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terça-feira, 7 de junho de 2011

DEPRESSÃO - A DOENÇA DESCONHECIDA


De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada. Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença. Entretanto, depressão é depressão no mundo todo. O que muda são os fatores que ativam esse processo. Estudos mostram que de 10 a 15% da população mundial devem apresentar pelo menos um episódio depressivo durante a vida. Desses, 40% terão apenas uma crise. Os outros 60% apresentarão novos episódios.

Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza (sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida), frescura, moleza, fraqueza (baixa força de vontade – preguiça). Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que se está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor. A perda de um ente querido, um acidente de carro, um divórcio, a perda da casa própria ou situações de constrangimento e agressão como assalto, presenciar um assassinato e etc, também circulam nas temáticas que deixam em dúvida um diagnóstico preciso. Cada indivíduo irá agir ou reagir de forma diferenciada, por isso as causas depressão é considerada multifatorial, pois tem componentes genéticos, biológicos e externos.

Uma pessoa, cuja família tenha outros casos de depressão, apresenta maiores chances de herdar a vulnerabilidade para a doença, isso é fato.

Os fatores biológicos estão relacionados a outras doenças e ao estresse, que pode ser físico (como uma dor constante), ambiental (frio ou calor extremos), e psicológicos (abuso sexual em crianças, por exemplo). Acredita-se que uma pré-disposição genética faça com que a pessoa seja mais suscetível a desenvolver o transtorno quando exposta a algum desses fatores.
No cérebro desses pacientes, ocorre uma diminuição na ação de alguns neurotransmissores, principalmente na dopamina e seratonina, responsáveis pelas emoções e estados de humor. Segundo Ricardo Moreno, chefe do Programa de Transtorno Afetivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, “40% da depressão tem base genética, os outros 60% estão relacionados com fatores como álcool e outras doenças”.

O indivíduo que já sofreu um quadro depressivo tem mais chances de voltar a apresentar o quadro novamente, aqui ela é chamada de depressão reincidente.

A depressão pode se manifestar de maneira leve, moderada ou grave. Para o paciente, no entanto, o sofrimento é grande. De acordo com Marcos Pacheco Ferraz, da Unifesp, o que difere o grau do distúrbio é a intensidade e a quantidade de sintomas associados.

Confundir os sintomas da depressão com um possível infarto é comum. Confundi-la com uma crise de choro passageira e leve tremor do stress diário, também. A depressão se manifesta de forma diferenciada e deve ser tratada como tal. Diminuir a doença acaba por camuflar e retardar sua ação, nunca irá eliminá-la. Depressão não cura fazendo compra no shopping, nem tomando um banho de banheira ou saindo pra dançar. Depressão é uma doença e só encontra a cura quando existe uma seriedade no tratamento. Hpd.

Outro fator importante é que a depressão é uma doença psiquiátrica que não faz distinção de classe social, idade e sexo. Mas sabe-se que o pico da doença ocorre, principalmente, em indivíduos entre 18 e 45 anos e a prevalência é duas vezes maior em mulheres do que em homens. Isso é uma questão de hormônio. “Aqui pelas nossas pesquisas, acabamos verificando que a depressão masculina chega de forma mais brutal, parece – nos que pela carga imposta aos homens de sustentar responsabilidades e nas mulheres de serem sempre considerados achaques, frescuras, impedindo o atendimento correto e rápido.”Hpd.

A alimentação, o controle do stress, a qualidade do sono, a coordenação sadia dos problemas diários e a qualidade de vida são fundamentais, entretanto, quando pensamos que não podemos controlar nossas vidas e que as vezes somos responsáveis pelos nossos próprios sofrimentos é estranho.

http://www.bioaromas.com.br Ariane Roehe (um parceiro que divide as responsabidades e ajuda a aliviar as tensões)

http://www.teliga.net “As bases genéticas da obesidade” Gladis Franck.


