oficial n° 238-E, de 11 de dezembro de 1998, que define a extinção da Guia de Autorização de Pagamentos – GAP, como instrumento para pagamento do Tratamento Fora do Domicílio – TFD, resolve:
Art. 1º - Estabelecer que as despesas relativas ao deslocamento de usuários do Sistema Único de Saúde – SUS para tratamento fora do município de residência possam ser cobradas por intermédio do Sistema de Informações Ambulatoriais – SIA/SUS, observado o teto financeiro definido para cada município/estado.
§ 1º - O pagamento das despesas relativas ao deslocamento em TFD só será permitido quando esgotados todos os meios de tratamento no próprio município.
§ 2º - O TFD será concedido, exclusivamente, a pacientes atendidos na rede pública ou conveniada/contratada do SUS.
§ 3º - Fica vedada a autorização de TFD para acesso de pacientes a outro município para tratamentos que utilizem procedimentos assistenciais contidos no Piso da Atenção Básica – PAB.
§ 4º- Fica vedado o pagamento de diárias a pacientes encaminhados por meio de TFD que permaneçam hospitalizados no município de referência.
§ 5º - Fica vedado o pagamento de TFD em deslocamentos menores do que 50 Km de distância e em regiões metropolitanas.
Art. 2º - O TFD só será autorizado quando houver garantia de atendimento no município de referência, com horário e data definido previamente.
Art. 3º - A referência de pacientes a serem atendidos pelo TFD deve ser explicitada na PPI de cada município.
Art. 4º - As despesas permitidas pelo TFD são aquelas relativas a transporte aéreo, terrestre e fluvial; diárias para alimentação e pernoite para paciente e acompanhante, devendo ser autorizadas de acordo com a disponibilidade orçamentária do município/estado.
§ 1º A autorização de transporte aéreo para pacientes/acompanhantes será precedida de rigorosa análise dos gestores do SUS.
Art. 5º - Caberá as Secretarias de Estado da Saúde/SES propor às respectivas Comissões Intergestores Bipartite – CIB a estratégia de gestão entendida como: definição de responsabilidades da SES e das SMS para a autorização do TFD; estratégia de utilização com o estabelecimento de critérios, rotinas e fluxos, de acordo com a realidade de cada região e definição dos recursos financeiros destinados ao TFD.
§ 1º A normatização acordada será sistematizada em Manual Estadual de TFD a ser aprovado pela CIB, no prazo de 90 dias, a partir da vigência desta portaria, e encaminhada, posteriormente, ao Departamento de Assistência e Serviços de Saúde/SAS/MS, para conhecimento.
Art. 6º - A solicitação de TFD deverá ser feita pelo médico assistente do paciente nas unidades assistenciais vinculadas ao SUS e autorizada por comissão nomeada pelo respectivo gestor municipal/estadual, que solicitará, se necessário, exames ou documentos que complementem a análise de cada caso.
Art. 7º - Será permitido o pagamento de despesas para deslocamento de acompanhante nos casos em que houver indicação médica, esclarecendo o porquê da impossibilidade do paciente se deslocar desacompanhado.
Art. 8º - Quando o paciente/acompanhante retornar ao município de origem no mesmo dia, serão autorizadas, apenas, passagem e ajuda de custo para alimentação.
Art. 9º - Em caso de óbito do usuário em Tratamento Fora do Domicílio, a Secretaria de Saúde do Estado/Município de origem se responsabilizará pelas despesas decorrentes.

...

Art. 18 - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeirosa partir de 1º de março de 1999.




RENILSON REHEM DE SOUZA



Homeopatas dos Pés Descalços.



TFD - TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO

TFD (Tratamento Fora de Domicílio) que é garantido pela Portaria 

55 de 24 de Fevereiro de 1999. Esta portaria dispõe que o 

tratamento fora do domicílio será oferecido quando esgotados 

todos os meios de tratamento na cidade em que o cidadão reside.



 O cidadão é então encaminhado à uma cidade de referência, e as 

despesas relativas ao seu deslocamento serão pagas pelo município. 

Neste caso a Secretaria Municipal de Saúde deve realizar este 

agendamento com o hospital de referência.

Um direito também dos ciganos em trânsito - se adoecerem longe 

de casa e precisarem de ajuda, ligue 136.


