ÓLEO DE COPAÍBA - A NATUREZA QUE CURA.


As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira, através de incisões no tronco, se extraindo a resina. A partir da resina, se produz o óleo.

Pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), a copaibeira é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.
Quando adulta, a copaíba pode atingir de 10 a 40 metros de altura. Suas sementes são propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se desprende de sua casca.
Embora existam várias espécies do gênero copaíba, usadas para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal.


 As espécies mais conhecidas são: Copaifera langsdorffii (região amazônica), Copaifera reticulata (região amazônica), Copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, África tropical e no Brasil), Copaifera guianensis (Paraná), Copaifera oblongifolia, Copaifera nítida (em Cuiabá e Minas Gerais), Copaifera coriacea (São Paulo) e Copaifera luetzelburgia.
O óleo de copaíba possui sabor amargo após a sua filtragem, apresentando uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelada ao esverdeado. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de exploração da árvore.

O óleo de Copaíba, age restabelecendo as funções das membranas mucosas, ele modifica as secreções e acelera a cicatrização, ele é indicado como estimulante, diurético, laxativo, expectorante, anti séptico do aparelho urinário, entre outros. As pesquisas com esse óleo não são muitas, mas apontam para um alto poder medicinal.

Constituintes:

- Porção resinosa (55 a 60%): ácido diterpênicos, ácido copaíbico, ésteres e resinóides.
- Porção volátil de resina (40 a 55%): óleo essenciado que contém Beta-cariofileno (50-52%), Alfa-humuleno, Beta-bisaboleno e menores quantidades de outros oito sesquiterpenos.

Propriedades farmacológicas:

- Estudos recentes têm demonstrado sua eficiência terapêutica.
- Anti-inflamatória e antibiótica natural.
- Ação antimicósica (ação contra os fungos, impedindo seu crescimento).
- Ação depurativa do sangue e desintoxicante orgânico.
- Cicatrizante e restabelecedor as funções das membranas das mucosas.
- Ação antiedematosa (que combate edema).
- Ação antitumoral (tumores).
- Ação anticancerígena. Segundo os estudos publicados pela Unicamp (2003).
- Tripanossomicida e bactericida.
- Em pequenas doses, estimula o apetite, estimulando a atividade estomacal.
- Propriedades antissépticas da derma (tópicas).
- Propriedades antissépticas das vias respiratórias.
- Propriedades antissépticas das vias urinárias.
- O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Ação:

- Anti-séptica e cicatrizante.
- Antimicrobiano (Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis e Echerichia coli).
- Carminativa (combate a formação dos gases no estômago e intestino).
- Expectorante das vias respiratórias.
- Diurética (favorece a secreção urinária; diurese).
- Laxativa.
- Estimulante e tônica.
- Emoliente: ação sobre a pele e as mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento dos tecidos e conferindo-lhes maciez.

Contra-indicação:

- Gestação, lactação e pessoas com problemas gástricos. Não aplicar nos olhos e queimaduras.

Efeitos Colaterais:

- Não os apresenta relato em literaturas se administrado em doses terapêuticas recomendadas.

Superdosagem:

- Pode provocar vômitos, náuseas, diarreias com cólicas e, em certas partes do corpo, um exantema. Caso esses sintomas ocorram, descontinuar o uso e procurar auxílio médico-terapêutico.

Precauções:

- Em caso de hipersensibilidade ao produto, descontinuar o uso.

Interações:

- Na literatura, não existem registros de quaisquer interações com medicamentos e alimentos.

Duração da administração:

- De acordo com o critério terapêutico. Na maioria das vezes, o produto é bem tolerado pelo organismo e não causa dependência física ou psíquica.

 
Por: José Natal de Souza crf 1557 - Farmácia Dias da Cruz/Brasília - DF

NA PRÁTICA

Tudo o que escrito acima é verdade. Tanto em capsulas quanto em gotas, esse óleo, desprezado por muitos é capaz de debelar sem esforço, muitas infecções de garganta. 

Pode provocar diarréia, dependendo da quantidade ou do tipo de reação organica que cada um tem. Entretanto é muito mais saudável que muitos remedios por aí. Muitos anti inflamatórios que são usados indiscriminadamente e abusivamente. 

 Puro, em gotas, não tem um gosto agradável, por isso, para quem pode, deve misturá-lo com mel ou comer um pedacinho de pão logo após a administração das gotas.

Os músculos inflamados agradecem, as otites saram mais rápidas, as infecções renais recebem uma ajuda e tanto.

da net

Os índios sabiamente o usavam. Uma pequena observação é na administração desse óleo, que logo em seguida ocorre diarréia. Existe a possibilidade de se verificar catarro vesical ... prestem atenção.

Vale lembrar que medicação natural é saudável, mas não é o rei das selvas, nada na natureza sobrevive só. Verifique sempre a possibilidade de procurar um médico para ter certeza do tratamento e do seu sucesso. Ele é sem dúvida uma das melhores companhias para termos em casa. 

Homeopatas dos Pés Descalços

Manifesto contrário ao Decreto 10.134, de 26 de novembro de 2019

Manifesto contrário ao Decreto 10.134, de 26 de novembro de 2019 A Rede Nacional Primeira Infância - articulação apartidária co...