Não temos como dizer a um jovem de 15 anos que a vida vale à pena, que não precisa se envolver com drogas – os mais pobres se envolvem pela condição financeira os mais ricos pela falta de algo mais e assim vai. Posso comer alimentos ditos anti depressivos ... minha faxineira só pode quando está na minha casa. Não tem como fugir do stress do transito, da falta de grana pra pagar o gás, mais dá pra fugir das dívidas pelas plásticas novas que não mudam o caráter de ninguém e nem te fazem a bela adormecida despertada do dia pra noite.

É normal ouvir alguém dizer: DEPRESSÃO de que? Tem tudo, casa, comida, roupa lavada, não falta nada. Banalizar doenças como depressão ou tratá-la como falta do que fazer é muito difícil e piora o estado. O apoio das religiões é de grande valia e importância, a fé ajuda e dá um bem estar renovador, entretanto deixar que Jesus seja seu psicólogo e ponto complica bem as coisas, melhor pensar que ele já ajudou alguém, a saber, como tratar essa doença, e, portanto estará te ajudando através do profissional.

O assunto é sério e está diretamente ligado a condição de vida da população. Aos valores que comungamos todos os dias. As formações genéticas e ao meio em que vivemos.

O que mais me surpreende na humanidade. "Os homens perdem a sua SÁUDE para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vive como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivesse vivido"     Dalai Lama.


E agora? O que podemos fazer ou falar para não sermos repetitivos? Sabemos que muitos de nós temos uma visão limitada sobre nossas doenças do dia a dia.
Se sabemos podemos mudar ou fazer alguma coisa. Não é só as outras pessoas que precisam de ajuda, todos nós precisamos. Cada um tem um dispositivo pessoal que por determinado motivo pode abrir as comportas da depressão.


E mais uma vez estamos falando de doenças e respeito, doenças e governo, doenças e estruturas familiares, climáticas, emocionais e etc ...
FATO: não vivemos com uma coisa apenas, somos feitos de uma mistura que relaciona o meio de vida, a alimentação, a tendência emocional e de relacionamentos, o convívio com os outros e a descoberta de nós mesmos. Por esse motivo, e só por esse, pense no conjunto das coisas.


Existe a depressão que assola países como o Haiti, por exemplo, pós guerra interna, pós tremor, a depressão que atinge Portugal e sua condição política, sua gente, suas perspectivas de futuro, que assola a França com seus jovens sem muitos objetivos, entregues a beber e a conversar sem rumo, sem direção. A depressão dos famosos nos USA, dos sem visão e possibilidades no Brasil. 

A depressão causada pelo frio e pela ausência do sol em países como a Dinamarca e seus vizinhos. Cada um tem seu motivo e sua razão. 

A depressão causada pela bebida, tão pouco vista e suas inegáveis conseqüências, na família, na vida pessoal e no trabalho. A causada pela obesidade, pela falta de amor próprio, pela morte de um parente e pelas doenças que não param de surgir e sempre são anunciadas como as doenças que irão matar mais pessoas no mundo.


Por todos esses fatores e muitos outros... Pensemos! Essa é uma inimiga pouco conhecida, muito desvalorizada e com ela perdemos a capacidade de reação, o que mata as nossas tentativas de solução. Preste atenção em você e nos que estão a sua volta. A ajuda deve vir sempre que for preciso, sempre que existir uma possibilidade e uma desconfiança. O profissional que estiver habilitado para esse diagnóstico, não pode ser encarado com desconfiança e nem com vergonha.  O que mais alimenta a depressão é a falta de ajuda no tempo certo e a banalização do sofrimento. 



Algumas sugestões de saída:

http://euamohomeopatia.blogspot.com “Centralizar para crescer e multiplicar”Dr. Elizabethe Carvalho.

http://medicinasnaturais.blogspot.com/2011/02/plantas-medicinais-ajudam-emagrecer-e.html - Plantas medicinais ajudam a emagrecer e a curar a depressão

Perto da Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), nasceu um refúgio biológico. Plantas receitadas para tratar doenças saem do local embaladas, prontas para virar chá.

MÔNICA TEIXEIRA
Foz do Iguaçu, PR
 






HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS

As fotos acima foram retiradas da internet - com o objetivo de ilustração/aqueles que se sentirem lesados, entrem em contato que retiraremos. HPD
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