CALCÁREA MURIÁTICA


CALCÁREA MURIÁTICA
(cloreto de cálcio)


Essa calcária segue o íntimo de sua família. Existe alguma coisa em comum quando se refere a sangue grosso ou sujo, como popularmente costumamos dizer – eis mais uma ajuda para os furúnculos. Outro fato nessa família, a digestão – a Calcárea Muriatica vomita o que come e o que bebe.

Seu ponto mais forte de ação se refere aos escarros de sangue e na tísica pulmonar. Nesse ponto a autodestruição física já começou (isso em relação aos escarros). 

Quando pensamos em tísica pulmonar e as Calcáreas não devemos nos ater somente em indivíduos magros e envelhecidos, cansados e tristes. Podem ser fortes, robustos muito desgastados pelo sofrimento. Há sofrimento, olheiras e tristeza. Existem perdas de sangue freqüentes, não só nos escarros. Parece-nos uma das irmãs caçula da Calcarea carbônica, muito diferente em muitas coisas, mas com um traço de reconhecimento.

Tanto Kent quanto Boericke costumam indicá-la numa diluição centesimal baixa com álcool retificado. Fica, portanto claro que a sua expressão física deva ocupar uma atenção especial na recuperação do paciente que se sintoniza na família das calcáreas. 

Funciona assim, ele precisa muito de ajuda, mas se desilude facilmente e isso gera um sofrimento enorme, uma gigantesca desilusão. Essa Calcárea é uma grande e enorme montanha, frágil e doente, que não se vê por fora. Forte por fora e muito doente por dentro.
É sempre bom prestar atenção nela num quadro de leucemia.

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