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terça-feira, 21 de junho de 2011

CRIANÇAS, ADOLESCENTES, OS PAIS E A HOMEOPATIA

Os direitos da criança e do adolescente
Blogagem coletiva.


Leve esse selo pra casa e pra sua vida.

ART. 7° - A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência. (http://www.eca.org.br/eca.htm#texto )

No Ano da França no Brasil, um dos mais conceituados médicos homeopatas do mundo, Dr. Jacques Boulet, desembarca no próximo mês no país. Ele foi o palestrante internacional do Congresso Paulista de Homeopatia em setembro de 2009/ Águas de Lindóia, SP. 

*Dr. Jacques Boulet é clínico geral homeopata em Paris há 30 anos. É diretor do CEDH (Centro de Ensino e Desenvolvimento em Homeopatia - www.cedh.org) e autor de vários livros, entre eles “Homeopatia e Criança”. É considerado um dos mais conceituados médicos especializados em tratamento homeopático no mundo.


No Congresso em 2009, o especialista abordou temas como: “Distúrbio do comportamento alimentar nas crianças” e “Fadiga nas crianças”, apresentando diferentes experiências clínicas homeopáticas. Segundo o médico, esses sintomas podem comprometer o desenvolvimento e a integração social da criança. “Tratam-se de verdadeiros problemas de saúde pública e seus tratamentos são difíceis”, alerta Dr. Boulet.


Em novembro de 2010 - Eficácia é a melhor arma para desmitificar resistência dos pais, afirma o Dr. Jacques Boulet; que voltou a participar do Congresso Brasileiro de Homeopatia, em Recife. O médico abordará o uso de medicamentos homeopáticos na terapêutica para crianças e recém-nascidos com casos de bronquiolite, problemas respiratórios e outras patologias agudas e crônicas. 

"Se ainda há alguma resistência dos pais quanto ao uso da homeopatia como opção terapêutica, o melhor argumento para convencê-los é a eficácia", garante Boulet. "No caso da bronquiolite, por exemplo, não existem tratamentos clássicos eficazes. Nesse caso, o tratamento homeopático permite limitar a duração da doença e o número de sessões de fisioterapia." Segundo ele, o tratamento não oferece risco para a criança e permite, ainda, prevenir as recidivas.

Dr. Jacques Boulet

O especialista defende o uso de medicamentos homeopáticos no tratamento infantil por considerar que é uma opção sem efeitos colaterais, ao contrário de antibióticos, cortisona ou antiansiolíticos, que normalmente são drogas mais "pesadas" ou inapropriadas. "Além disso, o tratamento homeopático também é preventivo", destaca e acrescenta: O tratamento homeopático deve ser uma opção terapêutica à escolha de médicos e pacientes.


Saiba como participar e entender melhor essas questões.



“Nada mais justo: criança não vem com “bula”! E os pais terão uma longa estrada a caminhar para conhecê-las e ajudá-las a trilhar e criar seu próprio caminho... e quer acreditem ou não este caminho começa já desde o início”.

A vivência que tive de 16 anos de Saúde da Família e 1 ano e meio de coordenação das PICs em Bragança, me faz acreditar que este é um bom modelo. Ainda um sonho, mas é sonhando que se chega à realização! http://euamohomeopatia.blogspot.comDrª Elizabeth Carvalho.



Aonde queremos chegar? A título de informação apenas. Existem meios eficientes de tratamento de doenças que podem oferecer aos pais uma linha menos agressiva sem com isso perder a qualidade. Isso é um direito da criança que os Pais precisam saber.

O SUS – Sistema Único de Saúde deve ter a área de homeopatia disponível nos hospitais, isso é uma conquista dos Homeopatas e do público em geral. Pouco se sabe sobre isso, por isso não se exige. Isso é um dever dos pais.


A Homeopatia é muito mais barata, tem sua comprovação já difundida nas bases do respeito, uso e cura de várias doenças crônicas ou agudas e tem a grande vantagem de além de tudo dar uma visão geral sobre o paciente, no nosso caso que agora discutimos; a criança. É aí que os PAIS têm o seu peso, na efetivação de políticas públicas.

Um Brasil de todas as cores, um Brasil das nossas Crianças.


Pelo ECA, acima citado, no seu artigo 7 – que permitam o nascimento... Aí encontramos a mãe, num plano conjunto com a criança e numa direção única e objetiva. E esse direito adquirido por ambos deve integrar a lista de prioridades em nossos questionamentos. TÍTULO II - DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS/CAPÍTULO I - DO DIRIETO À VIDA E À SAÚDE. Ao todo são 14 artigos.



Mais uma vez, conhecer para mudar. Dentro dos nossos deveres e obrigações como cidadãos e não só como pais; existe um Estatuto que nos cobra e também nos dá diretrizes para podermos exigir da sociedade, do próprio governo/estado e de nós mesmos, melhores condições de nascimento, vida e desenvolvimento dessa criança.



Não colocamos aqui o que o Estado ou Governo não realiza, nossa discussão se baseia no que sabemos sobre o ECA e aonde podemos colaborar, compreender e participar efetivamente. Temos algumas idéias que não passam para o lado de fora de nossas portas. Entretanto a saúde de nossas criança e adolescentes vai além das nossas portas e se em alguns casos não podemos fazer nada com o mundo que está lá fora, podemos sim tomar conhecimento em relação a propostas simples de discussão, como essa, que se propõe e termos a certeza de que nosso circulo de ajuda aumenta quando alargamos os nossos conhecimentos e temos a idéias do que são as palavras direito e dever. Existem dois tipos de saúde, a física e a mental. Quantas vezes impomos barreiras para que essas diretrizes sejam tomadas de forma correta, a maior delas e quanto a saúde psicológica, pois não se vê claramente.


Quando chegamos ao final da leitura do Estatuto, percebemos dentre outras coisas que existe uma conjuntura maior que os cômodos das nossas casas, onde criamos nossos filhos. Não são modelos que se apresenta, são realidades das quais muitas vezes não fazemos sequer a idéias que existam e são especialmente essas que merecem a nossa atenção. Tal Estatuto precisa de mais comprometimento por parte do governo, Órgãos Públicos, Instituições Sociais e Particulares. Entretanto ele só poderá avançar se houverem questionamentos e adequações ao longo dos anos, a vida muda, nós mudamos, as necessidades mudam e é aí que entramos hoje e que preparamos nossos filhos e crianças para exercerem esse papel quando à hora deles chegar.

Quando lutamos juntas, mudamos o mundo.
O texto é bem conhecido, a realidade da sua abrangência; infelizmente não.


"Primeiro levaram as crianças de cor
Mas não me importei com isso
Nem eu nem meus filhos estávamos inseridos nesse padrão

Em seguida levaram alguns pais operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era um a mãe ou pai operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque nem eu nem meus filhos somos miseráveis

Depois agarraram uns desempregados
Mas como temos emprego e podemos sustentar nossos filhos
Também não me importei

Agora estão a levar-me a mim
Mas já é tarde.

Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo e nem com meus filhos.”

Não sou mais criança, mas EU ME IMPORTO.



Poema de B. Brecht – Em mais uma de suas versões.


Homeopatas dos Pés Descalços.
Pobreza é ficar indiferente.
Doença mata, conhecimento gera saúde.
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