Homeopatas dos Pés Descalços. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SAÚDE DOS CIGANOS - ROM - RESPEITO

O enigma do paciente Gypsy
Data de publicação: 01 de agosto de 2004


Originalmente publicado ago 2004

DEBRA Honer, RN, CEN e PAMELA Hoppie, RN, MSN

DEBRA Honer é um clínico no departamento de emergência de DeKalb Medical Center, em Decatur, GA. PAMELA Hoppie é um gerente, departamento de emergência em Palomar Medical Center, em Escondido, CA.
Você pode não estar familiarizado com Romani (cigana) pacientes. Aprender sobre sua cultura vai ajudar você a entender o seu comportamento e incentivá-los a procurar os cuidados que muitas vezes evitar.


Você pode conhecê-los como os ciganos, mas os membros deste grupo étnico mal compreendida preferem ser chamados de Roma, ou ciganos. Tradicionalmente nômade, os ciganos originalmente veio da Índia e migrou primeiro para a Europa e, posteriormente, em todo o mundo.
Hoje, existem cerca de 12 milhões de ciganos em todo o mundo. 1 Mas porque eles não estão identificados no censo dos EUA e eles tendem a manter para si, viver com grandes famílias extensas e grupos de famílias, ninguém realmente sabe quantos ciganos vivem na Estados Unidos. As estimativas variam de 200.000 a 1 milhão. 2,3
Estilo de vida, genética, e uma falta de cuidados médicos de rotina contribuir para uma alta incidência de doenças crônicas, como doenças cardíacas, hipertensão e diabetes. 2 Mas, por causa de uma desconfiança geral de serviços não-ciganos de saúde e falta de cobertura de saúde, Romani os pacientes geralmente procuram atendimento médico somente quando eles precisam de tratamento de emergência. 3
Deturpações mídia têm contribuído para estereótipos negativos da Roma. A combinação de estereótipos e uma falta de entendimento ou familiaridade com as suas crenças e práticas comuns pode levar enfermeiros para interpretar o comportamento desses pacientes tão exigente, argumentativo, ou não aderentes. 2
A população cigana é composta de uma variedade de tribos e clãs cujos membros não necessariamente compartilham características físicas ou costumes. 1 Na verdade, um dos poucos ponta-offs que você está cuidando de um paciente Romani pode ser a grande família alargada que acompanhou-a para a sua instalação. 3
Dito isto, há algumas crenças e práticas que mais partes Roma. Saber o que são e como você pode acomodar pacientes Romani vai ajudar a garantir que você tratá-los com o mesmo respeito que você mostra para os pacientes cuja cultura você entende.

Vistas únicas sobre saúde e doença

Feroz lealdade à família e uma crença em Deus ("Del"), o diabo ("Beng"), e predestinação são características partes muitos ciganos. 1 Normalmente, eles preferem evitar o contato com os não-ciganos, ou "gadje", acreditando que a interação com pessoas de fora vai enfraquecer esses valores. 4
Para muitos ciganos, boa saúde e boa sorte estão intimamente relacionados. Aqueles que são saudáveis são considerados sorte, enquanto que aqueles que estão doentes se acredita ter perdido a sua boa sorte. 2 A fim de restaurar a sua sorte e sua saúde-a Roma acreditam que eles devem agir. Alguns carregam amuletos ou talismãs prescritos por um curandeiro ou Romani drabarni, geralmente uma mulher mais velha, em uma tentativa de evitar a desgraça ou promover a cicatrização. 4
Para a maioria Roma, o conceito de "marimê" é extremamente importante, principalmente no que se aplica à higiene pessoal. A palavra significa poluído ou impuro, tanto no sentido físico e moral. 2
Muitos acreditam que, para evitar marimê, a metade superior do corpo deve ser mantido separado da metade inferior, que, devido às secreções corporais, é considerada impura e associada com vergonha. Roma costumam usar sabão separado e toalhas para o corpo superior e inferior, e depois de tocar a parte inferior do corpo vai lavar as mãos antes de tocar em sua parte superior do corpo. 5 Roma Muitos acreditam que a falta de manter essa separação pode resultar em doença grave. 5

