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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ÓLEO DE COPAÍBA - A NATUREZA QUE CURA.


As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira, através de incisões no tronco, se extraindo a resina. A partir da resina, se produz o óleo.

Pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), a copaibeira é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.
Quando adulta, a copaíba pode atingir de 10 a 40 metros de altura. Suas sementes são propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se desprende de sua casca.
Embora existam várias espécies do gênero copaíba, usadas para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal.


 As espécies mais conhecidas são: Copaifera langsdorffii (região amazônica), Copaifera reticulata (região amazônica), Copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, África tropical e no Brasil), Copaifera guianensis (Paraná), Copaifera oblongifolia, Copaifera nítida (em Cuiabá e Minas Gerais), Copaifera coriacea (São Paulo) e Copaifera luetzelburgia.
O óleo de copaíba possui sabor amargo após a sua filtragem, apresentando uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelada ao esverdeado. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de exploração da árvore.

O óleo de Copaíba, age restabelecendo as funções das membranas mucosas, ele modifica as secreções e acelera a cicatrização, ele é indicado como estimulante, diurético, laxativo, expectorante, anti séptico do aparelho urinário, entre outros. As pesquisas com esse óleo não são muitas, mas apontam para um alto poder medicinal.

Constituintes:

- Porção resinosa (55 a 60%): ácido diterpênicos, ácido copaíbico, ésteres e resinóides.
- Porção volátil de resina (40 a 55%): óleo essenciado que contém Beta-cariofileno (50-52%), Alfa-humuleno, Beta-bisaboleno e menores quantidades de outros oito sesquiterpenos.

Propriedades farmacológicas:

- Estudos recentes têm demonstrado sua eficiência terapêutica.
- Anti-inflamatória e antibiótica natural.
- Ação antimicósica (ação contra os fungos, impedindo seu crescimento).
- Ação depurativa do sangue e desintoxicante orgânico.
- Cicatrizante e restabelecedor as funções das membranas das mucosas.
- Ação antiedematosa (que combate edema).
- Ação antitumoral (tumores).
- Ação anticancerígena. Segundo os estudos publicados pela Unicamp (2003).
- Tripanossomicida e bactericida.
- Em pequenas doses, estimula o apetite, estimulando a atividade estomacal.
- Propriedades antissépticas da derma (tópicas).
- Propriedades antissépticas das vias respiratórias.
- Propriedades antissépticas das vias urinárias.
- O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Ação:

- Anti-séptica e cicatrizante.
- Antimicrobiano (Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis e Echerichia coli).
- Carminativa (combate a formação dos gases no estômago e intestino).
- Expectorante das vias respiratórias.
- Diurética (favorece a secreção urinária; diurese).
- Laxativa.
- Estimulante e tônica.
- Emoliente: ação sobre a pele e as mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento dos tecidos e conferindo-lhes maciez.

Contra-indicação:

- Gestação, lactação e pessoas com problemas gástricos. Não aplicar nos olhos e queimaduras.

Efeitos Colaterais:

- Não os apresenta relato em literaturas se administrado em doses terapêuticas recomendadas.

Superdosagem:

- Pode provocar vômitos, náuseas, diarreias com cólicas e, em certas partes do corpo, um exantema. Caso esses sintomas ocorram, descontinuar o uso e procurar auxílio médico-terapêutico.

Precauções:

- Em caso de hipersensibilidade ao produto, descontinuar o uso.

Interações:

- Na literatura, não existem registros de quaisquer interações com medicamentos e alimentos.

Duração da administração:

- De acordo com o critério terapêutico. Na maioria das vezes, o produto é bem tolerado pelo organismo e não causa dependência física ou psíquica.

 
Por: José Natal de Souza crf 1557 - Farmácia Dias da Cruz/Brasília - DF

NA PRÁTICA

Tudo o que escrito acima é verdade. Tanto em capsulas quanto em gotas, esse óleo, desprezado por muitos é capaz de debelar sem esforço, muitas infecções de garganta. 

Pode provocar diarréia, dependendo da quantidade ou do tipo de reação organica que cada um tem. Entretanto é muito mais saudável que muitos remedios por aí. Muitos anti inflamatórios que são usados indiscriminadamente e abusivamente. 

 Puro, em gotas, não tem um gosto agradável, por isso, para quem pode, deve misturá-lo com mel ou comer um pedacinho de pão logo após a administração das gotas.

Os músculos inflamados agradecem, as otites saram mais rápidas, as infecções renais recebem uma ajuda e tanto.

da net

Os índios sabiamente o usavam. Uma pequena observação é na administração desse óleo, que logo em seguida ocorre diarréia. Existe a possibilidade de se verificar catarro vesical ... prestem atenção.

Vale lembrar que medicação natural é saudável, mas não é o rei das selvas, nada na natureza sobrevive só. Verifique sempre a possibilidade de procurar um médico para ter certeza do tratamento e do seu sucesso. Ele é sem dúvida uma das melhores companhias para termos em casa. 

Homeopatas dos Pés Descalços
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