Probabilidade de estar doente, improvável a procurar cuidados

Um estilo de vida típico Romani não contribui para a boa saúde. Um estudo mais antigo descobriram que cerca de 85% do fumo Roma e igual número são obesos. 6 Devido à genética e um estilo de vida pouco saudável que geralmente inclui um alto teor de sódio, dieta rica em gordura e falta de cuidados de saúde preventivos, a expectativa média de vida de Roma vida nos Estados Unidos é de 48 -. 55 anos 2
Roma normalmente esperar até que eles precisam de cuidados imediatos, antes de procurar tratamento, em seguida, ir para o ED como um último recurso. 3 Não é incomum para um paciente Romani para solicitar conhecidos médicos ou especialistas ou para exigir um tratamento particular. Que pode ser simplesmente porque é uma terapia que o paciente tenha ouvido, independentemente de se o tratamento é necessário. 2 Alguns go de um hospital para outra, por vezes, dois ou três visitas instalações para a mesma doença dentro de algumas horas ou dias, como eles "compras" para um clínico, diagnóstico ou tratamento que eles consideram aceitável.
Roma também tendem a solicitar médicos e enfermeiras mais velhas que eles se lembram de visitas anteriores, e não pode ouvir ou conviver com os funcionários mais jovens ou mais recente. Mesmo quando estão muito doentes, os pacientes Romani é provável que perguntar se uma enfermeira ou médico específico está trabalhando antes de concordar em ser visto.
Roma tipicamente deixar de aderir a tratamentos preventivas e de longo prazo, mesmo que tenham estabelecido uma relação com um determinado fornecedor. Por exemplo, não é incomum para uma enfermeira ED fazendo uma avaliação de triagem para descobrir que a paciente foi dada uma receita em uma visita anterior, mas não tomar a medicação.

Manter crenças ciganas em mente durante o atendimento

Quando um paciente Romani vem ao hospital, muitos membros de sua extensa família geralmente vêm com ela.Normalmente, eles se reúnem na ED ou do quarto do paciente para vigiar o paciente e protegê-la de não-Romani influencia que eles consideram prejudiciais. 3 Eles muitas vezes chegam em grande número, por vezes, "campo" em razão do hospital ou em salas de espera, desconsiderar as regras de visita, e interromper áreas públicas. 2Estes membros da família podem esperar permanecer com o paciente doente 24 horas por dia. 3 Além disso, muitos pacientes ciganos têm medo de ser socialmente isolados, enquanto internados e pode tornar-se assustado ou agitado se separado sua família. 2
Para confortar e ganhar a confiança de um paciente Romani, é fundamental para manter o conceito de marimê em mente. Nunca coloque fontes, gráficos ou qualquer outra coisa na maca ou cama abaixo dos quadris do paciente, por exemplo, usar uma mesa de cabeceira, contador, ou a cabeceira da cama ou maca vez. Você deve sempre proporcionar uma cortina ou folha que uma mulher cigana pode usar para manter as pernas cobertas, enquanto ela está deitada.
Porque associam a sua parte inferior do corpo com a vergonha, as mulheres ciganas podem ser vergonha de discutir reprodução ou sexualidade. Você pode ter dificuldade em determinar a data de ciclos menstruais da mulher ou gravidez. Normalmente, as mulheres ciganas não vai permitir um exame pélvico ou exame de Papanicolaou, a menos que os profissionais de saúde podem convencer sua família que o procedimento é absolutamente necessário. 2
Desde que os profissionais de saúde não observar marimê, Roma pode considerá-los como uma fonte potencial de impureza e doença. 2 Para evitar o uso de itens tocados por não ciganos, um paciente pode solicitar Romani itens descartáveis, como copos de plástico ou de papel e toalhas de papel. Ela também pode procurar tranquilidade freqüente que equipamentos como agulhas e tubos IV é usado apenas uma vez.
Mesmo quando você está usando itens que normalmente são reutilizáveis, acomodar o desejo do paciente sempre que possível. Por exemplo, se um paciente está vomitando Roma, oferecem suas bacias emese vários invés de lavagem e re-utilizar o mesmo.
Para evitar marimê, os pacientes Romani pode rejeitar comida preparada pela lanchonete do hospital. Não é incomum para os membros da família para preparar as refeições em casa e trazê-los para o hospital. Para muitos ciganos, trazendo comida para um paciente hospitalizado é um sinal de amor e apoio. Comer juntos detém grande importância da partilha de uma refeição demonstra respeito, amizade e lealdade. 2
Pode ser difícil entender por que um paciente não seguir as restrições alimentares, especialmente quando ela tem sido aconselhado a abster-se de certos alimentos por causa de diabetes, hipertensão ou doença cardiovascular. Tenha em mente, no entanto, que o que parece não cumprimento pode ser simplesmente evidências de que o paciente está observando seus costumes culturais. Certos alimentos, incluindo sal, pimenta, vinagre, alho e cebola, pode ser considerado de sorte e, portanto, acredita-se promover a boa saúde. 2

Considere as necessidades da família do paciente

Sempre que possível, tentar acomodar o desejo de uma família cigana de ser com o paciente. Considere quebrar as regras sobre o número de visitantes permitidos na sala de uma só vez, estendendo o horário de visita, ou colocar o paciente em uma sala privada, ou onde a presença constante de visitantes é menos susceptível de perturbar outros pacientes e funcionários.
Autoridade mais respeito Roma de dentro de suas próprias famílias, e alguns vão concordar com procedimentos médicos sem a aprovação de parentes mais velhos. Pode ser frustrante para cuidar de um paciente que consulta com sua família antes de cada decisão, medicação, teste e coleta de sangue. Você pode evitar isso, estabelecer de antemão que vai ser a sua pessoa ponto. Normalmente, é o membro da família mais sênior ou respeitado.
Com o consentimento do paciente, estabelecer um relacionamento com essa pessoa, explicando a condição do paciente e do plano de cuidado. Você também pode pedir esta pessoa para ajudar a família a cumprir as regras hospitalares.
A família pode solicitar uma explicação para todos os medicamentos, o fluido IV, e intervenção. Embora isso possa ser cansativo, é necessário explicar tudo, às vezes em detalhes, para o paciente ea família vai consentir com o tratamento. Pacientes e famílias ciganas são tipicamente muito ansioso e vai deixar AMA se seus temores não são aliviadas no início. Eles também podem sair sem ser visto, apenas para voltar mais tarde, com uma condição mais grave.
Ao educar os pacientes Romani, estar ciente de que o Inglês não é sua língua nativa. Evite o uso de muitos termos técnicos para explicar todos os procedimentos ou exames o paciente será submetido. Muitos ciganos mais velhos são analfabetos, 5, para se fornecer instruções impressas, certifique-se que pelo menos um membro da família pode lê-los.
Ao cuidar de pacientes Romani ou quaisquer pacientes cuja cultura não é familiar, que pode se sentir justificado em forçá-los a fazer as coisas à nossa maneira, sob o pretexto de saber o que é melhor para o seu bem-estar.Mas porque Roma tendem a ser desconfiados dos não-ciganos de saúde para começar, impondo uma cultura dominante é certa para sair pela culatra. Ao respeitar as crenças desses pacientes e acolher as suas práticas, tanto quanto possível, você vai dar passos largos em direção a promover uma relação de confiança que venha a levar a melhores cuidados de saúde hoje e no futuro.

REFERÊNCIAS

1. Patrin Web Journal. "Uma breve história dos ciganos." 1999. www.geocities.com/Paris/5121/history.htm (2 de Julho de 2004).
2. Sutherland A. (1992). Ciganos e cuidados de saúde. Oeste J Med, 157 (3), 276.
3. Bodner, A., & Leininger, M. (1992). Valores de enfermagem transculturais cuidados, crenças e práticas da americana (EUA) ciganos. J Transcult Enfermagem, 4 (1), 17.
4. Patrin Web Journal. "Romani costumes e tradições: as crenças ciganas." 2000. www.geocities.com/Paris/5121/beliefs.htm (2 de Julho de 2004).
5. Kemp, C., Ryczak, K., et al. "Gypsy (Roma)." 2003. www3.baylor.edu / ~ Charles_Kemp / gypsy_health.htm (2 de Julho de 2004).
6. Thomas, JD, Doucette, MM, et al. (1987). Doença, estilo de vida, consangüinidade e em 58 americano ciganos. Lancet, 2 (8555), 377.



Helen Lippman, ed. Debra Honer, Pamela Hoppie. O enigma do paciente cigana. RN agosto 1, de 2004; 67:33. 
Publicado na Revista RN.

CONHECER É FUNDAMENTAL, POR ISSO NOS PREOCUPAMOS EM DIVULGAR.
O BRASIL AINDA NÃO POSSUI SERVIÇOS E TESES DE EXCELENCIA COMO ESSAS, AINDA HOJE A ROMÁ É QUASE INVISÍVEL.

HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS
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